Instalações de: Incêndio / Intrusão / Emergência
Excelente e completíssimo tutorial sobre instalações eléctricas de “Sistemas de Detecção de Incêndio, Intrusão e Emergência“, disponibilizado pelo colega Manuel Vieira, a quem agradecemos e congratulamos.
Vejam só o índice:
ÍNDICE
1.Instalações de Detecção de Intrusão 2
1.1.Detectores de intrusão 2
1.1.1.Contactos magnéticos 2
1.1.2.Detectores de infravermelhos (PIR) 3
1.1.3.Detectores de quebra de vidro 3
2.Instalações de Detecção de Incêndio 5
2.1.Detectores de incêndio 5
2.1.1.Detectores ópticos 6
2.1.2.Detectores termovelocimétricos 6
2.1.3.Detectores térmicos 7
2.2.Botoneiras de incêndio 7
3.Iluminação de Emergência 8
4.Anexo1–Regras para Instalações de Detecção de Incêndio 9
4.1.Sistema Automático de Detecção de Incêndio 9
4.2.Iluminação de Emergência de Segurança/Sinalização Activa 9
4.3.Sinalização Passiva 10
5.Anexo2–Símbolos Gráficos para Plantas de Projecto de Intrusão 10
6.Anexo3–Símbolos Gráficos para Plantas de Projecto de Incêndio 11
7.Anexo4–Ligação de Avisadores de Incêndio 14
7.1.Detectores Ópticos e Termovelocimétricos – ECO1000 14
7.2.Botoneiras CQR–ModeloFP2 15
Setembro 16, 2008 Não há comentários
Sistema de Iluminação de Emergência
Abaixo apresentamos um artigo sobre “sistemas de iluminação de emergência”, disponibilizado pelo colega Manuel Vieira, a quem agradecemos a colaboração.
Sistema de Iluminação de Emergência
A função da “Iluminação de Emergência” é iluminar as áreas escuras de passagens, horizontais e verticais, incluindo áreas de trabalho e áreas técnicas de controlo de restabelecimento de serviços essenciais e normais, na falta de iluminação normal. A intensidade da iluminação deve ser suficiente para evitar acidentes e garantir a evacuação das pessoas, levando em conta a possível penetração de fumo nas áreas.
Características do Sistema de Iluminação de Emergência:
- A intensidade da iluminação deve ser suficiente para evitar acidentes e garantir a evacuação das pessoas, levando em conta a possível penetração de fumo nas áreas;
- A iluminação deve permitir o controlo visual das áreas abandonadas para localizar pessoas impedidas de locomover-se;
- Manter a segurança patrimonial para facilitar a localização de estranhos nas áreas de segurança pelo pessoal da intervenção;
- Sinalizar inconfundivelmente as rotas de fuga utilizáveis no momento do abandono do local;
- O tempo de funcionamento do sistema de iluminação de emergência deve garantir a segurança pessoal e patrimonial de todas as pessoas na área, até o restabelecimento da iluminação normal, ou até que outras medidas de segurança sejam tomadas;
- No caso do abandono total do edifício, o tempo da iluminação deve incluir, além do tempo previsto para a evacuação, o tempo que o pessoal da intervenção e de segurança necessitam para localizar pessoas perdidas ou para terminar o resgate em caso de incêndio. Este tempo deve ser apoiado na documentação de segurança do edifício e aprovado pelos órgãos competentes;
- Devem ser respeitadas as limitações da visão humana, tendo como base as condições fisiológicas da visão diurna e nocturna e o tempo de adaptação para cada estado;
OBS: A central de iluminação de emergência com baterias não pode ser utilizada para alimentar quaisquer outros circuitos ou equipamentos. Esta exigência baseia-se no cálculo de tempo limitado da autonomia da iluminação de emergência definida para abandono do prédio e não para a autonomia definida para outros tipos de serviço.
A iluminação de emergência pode ser realizada com um sistema autónomo ou através de um sistema centralizado:

Sistema autónomo: Cada bloco autónomo, ponto de luz e placa de saída possuem as suas próprias baterias e os seus próprios carregadores de bateria. Uma das vantagens é o lado prático deste sistema pois basta fixar e ligar o equipamento à rede eléctrica. Uma desvantagem é o custo de manutenção destes equipamentos pois de cada 2 à 3 anos é necessária a substituição de todas as baterias. Estas possuem uma vida útil e perdem o tempo de autonomia exigido pelas normas, o que geralmente corresponde a 50% do valor do equipamento novo mais a mão-de-obra.
Sistema centralizado: Neste caso, a utilização de uma central de iluminação de emergência e um banco de baterias que alimenta todos os aparelhos de iluminação e placas de saídas. Cada circuito pode alimentar no máximo 20 aparelhos de iluminação. Este sistema também exige um cuidado especial quanto ao cálculo de autonomia e da fiabilidade para utilização e geralmente tem um custo um pouco mais alto do que o sistema autónomo. A vantagem é que ao chegar ao fim da vida útil das baterias, basta substituir as mesmas que ficam localizadas no banco de baterias próxima da central.
Setembro 16, 2008 Não há comentários
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