Arquivo da Categoria: Alemães

Fernando Magalhães no “Fórum Sons” – Intervenção #138 – “Novos P_Hammill e Thomas Brinkmann (FM)”

#138 – “Novos P_Hammill e Thomas Brinkmann (FM)”

Fernando Magalhães
07.11.2002 140236
Desiludiram-me ambos.

“Clutch”, de Peter Hammill, o tal álbum de guitarra acústica (mas não só…), não adianta nada e relação à anterior discografia. Se as letras evidenciam a qualidade de sempre (aqui mais personalizadas e pessoais do que nunca, uma das faixas, tocante, fala da relação com uma das suas filhas), sobre o avanço inexorável da idade e a sensação de perda, a música achei-a pobre, sem ideias originais, mero PH vintage.

Já “Row”, o “novo” (trata-se de material antigo antes editado em vinilo, como acontecia com um CD anterior, “Rosa”) de Thomas Brinkmann, é música a metro. Beats e mais beats (ou melhor, sempre o mesmo beat…) arrastando-se por faixas de 6 e 7 minutos, com as velhas fórmulas de sempre. pela primeira vez em relação a um disco deste alemão, fiquei com a sensação de que a simplicidade que sempre elogiei em discos anteriores, é aqui sinónimo de pobreza de ideias.
Vou ouvir de novo, mas a primeira impressão não é nada animadora…

FM

Fernando Magalhães no “Fórum Sons” – Intervenção #135 – “Lewzsawillenoid (FM)”

#135 – “Lewzsawillenoid (FM)”

Fernando Magalhães
26.09.2002 160418
Ouvi ontem um grupo alemão dos anos 70 espantoso, chamado LEWZSAWILLENOID.

O álbum chama-se “Karpamorgenstow” e, curiosamente, tem a influência dos CLUSTER. Um dos temas é uma parceria com os Status Quo e outro uma canção, na altura banida das rádios, intitulada “Alvarez come back”.

Uma revelação!

FM

Fernando Magalhães no “Fórum Sons” – Intervenção #131 – “De regresso com PYROLATOR (FM)”

#131 – “De regresso com PYROLATOR (FM)”

Fernando Magalhães
09.09.2002 150309
Meus senhores

Olá a todos

Eis-me de regresso, carregado de novas e estimulantes ideias, uma delas, aliás, que gostaria de pôr em prática desde já e que se prende com a utilização do fórum antigo. Mais pormenores, em breve…

Música de férias: comercialona. Sheryl Crow (“Soak up like the Sun)… Depois, fiquei com aquela canção (bem boa, por sinal, dentro do seu género…) dos NICKELBACK entranhada nos ouvidos. Terrivelmente viciante ao ponto de se tornar nauseante (não conseguimos livrar-nos da melodia…).

Filme das férias: “A Pianista”. Inacreditável e sublime interpretação de ISABELLE HUPERT. Fiquei em estado de choque.

Já em Lisboa: Encontrei na Symbiose (têm lá muitos…) o seminal disco de estreia “dos” PYROLATOR (aka KURT DAHLK), “Inland” (1979).
Se o disco seguinte, “Wunderland” é a bíblia dos anos 80 das “funny electronics” atuais, “Inland” é a obra escura e experimental deste músico alemão. Eletrónica entre o experimental, o lúdico, a “dark ambient” e programações electro com a cor sonora típica da época.

Entretanto, comprei uma gaita-de-foles asturiana e ando absolutamente fascinado (ensaiar, acompanhar discos de folk mas não só…)!

Agora vou almoçar.

FM

PS-O disco do ano parece-me ser, indubitavelmente, o dos REX KONA.