{"id":50,"date":"2009-02-28T11:41:35","date_gmt":"2009-02-28T18:41:35","guid":{"rendered":"http:\/\/www.profelectro.info\/fm\/?p=50"},"modified":"2017-04-24T10:02:04","modified_gmt":"2017-04-24T17:02:04","slug":"varios-the-beat-scene-conj","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/2009\/02\/28\/varios-the-beat-scene-conj\/","title":{"rendered":"V\u00e1rios &#8211; The Beat Scene (conj.)"},"content":{"rendered":"<div style=\"text-align: center;margin: 12px;\"><script type=\"text\/javascript\"><!--\ngoogle_ad_client = \"pub-9853707030319137\";\ngoogle_alternate_color = \"FFFFFF\";\ngoogle_ad_width = 300;\ngoogle_ad_height = 250;\ngoogle_ad_format = \"300x250_as\";\ngoogle_ad_type = \"text_image\";\ngoogle_ad_channel =\"\";\ngoogle_color_border = \"#FFFFFF\";\ngoogle_color_link = \"\";\ngoogle_color_bg = \"#FFFFFF\";\ngoogle_color_text = \"\";\ngoogle_color_url = \"\";\ngoogle_ui_features = \"rc:0\";\n\/\/--><\/script>\n<script type=\"text\/javascript\"\n  src=\"http:\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/show_ads.js\">\n<\/script><\/div><p>05.02.1999<br \/>\nReedi\u00e7\u00f5es<br \/>\nV\u00e1rios<br \/>\nThe Beat Scene (8)<br \/>\nThe R&#038;B Scene (8)<br \/>\nThe Psychedelic Scene (8)<br \/>\nDeram, distri. Polygram<\/p>\n<p><center><br \/>\n<a href=\"http:\/\/www.profelectro.info\/fm\/?attachment_id=5839\" rel=\"attachment wp-att-5839\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2009\/02\/beat.jpg\" alt=\"beat\" width=\"455\" height=\"457\" class=\"aligncenter size-full wp-image-5839\" srcset=\"https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2009\/02\/beat.jpg 455w, https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2009\/02\/beat-150x150.jpg 150w, https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2009\/02\/beat-300x301.jpg 300w, https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2009\/02\/beat-100x100.jpg 100w\" sizes=\"auto, (max-width: 455px) 100vw, 455px\" \/><\/a><br \/>\n<\/center><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/rapidshare.de\/files\/9500715\/ls.part1.rar\" target=\"_blank\">LINK<\/a><br \/>\npwd: posted_first_at_chocoreve<\/p>\n<p>Os tr\u00eas volumes agora editados, compilando material original da Decca recolhido entre 1963 e 1969, tra\u00e7am um panorama geral da chamada \u201cswinging London2 dos anos 60, dividindo-se em tr\u00eas correntes distintas que marcaram esses anos de ouro da capital inglesa. As vers\u00f5es originais de todo este material encontram-se dispersas em singles, alguns deles praticamente imposs\u00edveis hoje de encontrar.<br \/>\n\u201cThe Beat Scene\u201d re\u00fane 25 nomes que entre 1963 e 1966 contribu\u00edram para instituir uma m\u00fasica (e uma moda) que teve nos Beatles os seus principais cultores. Londres, principalmente, mas tamb\u00e9m Liverpool, Birmingham e Glasgow foram ber\u00e7o de bandas vol\u00e1teis cuja exist\u00eancia se perdeu nos arquivos do tempo mas onde \u00e9 poss\u00edvel encontrar vest\u00edgios da magia que permeou toda a \u00e9poca.<br \/>\nThe Game, The Mighty Avengers, Shel Naylor (a par de Rick &#038; Sandy, um dos nomes que nem sequer vem nas p\u00e1ginas da muito completa enciclop\u00e9dia de m\u00fasica brit\u00e2nica dos anos 60 e 70, \u201cThe Tapestry of Delights\u201d), The Beat Chics, Tierney Fugitives ou The Hi Numbers participam com exemplos dignos de um movimento que misturava o rock\u2019n\u2019roll com a m\u00fasica negra americana, temperada com a excenticidade e os acentos vocais tipicamente brit\u00e2nicos.<br \/>\nAo lado destes desconhecidos encontram-se Joe Cocker, com um tema de Lennon e McCartney, \u201cI\u2019ll cry instead\u201d, a loura Lulu e os seus Luvvers, The Pete Best Four, formados pelo primeiro baterista dos Beatles, Brian Poole and the Tremeloes e os Rockin\u2019 Berries. Num disco que vale como manifesto de uma sonoridade global, marcada por imita\u00e7\u00f5es dos Beatles, guitarras artesanalmente amplificadas e falsetos vocais para todos os gostos, destacam-se, pela diferen\u00e7a, as orquestra\u00e7\u00f5es e o violoncelo que ilustram \u201cI was only playing games\u201d, dos Unit 4 + 2.<br \/>\nEngra\u00e7ado ser\u00e1 ainda rebuscar nas forma\u00e7\u00f5es de algumas destas bandas para encontrar nomes (Jon Anderson, dos Yes, por exemplo&#8230;) que viriam a despontar no futuro em contextos musicais completamente diferentes da m\u00fasica beat.<br \/>\nEm paralelo com a cena beat tamb\u00e9m as sonoridades mais soul do rhythm \u2018n\u2019 blues, mistura de rock \u2018n\u2019 roll e blues, agitavam ent\u00e3o a cena musical londrina. Mais do que os grupos beat, as forma\u00e7\u00f5es de r&#038;b pautavam-se pela energia e pelo calor interpretativo, introduzindo a harm\u00f3nica ou os sopros em temas, nalguns casos irresist\u00edveis, como \u201cDon\u00b4t gimme no lip, child\u201d, de Dave Berry, ou \u201cBabe I\u00b4m Gonna leave you\u201d, dos The Plebs.<br \/>\nUma vez mais desconhecidos como Cops \u2018n\u2019 Robbers, The Frays, The Beazers, Steve Aldo e Paul\u2019s Disciples alinham ao lado de nomes mais fortes como Graham Bond Organisation, David Jones (isto \u00e9, David Bowie) &#038; The King Bees, Zoot Money, John Mayall, Rod Stewart. Retire-se de um todo eminentemente dan\u00e7\u00e1vel o tom \u201ccool\u201d e completamente \u00e0 margem dos misteriosos The Hipster Image, com um \u201cCan\u00b4t let her go\u201d no limite do psicadelismo.<br \/>\nSobretudo centrado no ano do \u201cVer\u00e3o do Amor\u201d de 1967, a cena psicad\u00e9lica infiltrou-se, praticamente, em todas as bandas inglesas da \u00e9poca, atrav\u00e9s de uma m\u00fasica cujo diletantismo e tom mais liter\u00e1rio contastava com a maior viol\u00eancia e desregramento das \u201cacid-jams\u201d praticadas pelos psicad\u00e9licos do outro lado do Atl\u00e2ntico (Grateful Dead, Jefferson Airplane, Quicksilver Messenger Service, etc.).<br \/>\nBeatles, Rolling Stones, Status Quo, Small Faces, The Who, Pretty Things, Procol Harum, entre muitos outros grupos, tiveram todos o seu \u201cdisco psicad\u00e9lico\u201d. \u201cPsicad\u00e9lico\u201d era sin\u00f3nimo da jun\u00e7\u00e3o da m\u00fasica com o LSD, ou, como se pode ler no Dicion\u00e1rio de Oxford, a \u201cexpans\u00e3o da consci\u00eancia da mente atrav\u00e9s do uso de drogas alucinog\u00e9neas\u201d, ou a percep\u00e7\u00e3o de \u201ccores, padr\u00f5es, etc., brilhantes, carregados e abstarctos\u201d. Era a \u00e9poca de can\u00e7\u00f5es em cujos t\u00edtulos abundavam termos como \u201cdream\u201d e \u201cmind\u201d. Em \u201cThe Psychedelic Scene\u201d encontramos \u201c14 hour technicolor dream\u201d, dos The Syn, \u201cColour of my mind\u201d, dos The Attack, \u201cGuess I was dreaming\u201d, de The Fairytale, \u201cA day in the mind\u2019s eye\u201d, dos Human Instinct, \u201cDeep inside your mind\u201d, de Keith Shields, e \u201cDream with me\u201d dos Warm Sounds.<br \/>\nNomes sonantes, h\u00e1 os Small Faces, com \u201cThat man\u201d, e os Moody Blues, com \u201cLove &#038; Beauty\u201d, perdidos numa orgia de guitarras distorcidas, vozes sonamb\u00falicas, percuss\u00f5es orientais e, em geral, toda uma artilharia de est\u00fadio usada para criar a ilus\u00e3o sonora das alucina\u00e7\u00f5es provocadas pelo \u00e1cido.<br \/>\nNo meio de tantas \u201ctrips\u201d, genu\u00ednas ou simuladas, e de designa\u00e7\u00f5es de grupos bizarras &#8211; como Curiosity Shoppe, Felius Andromeda ou Garden Odissey Enterprise -, sobressai a valsa espectral de Al Stewart, \u201cTurn into earth\u201d, a inspirada clonagem dos Beatles, via Kaleidoscope\/Fairfield Parlour, dos 23rd Turnoff, em \u201cMichaelangelo\u201d, ou o mantra de nostalgia lis\u00e9rgica dos World of Oz, em \u201cLike a tear\u201d. Num disco que deixou de fora os principais gurus do movimento, como os Pink Floyd de Syd Barrett ou os primeiros Soft Machine, de Daevid Allen e Kevin Ayers, ou raridades como os Mystic Astrologic Crystal Band. Do princ\u00edpio ao fim, \u201cThe Psychedelic\u201d transporta-nos pelas correntes do sonho que Lucy levava colado aos olhos de caleidosc\u00f3pio no seu cavalo de estrelas.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>05.02.1999 Reedi\u00e7\u00f5es V\u00e1rios The Beat Scene (8) The R&#038;B Scene (8) The Psychedelic Scene (8) Deram, distri. 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