{"id":6600,"date":"2018-02-14T06:08:52","date_gmt":"2018-02-14T13:08:52","guid":{"rendered":"http:\/\/www.profelectro.info\/fm\/?p=6600"},"modified":"2018-02-21T11:43:20","modified_gmt":"2018-02-21T18:43:20","slug":"tortoise-america-num-ringue-de-box-entrevista-artigo-de-opiniao-o-novo-som-de-chicago-pos-rock-lista-critica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/2018\/02\/14\/tortoise-america-num-ringue-de-box-entrevista-artigo-de-opiniao-o-novo-som-de-chicago-pos-rock-lista-critica\/","title":{"rendered":"Tortoise &#8211; &#8220;Am\u00e9rica Num Ringue De Box&#8221; (entrevista + artigo de opini\u00e3o + O Novo Som De Chicago &#8211; p\u00f3s-rock \/ lista \/ cr\u00edtica)"},"content":{"rendered":"<p>Y 16|FEVEREIRO|2001<br \/>\nm\u00fasica|capa<\/p>\n<p><strong>\u201cStandards\u201d, o novo \u00e1lbum dos Tortoise, encena a Am\u00e9rica como uma aberra\u00e7\u00e3o conceptual. Local de observa\u00e7\u00e3o: Chicago. Para agitar a bandeira do \u201cday after\u201d. Das elei\u00e7\u00f5es presidenciais e do p\u00f3s-rock.<br \/>\n<center><br \/>\nAm\u00e9rica num ringue de box<br \/>\n<\/center><\/strong><\/p>\n<p><center><br \/>\n<a href=\"http:\/\/www.profelectro.info\/fm\/?attachment_id=6602\" rel=\"attachment wp-att-6602\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/t.jpg\" alt=\"\" width=\"225\" height=\"225\" class=\"aligncenter size-full wp-image-6602\" srcset=\"https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/t.jpg 225w, https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/t-150x150.jpg 150w, https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/t-100x100.jpg 100w\" sizes=\"auto, (max-width: 225px) 100vw, 225px\" \/><\/a><br \/>\n<\/center><\/p>\n<p>A hist\u00f3ria dos Tortoise \u00e9 a hist\u00f3ria de um grupo em permanente ebuli\u00e7\u00e3o. Se em \u201cMillions now Living Will never Die\u201d, por muitos considerado uma das obras-primas do p\u00f3s-rock, r\u00f3tulo que eles pr\u00f3prios ajudaram a criar, com a convic\u00e7\u00e3o \u00edntima de que o rock era algo de insuficiente, at\u00e9 ao novo \u201cStandards\u201d, passando pelo \u201cpuzzle\u201d eternamente insol\u00favel que \u00e9 \u201cTNT\u201d, os Tortoise t\u00eam questionado e posto \u00e0 prova conceitos como os de improvisa\u00e7\u00e3o e m\u00fasica program\u00e1tica, \u201clive electronics\u201d e alquimia de computa\u00e7\u00e3o, s\u00edntese e cita\u00e7\u00e3o, entrando finalmente, e como uma intui\u00e7\u00e3o, nos dom\u00ednios da ideologia.<br \/>\n\t\u201cStandards\u201d surge pouco tempo depois e ainda mal refeito da grande confus\u00e3o eleitoral dos EUA p\u00f3s-Clinton. A capa mostra uma bandeira americana deformada por interfer\u00eancias v\u00eddeo e o t\u00edtulo deixa espa\u00e7o em aberto para diversas interpreta\u00e7\u00f5es. Os modelos do \u201camerican way of life\u201d, dissecados por disserta\u00e7\u00f5es instrumentais abstratas, constituem desde logo um enigma que convoca ainda a mem\u00f3ria dos standards da m\u00fasica de jazz, sem que seja poss\u00edvel adivinhar onde se situa exatamente o alvo. Doug McCombs, baixista do grupo, \u00e9 taxativo: \u201cGore ou Bush? Sinto que nenhum deles vem trazer algo de grandioso \u00e0 Am\u00e9rica\u2026\u201d.<br \/>\n\tChicago, cidade onde toda esta trama se desenrola e pela qual os Tortoise se dizem afetados, tem sido de h\u00e1 muito sede de m\u00faltiplas concentra\u00e7\u00f5es art\u00edsticas. Em Chicago a m\u00fasica ferve. Os \u201cblues\u201d de larga tradi\u00e7\u00e3o, o grande templo jazz da Association for the Advancement of Creative Musicians (AACM) criado nos anos 60 e ber\u00e7o dos Art Ensemble of Chicago, o boom hardcore de bandas como os Naked Raygun ou Big Black, nos anos 80, e a insurrei\u00e7\u00e3o do p\u00f3s-rock despoletada em meados da d\u00e9cada passada, fizeram e fazem desta metr\u00f3pole um forno de criatividade.<br \/>\n\tN\u00e3o admira ent\u00e3o que na m\u00fasica dos Tortoise se sinta a pulsa\u00e7\u00e3o da fervilhante Chicago, onde tudo \u00e9 poss\u00edvel l\u00edcito e realiz\u00e1vel. Se \u201cMillions now Living\u2026\u201d era o \u201cday after\u201d do rock e \u201cTNT\u201d a introspe\u00e7\u00e3o esquizoide de jovens intelectuais barricados no est\u00fadio, \u201cStandards\u201d desfere um soco nas expetativas. Os Tortoise assumem-se nesta sua nova fase como um grupo de rock que no rock descobriu que a porta de sa\u00edda pode ser, no fim de contas, tamb\u00e9m porta de entrada para o desconhecido. \u201cStandards\u201d transborda de energia, n\u00e3o se envergonha de lan\u00e7ar para a mesa de mistura o espancamento de riffs de guitarra e usa o est\u00fadio como substituto virtual das tradicionais desbundas de garagem. Em vez do manifesto de \u201cMillions\u2026\u201d e da filigrana jazz\/minimal de \u201cTNT\u201d, h\u00e1 agora blocos de magma sonoro e ideias em confronto num ringue de box. Ser\u00e3o afinal os Tortoise, como insinuou o seu guitarrista, Jeff Parker, em entrevista ao \u201cY\u201d, uma banda punk?<\/p>\n<div style=\"text-align: center;margin: 12px;\"><script type=\"text\/javascript\"><!--\ngoogle_ad_client = \"pub-9853707030319137\";\ngoogle_alternate_color = \"FFFFFF\";\ngoogle_ad_width = 336;\ngoogle_ad_height = 280;\ngoogle_ad_format = \"336x280_as\";\ngoogle_ad_type = \"text_image\";\ngoogle_ad_channel =\"\";\ngoogle_color_border = \"#FFFFFF\";\ngoogle_color_link = \"\";\ngoogle_color_bg = \"#FFFFFF\";\ngoogle_color_text = \"\";\ngoogle_color_url = \"\";\ngoogle_ui_features = \"rc:0\";\n\/\/--><\/script>\n<script type=\"text\/javascript\"\n  src=\"http:\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/show_ads.js\">\n<\/script><\/div><p><center><br \/>\n<iframe loading=\"lazy\" width=\"560\" height=\"315\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/Io0alftp-Cs\" frameborder=\"0\" allow=\"autoplay; encrypted-media\" allowfullscreen><\/iframe><br \/>\n<\/center><\/p>\n<p><strong>A EXISTIR UM CONCEITO, SERIA<br \/>\nUNICAMENTE O DE TORNAR A NOSSA M\u00daSICA<br \/>\nMAIS \u00c1SPERA, MAIS<br \/>\nDISTORCIDA E MAIS ALTA,<br \/>\nCOM CAN\u00c7\u00d5ES MAIS DENSAS E CURTAS. MAIS ROCK, NO FUNDO\u2026 LEMBRO-ME DE DOUG MCCOMBS DIZER UMA VEZ QUE<br \/>\nJ\u00c1 ERA ALTURA<br \/>\nDE FAZERMOS UM DISCO PUNK<\/p>\n<p><center><br \/>\nExplode rock<br \/>\n<\/center><\/strong><\/p>\n<p>Jeff Parker, guitarrista dos Tortoise, explicou a Y as diferen\u00e7as entre \u201cTNT\u201d e \u201cStandards\u201d, frisando as ambiguidades do conceito, em contraste, com a evid\u00eancia e o poder exclamativos dos sons. Adeus p\u00f3s-rock, bem vindo, rock \u2018n\u2019 rol. S\u00f3 que nos Tortoise, nem tudo o que parece, \u00e9.<br \/>\n\tAo contr\u00e1rio do anterior \u201cTNT\u201d, o novo \u00e1lbum soa mais unificado e compacto. Seguiram uma estrat\u00e9gia de trabalho diferente?<br \/>\n\tDesta vez fizemos um esfor\u00e7o consciente para soarmos mais rudes e para tocarmos juntos ao mesmo tempo, uma vez que em \u201cTNT\u201d n\u00e3o tivemos meios para o fazer. Us\u00e1mos para este \u00e1lbum, pela primeira vez, o est\u00fadio Soma mas embora o \u201cediting\u201d continue a ser parte importante das grava\u00e7\u00f5es, foi-o menos em \u201cStandards\u201d do que em \u201cTNT\u201d. Quando fizemos as misturas claro que us\u00e1mos o est\u00fadio exaustivamente, mas com mais subtileza do que no disco anterior.<br \/>\n\tPode definir essa \u201csubtileza\u201d?<br \/>\n\tDigamos que as can\u00e7\u00f5es sofreram menos tratamentos. Deix\u00e1mo-las respirar. O est\u00fadio continua a ser um instrumento como qualquer outro mas, em compara\u00e7\u00e3o com \u201cTNT\u201d, a sua utiliza\u00e7\u00e3o torna-se menos \u00f3bvia.<br \/>\n\tEm que doses se misturam o rock e o jazz no novo som dos Tortoise?<br \/>\n\t\u00c9 mais rock do que qualquer dos outros \u00e1lbuns\u2026 H\u00e1 pessoas que n\u00e3o gostaram de \u201cTNT\u201d e dizem adorar \u201cStandards\u201d e pessoas que ao ouvirem o novo \u00e1lbum ficam desiludidas por n\u00e3o soar como \u201cTNT\u201d.<br \/>\n\tN\u00e3o existe qualquer elo com a tradi\u00e7\u00e3o jazz da AACM (ver texto ao lado)?<br \/>\n\tBem, adoro jazz e tenho um background mais jazzy do que qualquer outro dos m\u00fasicos do grupo, mas penso que, a existir uma liga\u00e7\u00e3o, ela \u00e9 sobretudo espiritual, uma influ\u00eancia indireta, mais do que a incorpora\u00e7\u00e3o na nossa m\u00fasica de elementos concretos de jazz. Estruturamos o som de uma maneira abstrata.<br \/>\n\t\u201cStandards\u201d \u00e9 um t\u00edtulo enigm\u00e1tico. Com que inten\u00e7\u00e3o o escolheram?<br \/>\n\tDepende do que se entender por \u201cstandard\u201d. \u00c9 um termo amb\u00edguo, com uma quantidade de significados. Pode ser a bandeira da capa, pode ser um presidente, pode ser algo pelo qual lutamos e pode ser uma can\u00e7\u00e3o\u2026 A m\u00fasica acaba por ser um reflexo das nossas viv\u00eancias, do modo com observamos o mundo. Mas a existir um conceito, seria unicamente o de tornar a nossa m\u00fasica mais \u00e1spera, mais distorcida e mais alta, com can\u00e7\u00f5es mais densas e curtas. Mais rock, no fundo\u2026 Lembro-me de Doug McCombs dizer uma vez que j\u00e1 era altura de fazermos um disco punk! [risos]<br \/>\n\tO tema \u201cBlackjack\u201d \u00e9 bastante diferente do resto do \u00e1lbum, soando quase como uma banda sonora de Morricone para um \u201cwestern spaghetti\u201d\u2026<br \/>\n\t\u00c9 um dos meus temas favoritos. A m\u00fasica de filmes \u00e9 algo que todos n\u00f3s apreciamos, o que acaba por se traduzir em mais uma faceta do grupo. Mas h\u00e1 outras que, de uma maneira ou outra, refletem os gostos de cada um de n\u00f3s. Eu posso falar nos Gang Starr ou em Art Blakey\u2026<br \/>\n\tUma pergunta que se tornou horr\u00edvel fazer: o termo p\u00f3s-rock ainda faz algum sentido para os Tortoise?<br \/>\n\tFoi algo que nunca assumimos. Se algu\u00e9m nos quer colar esse r\u00f3tulo, tudo bem\u2026 Mas o termo \u00e9 t\u00e3o lato que pode abranger bandas tao diferentes como os Isotope 217\u00ba, Him, Trans AM ou os Labradford, dos quais gosto especialmente. Acontece que existem problemas de comunica\u00e7\u00e3o, de distribui\u00e7\u00e3o e de marketing, cujos interesses se acabam por sobrepor \u00e0 m\u00fasica.<br \/>\n\tJ\u00e1 que estamos a falar nisso, tem alguma lista pessoal de \u201cstandards\u201d?<br \/>\n\t\u201cYou go to my head\u201d, de Billie Holiday, e dois \u00e1lbuns, \u201cLive at Plugged Nickel\u201d, de Miles Davis, e \u201cTejas\u201d, dos Z Z Top.<\/p>\n<p><center><br \/>\n<strong>O novo som de Chicago<\/strong><br \/>\n<\/center><br \/>\n<strong>CHICAGO UNDERGROUND<br \/>\nSynesthesia<\/strong><\/p>\n<p>Guarda avan\u00e7ada do novo jazz, os Chicago Underground Duo movem-se entre as coordenadas da eletr\u00f3nica, do p\u00f3s-rock e do free-jazz, dilu\u00eddas numa m\u00fasica sem fronteiras tao (des)alinhada com os Supersilent, Miles Davis e Don Cherry, como com Sun Ra, Conrad Schnitzler, em zonas ambientais de resson\u00e2ncias c\u00f3smicas.<\/p>\n<p><strong>GASTR DEL SOL<br \/>\nUpgrade &#038; Afterlife<\/strong><\/p>\n<p>\u201cCamoufleur\u201d poder\u00e1 ser o \u00e1lbum da ilumina\u00e7\u00e3o, mas \u201cUpgrade &#038; Afterlife\u201d \u00e9 aquele que mais longe transporta a candeia dos Faust pelas grutas do inexplorado. Com John Fahey a servir de guia \u00e0 guitarra e Tony Conrad e LaMonte Young a ensinarem que pode ser necess\u00e1rio todo o tempo do mundo at\u00e9 se descobrir que da repeti\u00e7\u00e3o pode nascer a luz.<\/p>\n<p><strong>ISOTOPE 217\u00ba<br \/>\nThe Unstable Molecule<\/strong><\/p>\n<p>O jazz rock psicad\u00e9lico e indolente dos jardineiros de Canterbury pode n\u00e3o fazer parte das suas conjeturas, mas a verdade \u00e9 que os Isotope 217\u00ba redescobriram o mesmo sentido de melodia, a afeta\u00e7\u00e3o diletante e o gosto pela transgress\u00e3o dos c\u00e2nones, dos National Health, Hatfield and the North, Nucleus ou Isotope, numa m\u00fasica onde o jazz e a eletr\u00f3nica correm com um swing quase infantil. E o fraseado \u201ccool\u201d do trompete e do trombone enviam \u201cThe Unstable Molecule\u201d para as mem\u00f3rias de Miles Davis de \u201cThe Silent Way\u201d.<\/p>\n<p><strong>JIM O\u2019ROURKE<br \/>\nBad Timing<\/strong><\/p>\n<p>Um dos gurus de Chicago, em plena fase de transi\u00e7\u00e3o do hermetismo \u201cfaustiano\u201d dos primeiros \u00e1lbuns para a pop falsamente inocente e por muitos odiada do posterior \u201cEureka!\u201d. H\u00e1 melodias, como estas, que nascem tristes e doentes. Como as de Robert Wyatt.<\/p>\n<p><strong>ROME<br \/>\nRome<\/strong><\/p>\n<p>Cada audi\u00e7\u00e3o revela uma esquina diferente dos v\u00e1rios caminhos trilhados por esta banda da primeira gera\u00e7\u00e3o do p\u00f3s-rock. Com \u00eanfase no ru\u00eddo, na eletr\u00f3nica visceral e num tribalismo electro que evoca as velhas invoca\u00e7\u00f5es a um dem\u00f3nio sem nome da velha guarda da editora ESP.<\/p>\n<p><strong>STEPHEN PRINA<br \/>\nPush Comes to Love<\/strong><\/p>\n<p>Antes dos The Sea and Cake dizerem \u201csim\u201d em franc\u00eas, j\u00e1 Stephen Prina, dos The Red Krayola, introduzira o Ver\u00e3o e a delicadeza fon\u00e9tica num \u00e1lbum de can\u00e7\u00f5es com a textura de nuvens que tanto carregam a chuva de um ch\u00e1 das cinco em Canterbury como d\u00e3o a m\u00e3o \u00e0 garota de uma imagin\u00e1ria Ipanema. Com a m\u00fasica das palavras a conduzir a dan\u00e7a.<\/p>\n<p><strong>TORTOISE<br \/>\nMillions now Living Will never Die<\/strong><\/p>\n<p>O \u00e1lbum que deu credibilidade a uma inven\u00e7\u00e3o, o p\u00f3s-rock, que outros arrastaram pelas ruas do t\u00e9dio e da amargura. O experimentalismo e a ousadia num \u00e1lbum de eletr\u00f3nica em estados de alerta, sem fronteiras que n\u00e3o as da pr\u00f3pria m\u00fasica. \u201cMillions\u201d entrou para o grupo dos \u201cque nunca morrem\u201d e fez de novo Chicago o centro do mundo.<\/p>\n<p><strong>VANDERMARK 5<br \/>\nTarget or Flag<\/strong><\/p>\n<p>Hoje aclamado como um dos maiores saxofonistas da nova gera\u00e7\u00e3o, Ken Vandermark cultiva a musculatura e o fraseado sem papas na l\u00edngua, aqui num projeto que n\u00e3o desdenha o rock sem as c\u00e2maras de magia da est\u00e9tica da editora Recommended.<\/p>\n<p><strong>E ainda:<\/p>\n<p>AERIAL M Post-Global Music<br \/>\nBOBBY COM Rise Up!<br \/>\nBROKEBACK Field Recordings from the Cook Country Water Table<br \/>\nCUL DE SAC Crushes to Light, Minutes to its Fall<br \/>\nELEVENTH DREAM DAY Eight<br \/>\nTHE FOR CARNATION The For Carnation<br \/>\nFREAKWATER End Time<br \/>\nJOHN MCENTIRE Reach the Rock<br \/>\nTHE LONESOME ORGANIST Cavalcade<br \/>\nSAM PREKOP Sam Prekop<br \/>\nSLINT Spiderland<br \/>\nTHE SEA AND CAKE Oui<br \/>\nTOWN &#038; COUNTRY Decoration Day<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Y 16|FEVEREIRO|2001 m\u00fasica|capa \u201cStandards\u201d, o novo \u00e1lbum dos Tortoise, encena a Am\u00e9rica como uma aberra\u00e7\u00e3o conceptual. 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