{"id":602,"date":"2009-06-18T02:23:21","date_gmt":"2009-06-18T09:23:21","guid":{"rendered":"http:\/\/www.profelectro.info\/fm\/?p=602"},"modified":"2009-06-23T08:40:41","modified_gmt":"2009-06-23T15:40:41","slug":"bert-jansch-crimson-moon","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/2009\/06\/18\/bert-jansch-crimson-moon\/","title":{"rendered":"Bert Jansch &#8211; Crimson Moon (conj.)"},"content":{"rendered":"<div style=\"text-align: center;margin: 12px;\"><script type=\"text\/javascript\"><!--\ngoogle_ad_client = \"pub-9853707030319137\";\ngoogle_alternate_color = \"FFFFFF\";\ngoogle_ad_width = 468;\ngoogle_ad_height = 60;\ngoogle_ad_format = \"468x60_as\";\ngoogle_ad_type = \"text_image\";\ngoogle_ad_channel =\"\";\ngoogle_color_border = \"#FFFFFF\";\ngoogle_color_link = \"\";\ngoogle_color_bg = \"#FFFFFF\";\ngoogle_color_text = \"\";\ngoogle_color_url = \"\";\ngoogle_ui_features = \"rc:0\";\n\/\/--><\/script>\n<script type=\"text\/javascript\"\n  src=\"http:\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/show_ads.js\">\n<\/script><\/div><p>06.10.2000<br \/>\nFolk<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2009\/06\/bertjansch_crimsonmoon.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2009\/06\/bertjansch_crimsonmoon.jpg\" alt=\"bertjansch_crimsonmoon\" title=\"bertjansch_crimsonmoon\" width=\"170\" height=\"170\" class=\"alignnone size-full wp-image-603\" srcset=\"https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2009\/06\/bertjansch_crimsonmoon.jpg 170w, https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2009\/06\/bertjansch_crimsonmoon-150x150.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 170px) 100vw, 170px\" \/><\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/hotfile.com\/dl\/6927386\/8ab65da\/Bert_Jansch-L.A._Turnaround-_Remastered_-2009-ONe.rar.html\" target=\"_blank\">LINK<\/a> (L.A. Turnaround &#8211; 2009)<\/p>\n<p>Bert Jansch, ex-Pentangle e figura importante da folk inglesa (Jimmy Page e Neil Young reconhecem a sua influ\u00eancia), regressa, cinco anos depois do magn\u00edfico \u201cWhen the Circus Comes to Town\u201d com \u201cCrimson Moon\u201d. Can\u00e7\u00f5es que passam pelo ponto em que os blues e a folk inglesa rural se tocam, dentro de um esp\u00edrito mais baladeiro e \u201csixties\u201d do que o \u00e1lbum anterior. A voz tamb\u00e9m j\u00e1 conheceu melhores dias, mas o estilo e a classe na guitarra est\u00e3o intactos neste simp\u00e1tico caderno para o qual foram convidados Bernard Butler, dos Suede, e Johnny Marr, ex-Smiths. E em \u201cDownunder\u201d quase s\u00f3 falta a voz de Jacqui McShee para se ouvir os Pentangle, enquanto \u201cOctober Song\u201d evoca os mesmos acordes medievais de outro dos seus antigos companheiros no grupo, John Renbourn (castle Music, distri. Som Livre, 6\/10).<\/p>\n<p>Carlos Nunez tamb\u00e9m est\u00e1 de volta. A superestrela da gaita-de-foles passou a assinar grande parte dos temas e o resultado \u00e9 desastroso. Em \u201cMayo Longo\u201d o popular tornou-se popularucho. Depois de Dulce Pontes, a cantora portuguesa escolhida foi desta feita Anabela. O galego gostou tanto dela que a convidou para cantar nos seus concertos em regime permanente. Sharon Shannon, Liam O\u2019Flynn, Don\u00e1l Lunny, o coitado do Ronnie Drew (dos Dubliners) que j\u00e1 n\u00e3o tem idade para estes disparates, e Dan Ar Braz (acompanhado pela sua \u201centourage\u201d L\u2019Heritage d\u00eas Celtes no tema final) s\u00e3o os nomes folk convidados mais sonates. Participam ainda Liam O\u2019Maonlai, dos Hothouse Flowers, Hector Zazou e outro portugu\u00eas, Guilherme In\u00eas, que faz companhia, no piano, a Anabela, no t\u00edtulo tema. Capaxz do \u201cmelhor\u201d, aqui apenas com nota \u201csuficiente\u201d, nos registos mais tradicionais, e do pior, no escabroso \u201cthe moon says hello\u201d, vocalizado por Roger Hodgson, ex-Supertramp, ou nuns \u201cAstros, fuentes y flores\u201d, capazes delevarem Anabela de novo \u00e0 Eurovis\u00e3o, Carlos Nunez est\u00e1 a merecer levar um correctivo. Um disco para esquecer (Ed. e distri., BMG, 3\/10).<\/p>\n<p>Os escoceses Ceolbeg, pelo contr\u00e1rio, est\u00e3o cada vez melhores (pelo menos em disco, j\u00e1 que ao vivo as suas actua\u00e7\u00f5es deixam algo a desejar\u2026). O lado rockeiro dos primeiros \u00e1lbuns praticamente desapareceu e os desempenhos no novo \u201cCairn Water\u201d, nos dois extremos da paleta r\u00edtmica, de Gary West, na gaita-de-foles, e Wendy Stewart, na harpa c\u00e9ltica, s\u00e3o um deleite. At\u00e9 mesmo a vers\u00e3o de \u201cTo each and everyone of you\u201d, de Gerry Rafferty, que no Interc\u00e9ltico do Porto deste ano soou desconchavado e fora de contexto, surge aqui como a pequena j\u00f3ia da folk contempor\u00e2nea que na realidade \u00e9. A continuarem assim, os Ceolbeg arriscam-se a entrar para o clube selecto dos cl\u00e1ssicos (Greentrax, distri. MC-Mundo da Can\u00e7\u00e3o, 8\/10).<\/p>\n<p>Pela primeira vez dispon\u00edvel em CD, al\u00e9m de mais em edi\u00e7\u00e3o remasterizada, est\u00e1 \u201cTender Hooks\u201d (1978) de Gay and Terry Woods, um exemplar representativo da fase tardia do folk rock ingl\u00eas dos anos 70. Terry Woods fez parte dos Sweeney\u2019s Men (aos quais tamb\u00e9m pertencia Andy Irvine, que se notabilizaria nos Planxty) antes de integrar a primeira forma\u00e7\u00e3o dos Steeleye Span, grupo com o qual ele e Gay Woods gravaram o \u00e1lbum de estreia \u201cHark! The Village Wait\u201d. Gay regressaria aos Steeleye Span quase 30 anos depois, formando com Maddy Prior a dupla de vozes femininas do grupo. Antes deste \u201cTender Hooks\u201d, Terry e Gay j\u00e1 tinham assinado o cl\u00e1ssico do folk rock \u201cThe Woods Band\u201d, do colectivo com o mesmo nome. \u201cTender Hooks\u201d conta com a colabora\u00e7\u00e3o de Kate McGarrigle e Pat Donaldson (ex-Fotheringay, de Sandy Denny) e poder\u00e1 ser um \u201cmust\u201d para os apreciadores de baladas com um leve sabor americanizado. Era uma \u00e9poca dif\u00edcil para a folk inglesa e \u201cTender Hokks\u201d reflecte a hesita\u00e7\u00e3o quanto ao caminho a seguir. Em \u201cI won\u2019t belive it\u201d o saxofone soa aos Roxy Music\u2026 (Cooking Vinyl, distri. Megam\u00fasica, 6\/10).<\/p>\n<p>Ajoelhem aos p\u00e9s dos Oskorri, no trono da m\u00fasica tradicional do Pa\u00eds Basco h\u00e1 mais de meio s\u00e9culo. \u201cUra\u201d, o m\u00e9is recente cap\u00edtulo de uma discografia extensa e quase sempre brilhante, \u00e9 um daqueles trabalhos imbu\u00eddos e uma dignidade inquestion\u00e1vel e a continua\u00e7\u00e3o sustentada de toda uma obra com alicerces s\u00f3lidos. Uma entre v\u00e1rias etapas fundamentais de um percurso que n\u00e3o admite quebras nem desfalecimentos, mas que a cada novo avan\u00e7o parece descobrir novas delicadezas e uma ternura imposs\u00edveis de descrever. Quem j\u00e1 conhece a m\u00fasica tradicional desta regi\u00e3o, atrav\u00e9s de anteriores trabalhos dos Oskorri ou da descoberta recente dos Hiru Truku, saber\u00e1 reconhecer os tesouros contidos em \u201cUra\u201d. E, como acontece com as institui\u00e7\u00f5es, os Oskorri atraem gente ilustre. Aqui os convidados de alto gabarito d\u00e3o pelos nomes de Glen Velez, Ivo Pasov (o clarinetista b\u00falgaro mais r\u00e1pido que a pr\u00f3pria sombra) e Kepa Junkera (o acordeonista basco com dez dedos em cada m\u00e3o) (Elkaranean, distri. Farol, 8\/10).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>06.10.2000 Folk LINK (L.A. Turnaround &#8211; 2009) Bert Jansch, ex-Pentangle e figura importante da folk inglesa (Jimmy Page e Neil Young reconhecem a sua influ\u00eancia), regressa, cinco anos depois do magn\u00edfico \u201cWhen the Circus Comes to Town\u201d com \u201cCrimson Moon\u201d. 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