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Dicas com Multímetro – Teste de Balastro

Teste de Balastros

Os balastros das lâmpadas fluorescentes não são mais do que bobinas com elevado número de espiras e destinados a proporcionarem uma elevada corrente quando fechamos o interruptor, de modo a que a lâmpada possa arrancar e, assim, acender.
Nessa conformidade, quando estão em bom estado, devem apresentar uma pequena resistência, de 1 a 100 ohm.
O teste deve efectuar-se com o balastro fora do circuito ou, quando muito, com um dos fios desligados, de modo a que o circuito fique interrompido/aberto e não interfira nos resultados.

Procedimento

– Coloque o multímetro na escala mais baixa de resistência: ohmsx1 ou ohmsx100 se for analógico e 200 ou 2000 ohms se for digital;
– Faça o teste de acordo com a figura abaixo.

testebalastro1

Interpretação dos resultados

– Se medir uma resistência baixa (1 a 100 ohms) o balastro está bom pois apresenta continuidade.
Na verdade este teste apenas lhe revela que o balastro não constitui um circuito aberto, isto é, que o fio da bobina não está partido.
– Se a resistência for “infinita” ou muito elevada, a bobina está interrompida e, consequentemente, o balastro está estragado.
Nota: nas lâmpadas de maior potência, como os balastros são constituídos por fios de maior secção, a sua resistência é um pouco mais baixa.

Um outro tipo de avaria que os balastros podem sofrer, e que não é revelada por este teste é o mesmo se encontrar em curto-circuito, ou seja, o isolamento entre os fios da bobina (proporcionado pelo verniz cobertor) rompeu-se e encontram-se fios encostados uns aos outros.
Este tipo de avaria, que impede também o uso do balastro nessas condições pode ser normalmente notado através de simples visualização pois os balastros nessas condições apresentam sinais de super aquecimento e, por isso, o seu invólucro enegrecido e com forte cheiro a queimado, sobretudo se o problema aconteceu há pouco tempo.
Normalmente a razão desta queima do balastro deve-se a corrente elevada que o percorreu e, assim, destruiu o isolamento permitindo o curto-circuito entre os seus fios. Quando acontece este curto-circuito a corrente ainda sobe mais e o isolamento ainda é mais destruído, soltando-se então muito fumo e um cheiro forte a queimado.
Muitas vezes, este acontecimento pode levar a incêndios, sobretudo quando o circuito não está bem protegido por disjuntores adequados.

Teste em tensão

Se pretender fazer o teste do balastro em tensão:
– Coloque o multímetro na escala apropriada de tensão alternada, normalmente os 750V;
– Ligue a lâmpada fluorescente e mesmo que ela não acenda, mantenha o interruptor fechado;
– Encoste as pontas de prova do multímetro como mostra a figura abaixo;

testebalastro2

– Faça a leitura da tensão.

Interpretação

– Se medir um valor próximo dos 230V o balastro está em boas condições, pelo menos no que se refere a circuito em aberto (fio partido). Este teste também não revela problemas de curto-circuito (balastro queimado): nesse caso a tensão medida também será aproximadamente 230V.
– Se medir uma tensão igual a zero V, a bobina está interrompida e, consequentemente, o balastro estragado.

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Maio 18, 2009   3 Comments

Força total à música nacional – 2

 

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Maio 15, 2009   No Comments

O mundo maravilhoso dos treemaps

Os treemaps são uma nova tendência da web e, para mim, viciante.
Podem ver esta excelente aplicação, numa newsmap aqui.
Em Portugal, também @Paulo Querido tem uma aplicação equivalente em português, também ela fantástica.

Quanto a mim encontro-me a dar os primeiros passos, ainda de forma incipiente, mas que já me serviu para apresentar a minha primeira aplicação, que podem ver no topo deste post.
Certamente irei perder muitas horas agarrado a este tipo de aplicação e voltarei, aqui a dar mais notícias sobre a mesma.
Para quem queira dar os primeiros passos, sugiro que visitem este site e recolham de lá o código base que vos permitirá começar. Foi o que fiz, fazendo pequenas alterações ao código dado, mas “grandes alterações” são também possíveis de modo a obter aplicações cada vez mais personalizadas. É o que irei tentar fazer nos próximos tempos.
Quem quiser trocar ideias e experiências sobre esta tarefa contacte-me por email, p.f.

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Maio 14, 2009   1 Comment