{"id":6618,"date":"2018-02-21T11:20:10","date_gmt":"2018-02-21T18:20:10","guid":{"rendered":"http:\/\/www.profelectro.info\/fm\/?p=6618"},"modified":"2018-02-21T11:20:10","modified_gmt":"2018-02-21T18:20:10","slug":"guimaraes-art-rock-a-arte-dos-dinossaurios-voadores-artigo-de-opiniao-concertos-festivais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/2018\/02\/21\/guimaraes-art-rock-a-arte-dos-dinossaurios-voadores-artigo-de-opiniao-concertos-festivais\/","title":{"rendered":"Guimar\u00e3es Art Rock &#8211; &#8220;A Arte Dos Dinoss\u00e1urios Voadores&#8221; (artigo de opini\u00e3o \/ concertos \/ festivais)"},"content":{"rendered":"<p>Y 13|JULHO|2001<br \/>\nescolhas|ao vivo<\/p>\n<p><strong><center>a arte dos dinoss\u00e1urios voadores<\/center><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: center;margin: 12px;\"><script type=\"text\/javascript\"><!--\ngoogle_ad_client = \"pub-9853707030319137\";\ngoogle_alternate_color = \"FFFFFF\";\ngoogle_ad_width = 234;\ngoogle_ad_height = 60;\ngoogle_ad_format = \"234x60_as\";\ngoogle_ad_type = \"text_image\";\ngoogle_ad_channel =\"\";\ngoogle_color_border = \"#FFFFFF\";\ngoogle_color_link = \"\";\ngoogle_color_bg = \"#FFFFFF\";\ngoogle_color_text = \"\";\ngoogle_color_url = \"\";\ngoogle_ui_features = \"rc:0\";\n\/\/--><\/script>\n<script type=\"text\/javascript\"\n  src=\"http:\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/show_ads.js\">\n<\/script><\/div><p><center><br \/>\n<a href=\"http:\/\/www.profelectro.info\/fm\/?attachment_id=6619\" rel=\"attachment wp-att-6619\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/gar.jpg\" alt=\"\" width=\"510\" height=\"300\" class=\"aligncenter size-full wp-image-6619\" srcset=\"https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/gar.jpg 510w, https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/gar-300x176.jpg 300w, https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/gar-100x59.jpg 100w\" sizes=\"auto, (max-width: 510px) 100vw, 510px\" \/><\/a><br \/>\n<\/center><\/p>\n<p>\u00c9 o primeiro festival realizado em Portugal de m\u00fasica progressiva. Chegou, talvez, um pouco tarde. Com 30 anos de atraso, mais ano, menos ano. Mas como mais vale tarde do que nunca e o g\u00e9nero, contra todas as expetativas e mortes anunciadas, resistiu todo este tempo, os fan\u00e1ticos do prog. t\u00eam motivos para se regozijar.<br \/>\n\tO termo \u201cprogressivo\u201d, generalizado a partir de 1969\/1970 e esteticamente relevante at\u00e9 1974, desapareceu do mapa, ou melhor dizendo, das capas das publica\u00e7\u00f5es musicais, em 1976, com a emerg\u00eancia do punk, para ressurgir no final dessa d\u00e9cada sob a nova designa\u00e7\u00e3o, \u201cart rock\u201d, atrav\u00e9s de bandas como Art Bears, Univers Zero, Art Zoyd, Etron Fou Leloublan, Conventum ou Aksak Maboul. Progressivos menos rom\u00e2nticos e mais pragm\u00e1ticos para quem o rock significava, como para os seus antepassados, esp\u00edrito de aventura e descoberta, mas j\u00e1 contaminado por outras linguagens como a m\u00fasica industrial, a m\u00fasica de c\u00e2mara, concreta, a \u00e9tnica, o jazz, o minimalismo, etc.<br \/>\n\tOs Birdsongs of the Mesozoic (na foto), principal banda em cartaz do \u201cGuimar\u00e3es Art Rock\u201d, pertencem a essa gera\u00e7\u00e3o que a editora Recommended ent\u00e3o albergou nas suas fileiras, reivindicando para elas o estatuto de vanguarda do novo rock, nos ant\u00edpodas dos \u201csinf\u00f3nicos\u201d tardios, como Boston, Rush ou Kansas, e dos bem intencionados, mas quase sempre indigentes, \u201cNeo progs\u201d, liderados pelos genesisianos Marillion. Movimento que nos EUA, al\u00e9m dos Birdsongs, tinha em bandas como The Muffins, However ou Happy The Man outros dos seus protagonistas.<br \/>\n\tFormados em 1980 por dois antigos membros dos Mission of Burma, entre os quais o pianista \u201clouco\u201d Roger Miller, o teclista Erik Lindgren e o teclista e percussionista Rick Scott, os Birdsongs of the Mesozoic, persistentemente ligados ao seu logotipo representando um pterod\u00e1ctilo (r\u00e9ptil voador pr\u00e9-hist\u00f3rico, do per\u00edodo Mesozoico), passaram por v\u00e1rias forma\u00e7\u00f5es at\u00e9 chegarem \u00e0 que tocar\u00e1 esta noite em Guimar\u00e3es, com Erik Lindgren (teclados), Ken Field (saxofone, teclados), Michael Bierylo (guitarras) e Rick Scott (teclados e percuss\u00e3o).<br \/>\n\tO som do grupo \u00e9 explosivo, combinando os teclados eletr\u00f3nicos e o piano de Lindgren com o fraseado abrasivo do sax de Ken Field. Rock, sem d\u00favida, ligado ao mesmo d\u00ednamo de energia at\u00f3mica de que se alimentavam os Van Der Graaf Generator e os franceses Magma. A discografia do grupo inclui \u201cSonic Geology\u201d (1988), recolhendo material anterior disperso por EPs, os indispens\u00e1veis \u201cFaultline\u201d (1989) e \u201cPyroclastics\u201d (1992), \u201cDancing on A\u2019AA\u201d (1995, mais barroco e trabalhado a pensar nos seus parentes do \u201cchamber rock\u201d\u2026), todos com selo Cuneiform e importa\u00e7\u00e3o nacional, e o mais recente, \u201cPetrophonics\u201d, editado no ano passado.<br \/>\n\tOs portugueses Forgotten Suns s\u00e3o a segunda banda a atuar hoje no \u201cGuimar\u00e3es Art Rock\u201d. A designa\u00e7\u00e3o indicia mais uma filia\u00e7\u00e3o nos Genesis (n\u00e3o o eram tamb\u00e9m os Tantra, da primeira gera\u00e7\u00e3o do Progressivo portugu\u00eas?), mas parece que alguma cr\u00edtica estrangeira recebeu com algum entusiasmo o \u00e1lbum de estreia deste grupo composto por Linx (voz), Jo\u00e3o Tiago (baixo), Ricardo Falc\u00e3o (guitarra), Miguel Valadares (teclados) e Nelson Caetano (bateria).<br \/>\n\tAmanh\u00e3, o \u201cGuimar\u00e3es Art Rock\u201d prop\u00f5e os Pain Salvation e The Flower Kings, ambos da Su\u00e9cia, e os portugueses The Symphonix. Pain Salvation \u2013 o \u201cpain\u201d n\u00e3o engana \u2013 praticam uma variante progressiva de heavy-metal. T\u00eam um novo \u00e1lbum, \u201cThe Perfect Element\u201d. J\u00e1 os The Flower Kings, cujo \u00e1lbum do ano passado tem por t\u00edtulo \u201cSpace Revolver\u201d, chegam aureolados com refer\u00eancias aos Yes, Genesis, Emerson, Lake &#038; Palmer e King Crimson. Revisionistas ou n\u00e3o, a ver vamos. Quanto aos The Symphonix, j\u00e1 com 10 anos de vida, tamb\u00e9m n\u00e3o enganam. O rock sinf\u00f3nico, revisto \u00e0 luz das velhas bandas cl\u00e1ssicas dos anos 70, \u00e9 a quinta onde vivem. J\u00e1 gravaram um CD e os EPs \u201cPsicoFantasia\u201d e \u201cUtopia\u201d. Nas suas apresenta\u00e7\u00f5es ao vivo costumam ser bastante teatrais.<\/p>\n<p><strong>FESTIVAL GUIMAR\u00c3ES ART ROCK<br \/>\nhoje: Forgotten Suns, Birdsongs of the Mesozoic<br \/>\namanh\u00e3: The Symphonix, Pain of Salvation, The Flower Kings<br \/>\nGuimar\u00e3es, campus da Universidade do Minho<br \/>\n\u00c0s 21h. Entrada livre.<\/strong><\/p>\n<p><center><br \/>\n<iframe loading=\"lazy\" width=\"560\" height=\"315\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/TOmwGmHT_tc\" frameborder=\"0\" allow=\"autoplay; encrypted-media\" allowfullscreen><\/iframe><br \/>\n<\/center><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Y 13|JULHO|2001 escolhas|ao vivo a arte dos dinoss\u00e1urios voadores \u00c9 o primeiro festival realizado em Portugal de m\u00fasica progressiva. Chegou, talvez, um pouco tarde. Com 30 anos de atraso, mais ano, menos ano. 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