Posts de — Maio 2009
Desenho e Simulação de Circuitos Electrónicos – Ficha de Trabalho 11
Curso Profissional de Electrónica, Automação e Comando
Disciplina de Tecnologias Aplicadas
Módulo 4: Desenho e Simulação de Circuitos Electrónicos (10º Ano)
Ficha de Trabalho 11 – Amplificador Não-Inversor com Ampop
Maio 20, 2009 Não há comentários
Curso Introdutório de Pneumática (Parte 1/7)
INTRODUÇÃO À PNEUMÁTICA
Energia Pneumática
A utilização do ar como forma de energia é conhecida há milhares de anos.
A própria palavra “pneumática” deriva do grego “pneuma” que significa respiração, vento, movimento do ar, e que trata do comportamento das substâncias no estado gasoso.
A energia pneumática que é utilizada nos processos industriais vem da compressão do ar da nossa atmosfera, compressão essa que é realizada por um equipamento que se chama… adivinharam, compressor.
Esta máquina comprime o ar e guarda-o num reservatório, sendo depois utilizado à medida das suas necessidades pelo nosso sistema pneumático a ele ligado.
Sistemas Electropneumáticos
Nos actuais processos industriais cada vez mais se assiste à combinação, num mesmo sistema automatizado, de vários tipos de equipamentos que, por sua vez, são alimentados pelas mais variadas formas de energia.
Daí a necessidade dos actuais técnicos conhecerem todos estes equipamentos quer eles sejam pneumáticos, hidráulicos, eléctricos ou electrónicos.
É essa a única forma de compreenderem todo o sistema no seu conjunto e poderem assim actuar sobre ele, quer projectando-o quer procedendo à sua montagem, manutenção e reparação.
Elementos de Controlo
Trata-se de um circuito eléctrico que recebe as informações dadas pelos sensores e em função dessas informações, atendendo ainda à sequência de operações que foi projectada para o sistema, gera os sinais eléctricos que envia para os elementos de comando, que irão actuar em conformidade com a natureza desses sinais.
Elementos de Comando
No caso da electropneumática são válvulas pneumáticas que recebem os sinais dos elementos de controlo e, face a esses sinais, accionam em conformidade os elementos de trabalho.
Elementos de Trabalho
São os equipamentos que transformam a energia pneumática noutras formas de energia.
No nosso caso serão os cilindros pneumáticos ou motores pneumáticos, que transformam a energia pneumática em energia mecânica.
Para além disso, estes elementos de trabalho também dão sinal aos sensores sobre a situação em que se encontram, de forma a estes poderem, por sua vez, informar os elementos de controlo.
Elementos de Sinal
São sensores eléctricos que informam continuamente os elementos de controlo sobre a situação
em que se encontram os elementos de trabalho, fechando-se assim o ciclo do processo.
Exemplo: Um cilindro pneumático atinge uma determinada posição e ao fazê-lo faz actuar um sensor de movimento. Este, uma vez actuado, informará o elemento de controlo, que dará ordem ao elemento de comando para ordenar ao elemento de trabalho que pare nessa posição.
Maio 19, 2009 Não há comentários
Dicas com Multímetro – Teste de Balastro
Teste de Balastros
Os balastros das lâmpadas fluorescentes não são mais do que bobinas com elevado número de espiras e destinados a proporcionarem uma elevada corrente quando fechamos o interruptor, de modo a que a lâmpada possa arrancar e, assim, acender.
Nessa conformidade, quando estão em bom estado, devem apresentar uma pequena resistência, de 1 a 100 ohm.
O teste deve efectuar-se com o balastro fora do circuito ou, quando muito, com um dos fios desligados, de modo a que o circuito fique interrompido/aberto e não interfira nos resultados.
Procedimento
– Coloque o multímetro na escala mais baixa de resistência: ohmsx1 ou ohmsx100 se for analógico e 200 ou 2000 ohms se for digital;
– Faça o teste de acordo com a figura abaixo.
Interpretação dos resultados
– Se medir uma resistência baixa (1 a 100 ohms) o balastro está bom pois apresenta continuidade.
Na verdade este teste apenas lhe revela que o balastro não constitui um circuito aberto, isto é, que o fio da bobina não está partido.
– Se a resistência for “infinita” ou muito elevada, a bobina está interrompida e, consequentemente, o balastro está estragado.
Nota: nas lâmpadas de maior potência, como os balastros são constituídos por fios de maior secção, a sua resistência é um pouco mais baixa.
Um outro tipo de avaria que os balastros podem sofrer, e que não é revelada por este teste é o mesmo se encontrar em curto-circuito, ou seja, o isolamento entre os fios da bobina (proporcionado pelo verniz cobertor) rompeu-se e encontram-se fios encostados uns aos outros.
Este tipo de avaria, que impede também o uso do balastro nessas condições pode ser normalmente notado através de simples visualização pois os balastros nessas condições apresentam sinais de super aquecimento e, por isso, o seu invólucro enegrecido e com forte cheiro a queimado, sobretudo se o problema aconteceu há pouco tempo.
Normalmente a razão desta queima do balastro deve-se a corrente elevada que o percorreu e, assim, destruiu o isolamento permitindo o curto-circuito entre os seus fios. Quando acontece este curto-circuito a corrente ainda sobe mais e o isolamento ainda é mais destruído, soltando-se então muito fumo e um cheiro forte a queimado.
Muitas vezes, este acontecimento pode levar a incêndios, sobretudo quando o circuito não está bem protegido por disjuntores adequados.
Teste em tensão
Se pretender fazer o teste do balastro em tensão:
– Coloque o multímetro na escala apropriada de tensão alternada, normalmente os 750V;
– Ligue a lâmpada fluorescente e mesmo que ela não acenda, mantenha o interruptor fechado;
– Encoste as pontas de prova do multímetro como mostra a figura abaixo;
– Faça a leitura da tensão.
Interpretação
– Se medir um valor próximo dos 230V o balastro está em boas condições, pelo menos no que se refere a circuito em aberto (fio partido). Este teste também não revela problemas de curto-circuito (balastro queimado): nesse caso a tensão medida também será aproximadamente 230V.
– Se medir uma tensão igual a zero V, a bobina está interrompida e, consequentemente, o balastro estragado.
Maio 18, 2009 3 Comentários












