{"id":8821,"date":"2021-03-29T04:28:26","date_gmt":"2021-03-29T11:28:26","guid":{"rendered":"http:\/\/www.profelectro.info\/fm\/?p=8821"},"modified":"2021-03-29T04:28:26","modified_gmt":"2021-03-29T11:28:26","slug":"alan-vachier-agente-musical-jonathan-miller-engenheiro-de-som-fred-mergner-guitarrista-dossier-a-grande-evasao-dossier","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/2021\/03\/29\/alan-vachier-agente-musical-jonathan-miller-engenheiro-de-som-fred-mergner-guitarrista-dossier-a-grande-evasao-dossier\/","title":{"rendered":"Alan Vachier (Agente Musical) + Jonathan Miller (Engenheiro De Som) + Fred Mergner (Guitarrista) &#8211; &#8220;Dossier \u2013 A Grande Evas\u00e3o&#8221; (dossier)"},"content":{"rendered":"<div style=\"text-align: center;margin: 12px;\"><script type=\"text\/javascript\"><!--\ngoogle_ad_client = \"pub-9853707030319137\";\ngoogle_alternate_color = \"FFFFFF\";\ngoogle_ad_width = 468;\ngoogle_ad_height = 60;\ngoogle_ad_format = \"468x60_as\";\ngoogle_ad_type = \"text_image\";\ngoogle_ad_channel =\"\";\ngoogle_color_border = \"#FFFFFF\";\ngoogle_color_link = \"\";\ngoogle_color_bg = \"#FFFFFF\";\ngoogle_color_text = \"\";\ngoogle_color_url = \"\";\ngoogle_ui_features = \"rc:0\";\n\/\/--><\/script>\n<script type=\"text\/javascript\"\n  src=\"http:\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/show_ads.js\">\n<\/script><\/div><p>pop rock >> quarta-feira, 17.03.1993<\/p>\n<p><strong>DOSSIER \u2013 A GRANDE EVAS\u00c3O<\/p>\n<p>Cont\u00e9m textos de Lu\u00eds Maio, Jorge Dias e Fernando Magalh\u00e3es.<br \/>\nAqui apenas apresentamos os deste \u00faltimo.<\/strong><br \/>\n<center><br \/>\n<strong>Alan Vachier, Agente Musical<br \/>\n\u201cN\u00c3O VIM PARA C\u00c1 PARA TIRAR O P\u00c3O DOS PORTUGUESES\u201d<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.profelectro.info\/fm\/?attachment_id=8822\" rel=\"attachment wp-att-8822\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/marchier.jpg\" alt=\"\" width=\"512\" height=\"343\" class=\"aligncenter size-full wp-image-8822\" srcset=\"https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/marchier.jpg 512w, https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/marchier-300x201.jpg 300w, https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/marchier-100x67.jpg 100w\" sizes=\"auto, (max-width: 512px) 100vw, 512px\" \/><\/a><br \/>\n<\/center><br \/>\nNutre especial predilec\u00e7\u00e3o pela m\u00fasica tradicional portuguesa. N\u00e3o espanta portanto que este marselh\u00eas, de 40 anos de idade, seja agente de v\u00e1rios artistas nacionais desta \u00e1rea musical. Alain Vachier chegou durante os anos \u00e1ureos da MPP \u2013 M\u00fasica Popular Portuguesa. Hoje acha que est\u00e1 tudo mais parecido com a Fran\u00e7a.<\/p>\n<p>H\u00e1 poucas semanas, Alain Vachier levou a Ronda dos Quatro Caminhos, um dos v\u00e1rios nomes que agencia, ligados \u00e0 m\u00fasica portuguesa de raiz tradicional, ao Teatro de S\u00e3o Luiz, em Lisboa, J\u00falio Pereira, Cantaril, D\u2019Age e o novo grupo Quadrilha, que acaba de lan\u00e7ar no mercado a sua estreia discogr\u00e1fica, o \u00e1lbum \u201cContos de Fragas e Pragas\u201d, fazem tamb\u00e9m parte do lote de artistas de que \u00e9 empres\u00e1rio. No fundo, a continua\u00e7\u00e3o de amizades antigas, do tempo em que participou na forma\u00e7\u00e3o da Cooperativa Era Nova, em 1978, fruto do conhecimento que tinha com S\u00e9rgio Godinho, Francisco Fanhais e Camilo Mort\u00e1gua. Datam dessa altura alguns espect\u00e1culos levados a cabo com Jos\u00e9 Afonso, Fausto e Vitorino, entre outros artistas da MPP. Resid\u00eancia fixa em Portugal, s\u00f3 a partir de 1983. Trabalha numa ag\u00eancia com nome pr\u00f3prio desde 1988.<br \/>\nO gosto pela m\u00fasica tradicional portuguesa nasceu na \u00e9poca em que trabalhou com Jos\u00e9 Afonso. \u201cMesmo quando se trata de um grupo de rock [caso dos Essa Entente, tamb\u00e9m agenciado por Aain Vachier], h\u00e1 sempre qualquer coisa que tem a ver com a m\u00fasica tradicional\u201d, diz. Da parte dos seus colegas de profiss\u00e3o de nacionalidade portuguesa, n\u00e3o sente qualquer tipo de animosidade: \u201cN\u00e3o tenho problema nenhum. Fui logo de in\u00edcio bem recebido. \u00c9 algo que depende da maneira de estar de cada um.\u201d \u201cN\u00e3o vim para c\u00e1 para tirar o p\u00e3o dos portugueses\u201d, ironiza, \u201c\u00e0 partida \u00e9 muito mais f\u00e1cil quando o objectivo n\u00e3o \u00e9 ser ganancioso, seja qual for o motivo.\u201d<br \/>\nEm Fran\u00e7a, Alain Vachier era capaz de ganhar mais, s\u00f3 que por c\u00e1 encontrou \u201coutros p\u00f3los de interesse\u201d, embora fa\u00e7a notar que \u201ch\u00e1 a tend\u00eancia para as coisas se parecerem cada vez mais coma Fran\u00e7a: antes demorava dez minutos para chegar \u00e0 Caparica\u201d, garante, \u201choje demoro tr\u00eas quartos de hora\u2026\u201d. Mas Alain Vachier acaba por reconhecer, de novo com ironia que \u201ch\u00e1 menos buracos e at\u00e9 j\u00e1 existe uma auto-estrada para o Porto\u2026\u201d. Lamenta, por outro lado, que o progresso tenha acabado com \u201cum certo conv\u00edvio que existia entre as pessoas, mais simp\u00e1tico e menos barulhento do que agora\u201d. Pese embora as liga\u00e7\u00f5es fortes que mant\u00e9m com Portugal, Alain Vachier n\u00e3o pensa para j\u00e1 naturalizar-se portugu\u00eas: \u201cPara mim, n\u00e3o \u00e9 muito importante a nacionalidade\u2026\u201d<br \/>\n<center><br \/>\n<strong>Jonathan Miller, Engenheiro De Som<br \/>\n\u201cELES SABEM COISAS QUE EU N\u00c3O SEI, EU SEI COISAS QUE ELES N\u00c3O SABEM\u201d<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.profelectro.info\/fm\/?attachment_id=8823\" rel=\"attachment wp-att-8823\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/jMiller.jpg\" alt=\"\" width=\"615\" height=\"412\" class=\"aligncenter size-full wp-image-8823\" srcset=\"https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/jMiller.jpg 615w, https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/jMiller-300x201.jpg 300w, https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/jMiller-100x67.jpg 100w\" sizes=\"auto, (max-width: 615px) 100vw, 615px\" \/><\/a><br \/>\n<\/center><br \/>\nIngl\u00eas, 33 anos de idade, \u201cfree lancer\u201d, divide actualmente o seu trabalho entre Londres e Lisboa, onde vive de h\u00e1 dois anos para c\u00e1, numa casa alugada. Adepto da originalidade e da organiza\u00e7\u00e3o, diz que n\u00e3o pretende impor um som mas antes ajudar os m\u00fasicos portugueses a concretizarem as suas pr\u00f3prias ideias.<\/p>\n<p>Entrou h\u00e1 cerca de dois anos no est\u00fadio particular dos Delfins, com os quais se encontra a trabalhar na grava\u00e7\u00e3o do pr\u00f3ximo \u00e1lbum da banda, um triplo \u00e1lbum a editar ainda este ano pela BMG. Entre o curr\u00edculo deste s\u00fabdito de sua majestade, no nosso pa\u00eds, contam-se a grava\u00e7\u00e3o e mistura e p\u00f3s e co-produ\u00e7\u00e3o de v\u00e1rios discos para a Polygram, editora a que esteve ligado anteriormente e onde desempenhava as fun\u00e7\u00f5es de t\u00e9cnico permanente no Exit est\u00fadio, de artistas como os Rep\u00f3rter Estr\u00e1bico, Golpe de Estado e Capit\u00e3o Fantasma.<br \/>\nA sa\u00edda das hostes da Polygram coincidiu com o trabalho de p\u00f3s-produ\u00e7\u00e3o no segundo \u00e1lbum dos Resist\u00eancia, \u201cMano a Mano\u201d, de parceria com Carlos Maria Trindade. Com os Delfins j\u00e1 tinha colaborado antes, na mistura do m\u00e1xi \u201cSe eu pudesse um dia\u201d. Em Londres Jonathan Miller mexe nos bot\u00f5es da consola dos CTS studios, vocacionado para a grava\u00e7\u00e3o de bandas sonoras. \u00c9 o produtor dos Workshy, banda que est\u00e1 a ter alguma projec\u00e7\u00e3o no Jap\u00e3o.<br \/>\nJonathan Miller veio a Portugal pela primeira vez para produzir um disco de um artista franc\u00eas. Depois ficou porque gostou, na generalidade, da m\u00fasica e dos m\u00fasicos portugueses. \u201cE eles gostaram de mim\u201d, acrescenta. Agora viaja constantemente entre Portugal e Londres, j\u00e1 que \u00e9 na capital inglesa que, diz, \u201c\u00e9 poss\u00edvel estar a par das mais recentes tecnologias de grava\u00e7\u00e3o, que n\u00e3o cessam de se transformar e melhorar\u201d. Depois, em Portugal, tenta aplicar as t\u00e9cnicas e ensinamentos entretanto aprendidos. As diferen\u00e7as existem. \u201cEm Inglaterra \u00e9 poss\u00edvel alugar em qualquer altura um aparelho de tecnologia avan\u00e7ada, o que por enquanto n\u00e3o acontece em Portugal\u201d. Apesar das diferen\u00e7as, acha que os est\u00fadios portugueses est\u00e3o a tornar-se progressivamente \u201cmais competitivos\u201d, o que, por outro lado, \u201cpermite aos m\u00fasicos um n\u00edvel de exig\u00eancia e de expectativas mais elevado\u201d.<br \/>\nM\u00fasicos portugueses nos quais nota uma \u201csensibilidade e est\u00e9tica diferentes, no sentido r\u00edtmico e na atitude mel\u00f3dica, muito influenciada pela l\u00edngua\u201d. Sem ser poss\u00edvel, por enquanto, atingir os n\u00edveis de qualidade m\u00e9dia das grava\u00e7\u00f5es estrangeiras, o engenheiro de som ingl\u00eas procura sobretudo \u201cn\u00e3o interferir com as ideias dos m\u00fasicos\u201d, tentando, com os meios postos \u00e0 sua disposi\u00e7\u00e3o, \u201cajud\u00e1-los a obter o som pretendido\u201d. \u201cTentar que uma banda rock portuguesa parela americana \u00e9 est\u00fapido\u201d, conclui.<br \/>\nDa parte da concorr\u00eancia portuguesa, Jonathan Miller n\u00e3o tem d\u00favidas em afirmar que h\u00e1 quem n\u00e3o o olhe com bons olhos. Mas isso \u201cdepende das pessoas serem mais ou menos abertas de esp\u00edrito\u201d. A solu\u00e7\u00e3o, diz, passa pela comunica\u00e7\u00e3o entre todos: \u201celes sabem coisas que eu n\u00e3o sei, eu sei coisas que eles n\u00e3o sabem\u2026\u201d. \u201c\u00c9 uma \u00e1rea onde se torna necess\u00e1rio criar uma associa\u00e7\u00e3o\u201d, acrescenta, \u201cpara que possa haver discuss\u00e3o e troca de ideias\u201d. Para j\u00e1 Jonathan Miller procura ajudar a desenvolver aquilo que julga ser o melhor da m\u00fasica em qualquer parte do mundo: \u201ca originalidade, o entusiasmo dos m\u00fasicos e muito trabalho\u201d. E a \u201cdisciplina e organiza\u00e7\u00e3o sem as quais n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel gravar um bom disco\u201d. \u201cDevia haver mais liga\u00e7\u00e3o e interac\u00e7\u00e3o entre todas as pessoas ligadas ao som e \u00e0 m\u00fasica\u201d, desabafa, \u201cque sentido faz haver ci\u00fames?\u201d<br \/>\n<center><br \/>\n<strong>Fred Mergner, guitarrista<br \/>\nRESIST\u00caNCIA VIA DELFINS<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.profelectro.info\/fm\/?attachment_id=8824\" rel=\"attachment wp-att-8824\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/fredMergner.jpg\" alt=\"\" width=\"393\" height=\"270\" class=\"aligncenter size-full wp-image-8824\" srcset=\"https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/fredMergner.jpg 393w, https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/fredMergner-300x206.jpg 300w, https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/fredMergner-100x69.jpg 100w\" sizes=\"auto, (max-width: 393px) 100vw, 393px\" \/><\/a><br \/>\n<\/center><br \/>\nNasceu na regi\u00e3o da Floresta Negra, no Sul da Alemanha. Chegou a Portugal em meados da d\u00e9cada de 70, tendo resid\u00eancia no nosso pa\u00eds desde 1977. Do acorde\u00e3o, da trompete e da harpa, passou, aos 19 anos de idade, para a guitarra, instrumento no qual se notabilizou. \u00c9 actualmente solista nos Resist\u00eancia, dos quais faz parte desde 1991. Antes de integrar o actual supergrupo da m\u00fasica pop portuguesa, Fredo Mergner fez o chamado \u201ccircuito dos bares\u201d, integrou uma forma\u00e7\u00e3o dos Bluejeans e apareceu em v\u00e1rios programas de televis\u00e3o, um deles ao lado de Mike Sergeant, al\u00e9m de ter participado em festivais de jazz em Portugal, nomeadamente o de Cascais.<br \/>\nA entrada nos Resist\u00eancia processou-se via Delfins, com cujos membros se encontrou pela primeira vez no P\u00e3o de A\u00e7\u00facar de Cascais. Actuou depois ao lado desta banda, na qualidade de m\u00fasico convidado, num concerto realizado no Pavilh\u00e3o Carlos Lopes, em 1991, no tema \u201cO meu quarto\u201d. O seu estilo, muito pr\u00f3prio, de tocar guitarra n\u00e3o passou despercebido de Pedro Ayres Magalh\u00e3es que, finalmente lhe fez o convite oficial para ingressar no projecto Resist\u00eancia.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>pop rock >> quarta-feira, 17.03.1993 DOSSIER \u2013 A GRANDE EVAS\u00c3O Cont\u00e9m textos de Lu\u00eds Maio, Jorge Dias e Fernando Magalh\u00e3es. Aqui apenas apresentamos os deste \u00faltimo. Alan Vachier, Agente Musical \u201cN\u00c3O VIM PARA C\u00c1 PARA TIRAR O P\u00c3O DOS PORTUGUESES\u201d Nutre especial predilec\u00e7\u00e3o pela m\u00fasica tradicional portuguesa. 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