Curso Introdutório de Pneumática – Parte 6/7
2.2. Retorno Automático de Cilindros de Acção Simples ou de Dupla Acção
Funcionamento
A diferença em relação ao caso anterior é que agora o botão de pressão S2, que servia para fazer o retorno da haste do cilindro, foi substituído por um sensor Sf (NF) – fim-de-curso – que é accionado pelo próprio movimento do cilindro.
Quando premimos o botão S, o cilindro avança até ao fim do curso.
Chegado a esta posição, o sensor fim-de-curso é accionado pela haste do cilindro.
O circuito que alimenta a bobina Y é, por isso, aberto, fazendo pois a haste retornar à posição inicial.
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Junho 18, 2009 1 Comentário
Curso Introdutório de Pneumática – Parte 5/7
ACCIONAMENTO DE ACTUADORES PNEUMÁTICOS
1. Comando através de Válvulas Electropneumáticas Direccionais com Accionamento Unidireccional
1..1.
A figura seguinte apresenta um cilindro de acção simples ligado a uma válvula electropneumática 3/2 com o seu respectivo circuito eléctrico de comando.
Funcionamento
1. Inicialmente o interruptor S está aberto, a válvula no estado de repouso e o cilindro recuado (figura da esquerda).
Nesta situação:
– Ar comprimido é bloqueado
– Entrada do cilindro ligada ao escape R
2. Fechando o interruptor S, a válvula muda de estado devido à corrente eléctrica na bobina (figura da direita).
Nesta situação:
– O ar comprimido é enviado para o cilindro, forçando o seu avanço.
– O escape R é bloqueado.
3. Abrindo o interruptor S, a válvula volta à posição de repouso devido à acção da sua mola.
Nesta situação = 1.:
– Entrada do cilindro ligada ao escape R.
– Devido ao anterior, a mola do cilindro fica livre para forçar o retorno da haste.
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Junho 9, 2009 Não há comentários
Curso Introdutório de Pneumática – Parte 4/7
1.3. Válvula Electropneumática de 4 Vias e 2 Estados (4/2) com Accionamento Unidireccional
– Na posição de repouso, o orifício P é direccionado para a via B e a via A é ligada ao escape R;
– Accionando a bobina Y, a válvula muda de estado, ligando o orifício P ao A e a sua via B ao escape R;
Enquanto a bobina estiver accionada pela corrente eléctrica, a válvula permanece neste estado. Quando isso deixa de acontecer, retorna à posição de repouso.
1.4. Válvula Electropneumática de 5 Vias e 2 Estados (5/2) com Accionamento Unidireccional
– Na posição de repouso, o orifício P é direccionado ao B e a via A é ligada ao escape R, não sendo, neste caso, utilizado o escape S;
– Accionando-se a bobina Y, a válvula muda de estado, ficando o orifício P ligado ao A, a via B ligada a S e o R não é utilizado.
1.5. Válvula Electropneumática de 4 Vias e 2 Estados (4/2) com Accionamento Bidireccional
Nas válvulas bidireccionais não há necessidade de manter a corrente eléctrica na bobina para que ela permaneça num determinado estado.
O accionamento e desaccionamento são executados por impulsos de corrente eléctrica de curta duração.
– Um impulso de corrente na bobina Y1 faz com que a válvula mude de estado, ligando o orifício P ao A e o B ao R.
Mesmo que esse impulso de corrente pare, a válvula mantém-se neste estado, até que seja dado um impulso na bobina Y2.
– Um impulso na bobina Y2 faz com que a válvula mude novamente de estado, ficando agora o orifício P ligado ao B e a via A ligada ao escape R.
Mesmo que esse impulso de corrente pare, a válvula mantém-se neste estado, até que seja dado um impulso na bobina Y1.
Funciona pois como memória.
No caso de accionamento das duas bobinas a válvula permanece no estado relativo à bobina que primeiro foi accionada.
1.6. Válvula Electropneumática de 5 Vias e 2 Estados (5/2) com Accionamento Bidireccional
O funcionamento é similar ao da válvula anterior, com a diferença de que os dois orifícios de utilização A e B têm escapes próprios individuais R e S.
Junho 1, 2009 Não há comentários















