{"id":987,"date":"2009-10-06T04:16:41","date_gmt":"2009-10-06T11:16:41","guid":{"rendered":"http:\/\/www.profelectro.info\/fm\/?p=987"},"modified":"2009-10-06T04:16:41","modified_gmt":"2009-10-06T11:16:41","slug":"mike-oldfield-amarok-conj","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/2009\/10\/06\/mike-oldfield-amarok-conj\/","title":{"rendered":"Mike Oldfield &#8211; Amarok (conj.)"},"content":{"rendered":"<p>05.01.2001<br \/>\nReedi\u00e7\u00f5es<br \/>\nParque Jur\u00e1ssico Remasterizado<br \/>\nEm tempo de MP3, as editoras suam para \u201coferecer\u201d objectos apelativos, com as remasteriza\u00e7\u00f5es a ganharem espa\u00e7o num fen\u00f3meno de reciclagem que n\u00e3o tem fim. Os \u201cdinossauros\u201d agradecem.<\/p>\n<p>Com o advento do MP3 e a possibilidade de qualquer um poder adquirir m\u00fasica gratuitamente atrav\u00e9s da Internet, as editoras procuram a todo o custo rentabilizar os seus produtos, tentando tornar o mais poss\u00edvel apetec\u00edvel o objecto CD. Ao n\u00edvel das reedi\u00e7\u00f5es, aposta-se na melhoria do som (nalguns casos mais aparente do que real\u2026) atrav\u00e9s de grava\u00e7\u00f5es remasterizadas, enquanto no cap\u00edtulo da apresenta\u00e7\u00e3o, tendo em mira o coleccionador, se socorre de embalagens cartonadas que s\u00e3o r\u00e9plicas em miniatura das capas dos discos em vinilo. O impacte, a n\u00edvel psicol\u00f3gico, destas \u00faltimas, \u00e9 indesment\u00edvel. Velhos \u00e1lbuns dos King Crimson, Genesis ou Roxy Music ganharam nova vida, visual e sonora, e mesmo os velhos mel\u00f3manos na posse das edi\u00e7\u00f5es originais n\u00e3o ter\u00e3o ficado insens\u00edveis aos \u201cbrinquedos\u201d, voltando a investir nos mesmos t\u00edtulos.<br \/>\n\u00c9 o cada vez mais forte fen\u00f3meno da reciclagem a fazer-se sentir, impelindo o consumidor a comprar o que j\u00e1 tinha em casa, sob o pretexto da melhoria de um produto que \u00e9 apresentado como a \u201cvers\u00e3o definitiva\u201d, possuidora do \u201cmelhor som poss\u00edvel\u201d, sem d\u00favida um objecto estim\u00e1vel at\u00e9 \u00e0 eternidade. At\u00e9 o novo e \u201cdefinitivo\u201d \u201cmelhoramento\u201d surgir para o desmentir. Depois das edi\u00e7\u00f5es remasterizadas e re-remasterizadas, dos \u201cdigipaks\u201d e das capas em miniatura, teremos a seguir, quem sabe, as edi\u00e7\u00f5es desremasterizadas, com a garantia de que, afinal, os ru\u00eddos e estalidos do vinilo (devidamente digitalizados e contextualizados, como \u00e9 evidente\u2026) \u00e9 que s\u00e3o o \u201cit\u201d na sua forma mais pura e genu\u00edna.<\/p>\n<p>Pacotes para fetichistas. Em mat\u00e9ria de MP3, confesso que n\u00e3o uso. Enquanto coleccionador, fetichista, a quem, ainda por cima, os discos saem \u00e0 borla, prefiro o objecto f\u00edsico \u2013 pass\u00edvel de ser tocado, lido e mesmo estragado \u2013 ao virtual. Mas tamb\u00e9m acho que as editoras e a ind\u00fastria em geral, que durante anos tem inflacionado os pre\u00e7os dos CDs, merecem sofrer e ter um bocadinho de preju\u00edzo.<br \/>\nPassemos ent\u00e3o em revista algumas das reedi\u00e7\u00f5es remasterizadas (lojas h\u00e1 que exibem escaparates inteiros preenchidos por elas\u2026) lan\u00e7adas no \u00faltimos meses em Portugal.<br \/>\nCat Stevens, o velho Gato Esteves, que h\u00e1 bastante tempo abandonou a m\u00fasica para pregar o islamismo, voltou remasterizado e remo\u00e7ado, com as reedi\u00e7\u00f5es de \u201cCatch Bull at Four\u201d (1972), \u201cForeigner\u201d (1973) e \u201cBuddha and the Chocolate Box\u201d (1974). Os tr\u00eas posteriores aos bem melhores \u201cmona Bone Jakon\u201d (1970, o seu melhor de sempre), \u201cTea for the Tillerman\u201d (1971) e \u201cTeaser and the Firecat\u201d (1971) que, estranhamente, ficaram de fora do pacote nacional.<br \/>\nSe \u201cCatch Bull at Four\u201d condensa os tiques vocais do cantor em can\u00e7\u00f5es bem pouco inspiradas, como a agoniativa \u201cO Caritas\u201d, tamb\u00e9m \u201cForeigner\u201d n\u00e3o ganha com a inclus\u00e3o de uma longa \u201cForeigner Suite\u201d pseudo-progressiva que n\u00e3o \u00e9 mais do que uma colagem, enfeitada por orquestra\u00e7\u00f5es in\u00f3cuas e pretensamente ex\u00f3ticas, de can\u00e7\u00f5es mal amanhadas. J\u00e1 \u201cBuddha and the Chocolate Box\u201d recupera uma parte da magia perdida.<br \/>\nOutro \u201cremasterizado\u201d ilustre \u00e9 Mike Oldfield, este sim, digno de figurar no quadro de honra dos anos 70. A totalidade da sua obra compreendida entre a estreia \u201cTubular Bells\u201d, de 1973 \u2013 e da qual j\u00e1 existia uma anterior vers\u00e3o remasterizada na edi\u00e7\u00e3o especial do seu 25\u00ba anivers\u00e1rio \u2013 e a colect\u00e2nea \u201cElements\u201d, est\u00e1 de volta, agora em \u201cHigh Definition Compatible Digital\u201d. E se o som faz justi\u00e7a \u00e0 qualidade de obras como o j\u00e1 citado \u201cTubular Bells\u201d, \u201cHergest Ridge\u201d, \u201cOmmadawn\u201d, \u201cIncatations\u201d, \u201cFive Miles Out\u201d e \u201cAmarok\u201d, \u00e9 pena a impress\u00e3o das capas n\u00e3o estar ao mesmo n\u00edvel (cores mais esbatidas, tonalidades deturpadas) e a informa\u00e7\u00e3o n\u00e3o primar pela abund\u00e2ncia. O destaque vai para \u201cAmarok\u201d, por ser um \u00e1lbum dos anos 90 que constitui excep\u00e7\u00e3o ao per\u00edodo de maior criatividade \u2013 os anos 70 \u2013 deste multinstrumentista ingl\u00eas que encheu os bolsos a Richard Branson e permitiu o nascimento do imp\u00e9rio Virgin.<br \/>\nOs The Who merecem todas as melhorias, eles que tiveram fama de ser do \u201cpiorio\u201d, \u201cenfants terribles\u201d dos anos 60 e 70. Os \u00e1lbuns andavam por a\u00ed perdidos em edi\u00e7\u00f5es rascas. Depois de \u201cWho\u2019s Next\u201d j\u00e1 circular remasterizado desde h\u00e1 dois anos, s\u00e3o as \u00f3peras-rock \u201cTommy\u201d e \u201cQuadrophenia\u201d, correspondentes \u00e0 fase conceptual e megal\u00f3mana do seu l\u00edder, Pete Townshend, que ressurgem como objectos de luxo, aqui sim, com embalagens \u00e0 altura e livretes informativos, profusamente ilustrados.<br \/>\nMais dispens\u00e1vel, mas mesmo assim interessante, \u00e9 a aglutina\u00e7\u00e3o no formato \u201cdois em um\u201d dos dois primeiros \u00e1lbuns do supergrupo ingl\u00eas Humble Pie, \u201cAs Safe As Yesterday Is\u201d e \u201cTown and Country\u201d, ambos de 1969 e os \u00fanicos editados no selo Immediate por este grupo do qual faziam parte Peter Frampton, ex-The Herd e futuro her\u00f3i da guitarra, Steve Marriott, ex-Small Faces, e Dave Clempson, ex-Colosseum. Excelentes desempenhos instrumentais para uma m\u00fasica que s\u00f3 esporadicamente foge aos lugares comuns do rock e rhythm \u2018n\u2019 blues, quando pega em \u201csitars\u201d e brinca ao psicadelismo.<br \/>\n\u00d3ptimos m\u00fasicos eram tamb\u00e9m os norte-americanos Blood, Sweat and Tears, uma das primeiras bandas a integrar uma sec\u00e7\u00e3o de metais. \u201cChild is Father to the Man\u201d, \u00e1bum de estreia de 1968, n\u00e3o era ainda o rock-jazz festive que os viria a catapultar para os tops mas um h\u00edbrido de psicadelismo, pop e soul, tingido por refer\u00eancias cl\u00e1ssicas e pelo talento do singer-songwriter Al Kooper.<\/p>\n<p>Cat Stevens<br \/>\nBuddha and the Chocolate Box<br \/>\nIsland, distri. Universal<br \/>\n7\/10<br \/>\nN\u00e3o tem o charme \u201chippie\u201d dos primeiros discos e tresanda j\u00e1 ao misticismo que transformaria Cat Stevens de m\u00fasico em profeta, mas estas eram ainda can\u00e7\u00f5es que falavam de amor como se fosse poss\u00edvel acreditar nele, num bouquet de sonoridades subtis dedicadas a Buda e a Jesus, onde a pop e a folk percorrem de m\u00e3os dadas uma cidade-fantasma.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2009\/10\/mikeoldfield_amarok.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2009\/10\/mikeoldfield_amarok.jpg\" alt=\"mikeoldfield_amarok\" title=\"mikeoldfield_amarok\" width=\"400\" height=\"400\" class=\"alignnone size-full wp-image-988\" srcset=\"https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2009\/10\/mikeoldfield_amarok.jpg 400w, https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2009\/10\/mikeoldfield_amarok-150x150.jpg 150w, https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2009\/10\/mikeoldfield_amarok-300x300.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px\" \/><\/a><\/p>\n<div style=\"text-align: center;margin: 12px;\"><script type=\"text\/javascript\"><!--\ngoogle_ad_client = \"pub-9853707030319137\";\ngoogle_alternate_color = \"FFFFFF\";\ngoogle_ad_width = 468;\ngoogle_ad_height = 60;\ngoogle_ad_format = \"468x60_as\";\ngoogle_ad_type = \"text_image\";\ngoogle_ad_channel =\"\";\ngoogle_color_border = \"#FFFFFF\";\ngoogle_color_link = \"\";\ngoogle_color_bg = \"#FFFFFF\";\ngoogle_color_text = \"\";\ngoogle_color_url = \"\";\ngoogle_ui_features = \"rc:0\";\n\/\/--><\/script>\n<script type=\"text\/javascript\"\n  src=\"http:\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/show_ads.js\">\n<\/script><\/div><p><a href=\"http:\/\/rapidshare.com\/files\/201109479\/MOldfield-AmarokBox.1990.part1.rar\" target=\"_blank\">LINK <\/a>(Parte 1)<br \/>\n<a href=\"http:\/\/rapidshare.com\/files\/201117538\/MOldfield-AmarokBox.1990.part2.rar\" target=\"_blank\">LINK <\/a>(Parte 2)<\/p>\n<p><object width=\"425\" height=\"344\"><param name=\"movie\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/5JGOsSC0ePE&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;\"><\/param><param name=\"allowFullScreen\" value=\"true\"><\/param><param name=\"allowscriptaccess\" value=\"always\"><\/param><embed src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/5JGOsSC0ePE&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;\" type=\"application\/x-shockwave-flash\" allowscriptaccess=\"always\" allowfullscreen=\"true\" width=\"425\" height=\"344\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p>Mike Oldfield<br \/>\nAmarok<br \/>\nVirgin, distri EMI-VC, import. FNAC<br \/>\n8\/10<br \/>\n20\u00ba album de studio do compositor, \u201cAmarok\u201d, editado em 1990, \u00e9 uma pe\u00e7a de 52 minutos pioneira da vaga \u201cworld\u201d e fusionista que caracterizaria a d\u00e9cada agora finda. Percussionistas zulu, as uillean pipes de Paddy Moloney, dos Chieftains, uma comediante a fazer as vezes de Nargaret Tatcher e o ru\u00eddo do compositor a lavar os dentes, juntam-se numa obra complexa que nada deve ao aclamado \u201cTubular Bells\u201d.<\/p>\n<p>The Who<br \/>\nQuadrophenia<br \/>\n2XCD Polydor, distri. Universal<br \/>\n8\/10<br \/>\nComo os Kinks, os The Who forma sin\u00f3nimo da Londres dos anos 60, sufocada entre as puls\u00f5es da moda, a nostalgia vitoriana e o muro cinzento de uma classe oper\u00e1ria sem horizontes. \u201cQuadrophenia\u201d \u00e9 a alucina\u00e7\u00e3o hiper-realista e duplamente esquizofr\u00e9nica de um mod de Brighton,. Ali\u00e1s Pete Townshend, o punk anterior a todos os punks que almejava compor uma sinfonia.<\/p>\n<p>Humble Pie<br \/>\nNatural Born Bugie<br \/>\n2XCD Immediate, distri. Universal<br \/>\n6\/10<br \/>\nIntitulado a partir do \u201chit\u201d de 1969, \u201cNatural Born Bugie\u201d (e n\u00e3o \u201cboogie\u201d como poderia parecer\u2026) junta \u201cAs Safe as Yesterday is\u201d e \u201cTown and Country\u201d. Apesar do r\u00f3tulo de supergrupo e do virtuosismo dos seus elementos, os Humble Pie raramente conseguiram escapar \u00e0 mediania de um rock mainstream em contradi\u00e7\u00e3o com o brilhantismo pop da banda que acolhera antes Peter Frampton, The Herd.<\/p>\n<p>Blood, Sweat &#038; Tears<br \/>\nChild is Father to the Man<br \/>\nColumbia, import. Lojas Valentim de Carvalho<br \/>\n7\/10<br \/>\nDas primeiras pequenas big-bands da m\u00fasica pop, os Blood, Sweat &#038; Tears trouxeram para os finais dos anos 60 a fanfarra, com a inclus\u00e3o de uma sec\u00e7\u00e3o de sopros que procurava honrar os ensinamentos do trompetista canadiano Maynard Ferguson. Ainda hesitantes quanto ao caminho que os haveria de conduzir ao sucesso, \u201cChild is Father to the Man\u201d cruza, entre a exalta\u00e7\u00e3o e a devo\u00e7\u00e3o, a heran\u00e7a dos blues e da soul com o psicadelismo em voga, revelando Al Kooper como um not\u00e1vel escritor de can\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>05.01.2001<br \/>\nMaddy Prior<br \/>\nBallads &#038; Candles<br \/>\nPark, distri. Megam\u00fasica<br \/>\n7\/10<br \/>\nO encontro, 20 anos depois, com June Tabor, \u00e9 o principal atractivo de \u201cBallads &#038; Candles\u201d, celebra\u00e7\u00e3o dos 35 anos de carreira da cantora dos Steeleye Span, gravado na digress\u00e3o de Natal do ano passado, em simult\u00e2neo com o disco de est\u00fadio \u201cRavenchild\u201d. Para al\u00e9m de June Tabor, foram chamados, entre outros m\u00fasicos, Peter Knight e Rick Kemp, ambos dos Steeleye Span, e Troy Donockley, multinstrumentista dos Carnival Band, mas s\u00e3o os desempenhos \u201ca capella\u201d com a sua antiga companheira nas Silly Sisters, ou com a filha, Rose Kemp, que justificam a audi\u00e7\u00e3o sem reservas deste \u201cbest of\u201d de uma das vozes femininas mais importantes a emergir da vaga folk rock dos anos 70. N\u00e3o acrescentar\u00e1 grande coisa \u00e0 sua carreira mas servir\u00e1 para chamar a aten\u00e7\u00e3o dos que a desconhecem, sobretudo num registo de j\u00fabilo como \u00e9 o deste \u201cBallads &#038; Candles\u201d.<\/p>\n<p>05.01.2001<br \/>\nMuslimgauze<br \/>\nThe Inspirational Sounds of Muslimgauze<br \/>\nUniversal Egg, distri. Sabotage<br \/>\n8\/10<br \/>\n\u201cComecei a interessar-me pela m\u00fasica dos Faust e dos Can, pelo punk e pela m\u00fasica industrial, mais tarde pelas m\u00fasicas \u00e1rabe e indiana\u201d. \u201cA minha m\u00fasica \u00e9 influenciada por acontecimentos particulares, tenham eles origem na Palestina, no Ir\u00e3o ou no Afeganist\u00e3o\u201d. \u201c\u00c9 fina a linha que separa a doutrina\u00e7\u00e3o da informa\u00e7\u00e3o\u201d. \u201cA nossa m\u00fasica n\u00e3o \u00e9 pol\u00edtica, a maneira como a fazemos, sim\u201d. S\u00e3o declara\u00e7\u00f5es recolhidas de entrevistas com Bryn Jones, mentor dos Muslimgauze, falecido em 1999 v\u00edtima de uma infec\u00e7\u00e3o rara. \u201cThe Inpsirational Sounds\u2026\u201d re\u00fane excertos de uma discografia extensa por uma banda de activistas de Manchester fascinada pela ideologia muslim. M\u00fasica ritual\u00edstica, com cheiro a p\u00f3lvora, que ao longo das \u00faltimas duas d\u00e9cadas explorou os terrenos minados que v\u00e3o dos Young Gods a Meira Asher.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>05.01.2001 Reedi\u00e7\u00f5es Parque Jur\u00e1ssico Remasterizado Em tempo de MP3, as editoras suam para \u201coferecer\u201d objectos apelativos, com as remasteriza\u00e7\u00f5es a ganharem espa\u00e7o num fen\u00f3meno de reciclagem que n\u00e3o tem fim. Os \u201cdinossauros\u201d agradecem. 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