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Fernando Magalhães no “Fórum Sons” – Intervenção #170 – “Clássicos da música gósmica”

#170 – “Clássicos da música gósmica”

Clássicos da música gósmica
Fernando Magalhães
Fri Apr 20 19:06:10 2001

Gosmizsche Muzik

AGITATION FREE – 2nd (Spalax, 1973)
– Last (Spalax, 1976)
ASH RA TEMPEL/ASHRA – Schwingungen (Spalax, 1972)
– New Age Of Earth (Virgin, 1976)
BRAINTICKET – Cottonwoodhill (Hallelujah, 1970)
CAN – Tago Mago (Spoon, 1971)
CLEARLIGHT – Clearlight Symphony II (Mantra, 1975)
COSMIC JOKERS (THE) – Galactic Supermarket (Spalax, 1973)
DASHIELL HEDAYAT – Obsolote (Mantra, 1971)
DOM – Edge Of Time (World Wide, 1972)
EDGAR FROESE – Aqua (Virgin, 1974)
GILA – Free Electric Sound (Second Battle, 1971)
GONG – You (Virgin, 1974)
GREATEFUL DEAD (THE) – Anthem of the Sun (Warner Bros., 1968)
GURU GURU – Kanguru (Brain, 1972)
HAWKWIND – In Search Of Space (EMI Premier, 1971)
– Warrior On The Edge Of Time (Dojo, 1975)
JULIAN COPE – Interpreter (Echo, 1996)
KHAN – Space Shanty (Mantra, 1972)
KINGDOME COME – Kingdome Come (Blueprint, 1972)
– Journey (Voiceprint, 1973)
KLAUS SCHULZE – Cyborg 2XCD (Spalax, 1973)
– Timewind (Virgin, 1975)
– Mirage (Magnum Music Group, 1977)
LEGENDARY PINK DOTS (THE) – Asylum (Play it again Sam, 1985)
MATHIAS GRASSOW – In Search of Sanity (No-CD, 1993)
PINK FLOYD – A Saucerful of Secrets (EMI, 1968)
– Ummagumma 2XCD (EMI, 1969)
POPOL VUH – Affenstunde (Spalax, 1971)
PULSAR – The Strands of the Future (Musea, 1976)
ROBERT RICH – Numena (Fathom, 1987)
– Geometry (1991)
SAND – Golem (United Durtro, 1974)
SECOND HAND – Death May Be Your Santa Claus (See For Miles, 1971)
SPACE EXPLOSION – Space Explosion (Purple Pyramid, 1998)
STEVE HILLAGE – Rainbow Dome Musick (Virgin, 1979)
STEVE ROACH – Dreamtime Return 2XCD (Fortuna, 1988)
– World’s Edge 2XCD (Foryuna, 1992)
TANGERINE DREAM – Phaedra (Virgin, 1974)
– Rubycon (Virgin, 1975)

Intervenções Públicas #7 – bar MARR – Setúbal 14.03.2001

#7 – bar MARR – Setúbal 14.03.2001


Bar “MARR” – Sessão Nº 7 – Setúbal, 14 de Março, 2001

2001-04-13 . MARR by luisje on Scribd




Fernando Magalhães no “Fórum Sons” – Intervenção #166 – “Labradford, Ikeda, Ocsid”

#166 – “Labradford, Ikeda, Ocsid”

Labradford, Ikeda, Ocsid
Fernando Magalhães
Tue Feb 13 14:30:40 2001

Comecei hoje de manhã a ouvir o novo “Fixed::Context”. Apenas a primeira (longa) faixa. Continuam ambientais qb, a insistirem numa mesma linha de guitarra David Gilmouriana de “Wish you Were Here” (Pink Floyd) e a criarem espaços de contemplação únicos no panorama do pós-rock. Digamos que, pelo menos a julgar pelo ex. desta 1ª faixa, conseguem num ápice criar o tipo de ambientes que os Sigur Rós, na minha opinião, por mais que se esforcem (lamento, mas n/consigo gostar do disco…), apenas conseguem aflorar. Em comparação “Fixed::Context” os islandeses soam a uma banda de heavy-metal, passe o exagero.
Deu ainda para reparar que as duas faixas seguintes começam com guitarras de cristal e que a última será, por ventura, a mais electrónica. Hoje, audição completa.

Por falar em electrónica, estive a ouvir ontem, à noite uma disco interessantíssimo de uns tais OCSID (“Opening Sweep”, na Ash International), trio do qual faz parte o Graham Lewis, dos Wire e He Said. É um longo tema de 75 minutos que recupera parte dos ambientes da discografia a solo de outro ex-Wire, o Bruce Gilbert, espécie de drone sombra, atravessada por grooves longínquos, samples de vozes distantes e súbitas explosões de electronica abstracta. “Leisure Zones”, do Burnt Friedmann, andará lá perto, mas este CD dos OCSID é mais amplo, variado e perturbador.

Ainda ouvi por alto o “Matrix” (ed. Touch), do japonês RYOJI IKEDA, 3ª parte de uma trilogia. O exemplar que recebi é duplo, apenas ouvi o 2º CD, mais curto. Música próxima do novo dos Pan Sonic, ainda mais fria e minimalista. Mas estive a ler as notas relativas ao 1º CD e nelas se refere que o músico criou uma espécie de arquitectura sónica 3D que muda, consoante a posição do auditor na sala/local de escuta, dando a revelar de cada vez facetas inesperadas das composições. Promete.

Saudações

FM

PS-Sexta, à chegada a casa, n/houve, felizmente, retaliações… 🙂