{"id":767,"date":"2009-07-23T03:55:48","date_gmt":"2009-07-23T10:55:48","guid":{"rendered":"http:\/\/www.profelectro.info\/fm\/?p=767"},"modified":"2009-07-23T04:04:36","modified_gmt":"2009-07-23T11:04:36","slug":"martin-carthy-signs-of-life","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/2009\/07\/23\/martin-carthy-signs-of-life\/","title":{"rendered":"Martin Carthy &#8211; Signs of Life (conj.)"},"content":{"rendered":"<div style=\"text-align: center;margin: 12px;\"><script type=\"text\/javascript\"><!--\ngoogle_ad_client = \"pub-9853707030319137\";\ngoogle_alternate_color = \"FFFFFF\";\ngoogle_ad_width = 468;\ngoogle_ad_height = 60;\ngoogle_ad_format = \"468x60_as\";\ngoogle_ad_type = \"text_image\";\ngoogle_ad_channel =\"\";\ngoogle_color_border = \"#FFFFFF\";\ngoogle_color_link = \"\";\ngoogle_color_bg = \"#FFFFFF\";\ngoogle_color_text = \"\";\ngoogle_color_url = \"\";\ngoogle_ui_features = \"rc:0\";\n\/\/--><\/script>\n<script type=\"text\/javascript\"\n  src=\"http:\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/show_ads.js\">\n<\/script><\/div><p>05.02.1999<br \/>\nWorld<br \/>\nA Lua Sobre O Macaco<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2009\/07\/martincarthy_signsoflife.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2009\/07\/martincarthy_signsoflife.jpg\" alt=\"martincarthy_signsoflife\" title=\"martincarthy_signsoflife\" width=\"400\" height=\"400\" class=\"alignnone size-full wp-image-768\" srcset=\"https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2009\/07\/martincarthy_signsoflife.jpg 400w, https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2009\/07\/martincarthy_signsoflife-150x150.jpg 150w, https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2009\/07\/martincarthy_signsoflife-300x300.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px\" \/><\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/rapidshare.com\/files\/257931905\/Signsolife.part1.rar\" target=\"_blank\">LINK <\/a>(Parte 1)<br \/>\n<a href=\"http:\/\/rapidshare.com\/files\/257946105\/Signsolife.part2.rar\" target=\"_blank\">LINK <\/a>(Parte 2)<\/p>\n<p><object width=\"425\" height=\"344\"><param name=\"movie\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/tPwt1BjFI8g&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;\"><\/param><param name=\"allowFullScreen\" value=\"true\"><\/param><param name=\"allowscriptaccess\" value=\"always\"><\/param><embed src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/tPwt1BjFI8g&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;\" type=\"application\/x-shockwave-flash\" allowscriptaccess=\"always\" allowfullscreen=\"true\" width=\"425\" height=\"344\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p>Martin Carthy \u00e9 uma das lendas vivas da folk inglesa. Integrou dois dos grupos respons\u00e1veis pelo \u201cboom\u201d da m\u00fasica tradicional no seu pa\u00eds, os ortodoxos The Watersons e, mais tarde, os pioneiros do folk rock, Steeleye Span, mantendo ainda uma colabora\u00e7\u00e3o regular com o violinista e ex-Fairport Convention Dave Swarbrick, a par de uma j\u00e1 extensa discografia a solo que inclui \u00e1lbuns brilhantes como \u201cLandfall\u201d, \u201cBecause it\u2019s there\u201d, \u201cShearwater\u201d, \u201cSweet Wivelsfield\u201d, \u201cOut of the Cut\u201d e \u201cRight of Passage\u201d. \u201cSigns of Life\u201d, o seu mais recente trabalho a solo, re\u00fane uma s\u00e9rie de vers\u00f5es de can\u00e7\u00f5es que, segundo diz, o marcaram na \u00e9poca em que come\u00e7ou a manifestar o seu interesse pela folk.<br \/>\nComo sempre, a sua voz e a sua guitarra operam, por si s\u00f3, maravilhas, transformando temas como \u201cNew York mine disaster, 1945\u201d, dos Bee Gees, ou \u201cHeartbreak hotel\u201d (um dos primeiros 78 rota\u00e7\u00f5es que comprou, com o original de Elvis Presley, embora a autoria do tema se deva a Mae Hexton, m\u00e3e de Hoyt Axton) em baladas \u00e0s quais a sua voz inconfund\u00edvel imprime um cunho tradicional. O \u00e1lbum inclui ainda vers\u00f5es de um tema que Carthy j\u00e1 interpretara num dos seus discos de parceria com Dave Swarbrick, \u201cPrine Heathen\u201d, e \u201cSir Patrick Spens\u201d, que os Fairport Convention usaram em \u201cFull House\u201d, num registo diferente.<br \/>\nDestaque ainda para as ocasionais presta\u00e7\u00f5es, no violino, da sua filha, Eliza Carthy, num \u00e1lbum que refor\u00e7a ainda mais a posi\u00e7\u00e3o de Martin Carthy como um dos nomes cl\u00e1ssicos e, simultaneamente, mais inovadores) da m\u00fasica folk deste s\u00e9culo. (Topic, distri. Megam\u00fasica, 8.)<\/p>\n<p>Voltamos a encontrar Martin Carthy nos Brass Monkey, outro dos projectos em que esteve, desde o in\u00edcio, envolvido, participando nos dois primeiros \u00e1lbuns desta banda vocacionada para a interpreta\u00e7\u00e3o do report\u00f3rio tradicional ingl\u00eas em instrumentos de sopro: \u201cBras Monkey\u201d e \u201cSee how it Runs\u201d (reeditados em CD, num \u00fanico volume, \u201cThe Complete Brass Monkey\u201d), respectivamente de 1983 e 1986. Volvidos 13 anos, os Brass Monkey regressam com a mesma forma\u00e7\u00e3o, com John Kirkpatrick, no acorde\u00e3o e concertina, Howard Evans, no trompete, Richard Cheetham, no trombone, e Martin Brinsford, na percuss\u00e3o, e um novo \u00e1lbum que nada deve aos anteriores.<br \/>\nSe em \u201cSigns of Life\u201d \u00e9 uma certa discri\u00e7\u00e3o vocal de Carthy que sobressai, em \u201cSound &#038; Rumour\u201d destaca-se o lado mais \u00e9pico das suas vocaliza\u00e7\u00f5es, valorizadas pela nobreza dos metais e pelas \u201csqueeze boxes\u201d de Kirkpatrick. \u201cThe flash lad\u201d, \u201cAn acre of land\u201d, \u201cOld horse\u201d, \u201c\u201dThe roving journeyman\u201d, \u201cThe old Virginia lowlands\u201d e \u201cSoldier, soldier\/The flowers of Edimburgh\u201d s\u00e3o cl\u00e1ssicos instant\u00e2neos, apenas equipar\u00e1veis \u00e0 obra-prima \u201cAnthems in Eden\u201d, de Shirley and Dolly Collins. Como complemento dos temas vocalizados os Brass Monkey dedicam os \u201csets\u201d instrumentais ao levantamento e revitaliza\u00e7\u00e3o das velhas dan\u00e7as \u201cmorris\u201d, num trabalho pr\u00f3ximo dos primeiros \u00e1lbuns dos Albion Country Band.<br \/>\nEmpolgantes, sempre que Carthy interv\u00e9m, inventivos nos arranjos intrumentais, os Brass Monkey ressuscitaram inc\u00f3lumes da sua letargia. Ou, como referem na capa, de uma \u201canima\u00e7\u00e3o suspensa\u201d ou de um \u201ccongelamento criog\u00e9nico\u201d do qual sa\u00edram como se nunca tivessem estado verdeiramente ausentes. (Topic, distri. Megam\u00fasica, 9.)<\/p>\n<p>Agora ligados a uma multinacional, os Luar na Lubre prosseguem o seu caminho em direc\u00e7\u00e3o a um universalismo que lhes permita atingir, a curto prazo, um estatuto semelhante ao dos Milladoiro, como embaixadores da m\u00fasica tradicional da Galiza no mundo. \u201cPlenilunio\u201d pode ser o impulso decisivo, uma vez que o grupo soube tornar mais aberta e sofisticada a sua m\u00fasica sem sacrificar o essencial, a liga\u00e7\u00e3o criativa \u00e0s ra\u00edzes que caracteriza os \u00e1lbuns anteriores: \u201cO Son do Ar\u201d, \u201cBeira-Atl\u00e2ntica\u201d e \u201cAra Solis\u201d. \u201cO Son do Ar\u201d ressurge, ali\u00e1s, numa nova vers\u00e3o, no instrumental de abertura de \u201cPlenilunio\u201d, revelando de imediato uma mudan\u00e7a, em termos de sonoridade, na utiliza\u00e7\u00e3o da espacialidade, permitindo deste modo uma respira\u00e7\u00e3o mais ampla dos instrumentos.<br \/>\nBieito Romero continua a fazer soar a gaita-de-foles, a sanfona e o acorde\u00e3o diat\u00f3nico de forma superlativa, enquanto a voz de Rosa Cedron (que tamb\u00e9m toca violoncelo) se destaca como elemento preponderante, centrando em si o lado eventualmente mais cativante da m\u00fasica do grupo. Em \u201cOs Teus Ollos\u201d consegue mesmo ser tocante, num embalo de tristeza em que a simplicidade das palavras contrasta com a complexidade de uma orquestra\u00e7\u00e3o barroca : \u201cCando se pon a l\u00faa tras dos penedos, choran as estrelinas todas do ceo \/ Tem\u00e1n eu choro, tam\u00e9m eu choro, cando non me alumean eses teus ollos\u201d.<br \/>\n\u201cAo-Tea-Roa\u201d evoca o intimismo mel\u00f3dico dos Chieftans, de \u201cThe Chieftains 5\u201d, num modo de \u201cirlandiza\u00e7\u00e3o\u201d que, literalmente, explode em gl\u00f3ria em \u201cRoi xordo\u201d. Mas o mar e a claridade de um \u201cluar na lubre\u201d (\u201cLubre\u201d era o bosque sagrado onde os celtas celebravam os seus ritos) tudo banham em \u201cRonsel\u201d, um original de Bieito Romero, onde este demonstra por que \u00e9, hoje, um dos maiores executantes, na gaita-de-foles e na sanfona, da Galiza. \u201cCantiga de Falvan\u201d cruza a \u201cscooter\u201d dos Gwendal com os menestr\u00e9is Jethro Tull, a sanfona mergulha no mais profundo da Galiza medieval, em \u201cRomance de Bernardino e Sibelina\u201d, at\u00e9 o baile populat fazer valer os seus direitos no tema final, \u201cGalaecia\u201d. Depois de \u201cAra Solis\u201d, \u201cPlenilunio\u201d garante aos Luar na Lubre outro triunfo. (Warner Bros. distri. Warner Music, 9.)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>05.02.1999 World A Lua Sobre O Macaco LINK (Parte 1) LINK (Parte 2) Martin Carthy \u00e9 uma das lendas vivas da folk inglesa. 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