Posts de — Fevereiro 2012
Aquisição e Tratamento de Dados – Teoria (10): Extensómetros – Sensores de Deformação
Extensómetros
Os extensómetros são os dispositivos mais utilizados para medir forças, ou mais particularmente, deslocamentos/deformações resultantes de forças. O tipo mais comum é o ligado a resistência, que consiste num material resistivo, habitualmente um filme metálico de uns poucos mícrones de espessura, ligado a uma placa traseira de poliéster ou papel.
Extensómetro ligado a resistência típico
O extensómetro funciona baseado no princípio de que quando esticado/deformado, o comprimento, a secção e a resistividade do filme metálico varia, fazendo assim, por consequência, variar também o valor da resistência do condutor. Quando fixado a uma unidade em teste através de um adesivo, ou de outra forma qualquer, o extensómetro sofre o mesmo esticamento/deformação de toda a unidade. A quantidade de esticamento/deformação pode ser medida através da detecção da variação na sua resistência. Sabe-se que variação no comprimento do extensómetro é pequena e que a relação entre resistência e esticamento/deformação é linear.
A relação entre a percentagem de variação na resistência e a percentagem de variação no comprimento, é conhecido como o ‘calibre’ (C) e é uma medida da sensibilidade do extensómetro.
C = (ΔR/R0) / (ΔL / L0) = 1 + 2σ + [(Δρ / ρ) / (ΔL / L0)]
Em que:
R0 – resistência em ohms
ρ – resistividade em ohms por metro
L0 – comprimento em metros
ΔR/R0 – variação fraccional da resistência
σ – relação de Poisson
ΔL/L0 – variação fraccional do comprimento
Δρ / ρ– variação fraccional da resistividade
O calibre, fornecido pelos fabricantes para cada modelo de extensómetro, tipicamente encontra-se entre 2 e 4, nos casos dos mais comuns modelos em lâmina metálica, com resistência nominal de 120 ohms, 350 ohms e 1k. Assim, se um extensómetro de 350 ohms com um calibre de 2.0 for esticado em 1%, então a sua resistência variará 2%, ou seja, 0.57 ohms.
Fevereiro 8, 2012 Não há comentários
Educação Tecnológica – Trabalho de Electricidade: “Detector de Nervoso”
Informação
Este trabalho preenche mais uma vez a função lúdica da disciplina, mas sendo simples requer da parte do aluno o conhecimento do circuito eléctrico que, desta vez, utiliza como receptor um besouro piezoeléctrico.
A alimentação do circuito é também feita através de pilhas de 1,5 Volts e como interruptor utilizamos dois arames de cobre, um fixo e outro móvel, dispostos como se mostra na figura mais à frente.
Montagem
Esta montagem é feita sobre uma placa de madeira que será devidamente trabalhada e com acabamento de verniz, onde posteriormente serão montados os arames que farão parte do circuito eléctrico assim como o suporte das pilhas e o respectivo besouro.
Função da Montagem
este trabalho serve para testar o grau de nervosismo do operador e ajuda a controlar o tremer de mãos, podendo vir a ser utilizado como terapia do domínio dos movimentos.
Actividades
. Fazer leitura de esquemas;
. Medição de tensões;
. Adequar a leitura à montagem experimental;
. Soldadura e estanhagem;
. Manuseamento de diversas ferramentas;
. Verniz celuloso;
. Lixa para madeira.
Material Utilizado
. Suporte de pilhas duplo;
. Pilhas de 1,5 volts;
. Besouro piezoeléctrico;
. Placa de aglomerado de madeira;
. Condutores flexíveis de 0,75 mm2;
. Condutores rígidos de 2,5 mm2;
. Dados de junção de 2,5 mm2;
. Solda tinol de 60×40.
Esquema de Princípio
Esquema da Montagem
v2
Fevereiro 5, 2012 Não há comentários
Potenciómetros, Transformadas de Fourier, Filtros e Laplacianas, lol
Fevereiro 3, 2012 Não há comentários














