{"id":464,"date":"2009-05-23T14:15:01","date_gmt":"2009-05-23T21:15:01","guid":{"rendered":"http:\/\/www.profelectro.info\/fm\/?p=464"},"modified":"2017-12-14T11:56:55","modified_gmt":"2017-12-14T18:56:55","slug":"creedence-clearwater-revival-creedence-clearwater-revival-self-conj","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/2009\/05\/23\/creedence-clearwater-revival-creedence-clearwater-revival-self-conj\/","title":{"rendered":"Creedence Clearwater Revival &#8211; Creedence Clearwater Revival (self conj.)"},"content":{"rendered":"<p>04.08.2000<br \/>\nReedi\u00e7\u00f5es<br \/>\nReabrir o Bayou<\/p>\n<div style=\"text-align: center;margin: 12px;\"><script type=\"text\/javascript\"><!--\ngoogle_ad_client = \"pub-9853707030319137\";\ngoogle_alternate_color = \"FFFFFF\";\ngoogle_ad_width = 234;\ngoogle_ad_height = 60;\ngoogle_ad_format = \"234x60_as\";\ngoogle_ad_type = \"text_image\";\ngoogle_ad_channel =\"\";\ngoogle_color_border = \"#FFFFFF\";\ngoogle_color_link = \"\";\ngoogle_color_bg = \"#FFFFFF\";\ngoogle_color_text = \"\";\ngoogle_color_url = \"\";\ngoogle_ui_features = \"rc:0\";\n\/\/--><\/script>\n<script type=\"text\/javascript\"\n  src=\"http:\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/show_ads.js\">\n<\/script><\/div><p><a href=\"http:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2009\/05\/creedencecr_ccr.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2009\/05\/creedencecr_ccr.jpg\" alt=\"creedencecr_ccr\" title=\"creedencecr_ccr\" width=\"500\" height=\"500\" class=\"alignnone size-full wp-image-465\" srcset=\"https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2009\/05\/creedencecr_ccr.jpg 500w, https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2009\/05\/creedencecr_ccr-150x150.jpg 150w, https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2009\/05\/creedencecr_ccr-300x300.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/rapidshare.com\/files\/167319256\/creedenceclearwaterrevival.rar\" target=\"_blank\">LINK<\/a><\/p>\n<p>Boa m\u00fasica para se levar para f\u00e9rias, a dos norte-americanos Creedence Clearwater Revival. Se ouviu dizer que n\u00e3o passavam de uma banda que os adolescentes ouviam no final dos anos 60, princ\u00edpio dos 70, n\u00e3o acredite. \u00c9 o \u201cs\u00f3\u201d que est\u00e1 errado. Sem d\u00favida que os CCR se podem gabar de ter andado nas bocas do mundo, atrav\u00e9s de uma s\u00e9rie de can\u00e7\u00f5es que foram \u00eaxito um pouco por todo o lado e que acabaram por entrar no dom\u00ednio do \u201cquasepimba\u201d. Mas seria injusto reduzir o grupo a um mero produtor de \u201chits\u201d inofensivos. Os Creedence foram uma das bandas mais s\u00f3lidas a emergir na Am\u00e9rica da ressaca do psicadelismo. Com uma forma\u00e7\u00e3o est\u00e1vel que se manteve at\u00e9 ao \u00faltimo \u00e1lbum, eram um quarteto onde pontificavam a voz, a guitarra e as composi\u00e7\u00f5es de John Fogerty. Completavam o grupo o seu irm\u00e3o Tom Fogerty, na guitarra-ritmo, Stu Cook, no baixo, e Douglas Clifford, na bateria. Toda a discografia do grupo acabou de ser reeditada em formato remasterizado em 24 bits e \u00e9 como se esta mistura de rock \u2018n\u2019 roll, blues e m\u00fasica do \u201cbayou\u201d, executada com energia e conten\u00e7\u00e3o, voltasse a fazer sentido.<br \/>\n\u201cCreedence Clearwater Revival\u201d, de 1968, \u00e9 uma estreia auspiciosa. O cl\u00e1ssico \u201cI put a spell on you\u201d, de Scremin\u2019 Jay Hawkins, cria a atmosfera dos p\u00e2ntanos e do vudu da Luisiana que prevalece num \u00e1lbum ainda marcado pelo tipo de efeitos sonoros do psicadelismo e que inclui o primeiro \u00eaxito do grupo, \u201cSuzie Q.\u201d. John Fogerty revelava-se um guitarrista e vocalista portentoso, com uma t\u00e9cnica que entroncava ao mesmo tempo no \u201cblues\u201d e no rock (8\/10).<br \/>\nNo ano seguinte os Creedence lan\u00e7aram \u201cGreen River\u201d, menos subtil que o \u00e1lbum anterior, uma clara aposta no rock. \u00c9 um \u00e1lbum homog\u00e9neo de onde sa\u00edram os \u201chits\u201d \u201cGreen River\u201d e \u201cBad Moon Rising\u201d. \u201cSinister Purpose\u201d \u00e9 o \u00fanico tema que mant\u00e9m as atmosferas carregadas do disco de estreia. (6\/10).<br \/>\nSegue-se \u201cBayou Country\u201d, de 1969, e com ele os CCR voltam a dar cartas na arte da conten\u00e7\u00e3o. \u201cGraveyard train\u201d \u00e9 um longo tema \u201cbluesy\u201d onde brilha a guitarra de John Fogerty e \u201cProud Mary\u201d o megasucesso que elevou os Creedence \u00e0 condi\u00e7\u00e3o de \u201cstars\u201d (7\/10).<br \/>\n\u201cWillie and the Poorboys\u201d, ainda de 1969, \u00e9 um album que perde com a tentative de integra\u00e7\u00e3o de sonoridades \u201ccountry\u201d na m\u00fasica do grupo. Mesmo assim, os Creedence facturaram mais uma can\u00e7\u00e3o de sucesso, desta feita o tema de abertura \u201cDown on the Corner\u201d. O \u00faltimo e introspectivo \u201cEffigy\u201d mostra qu\u00eas os CCR n\u00e3o tinham perdido o sentido da subtileza (6\/10).<br \/>\nMas \u00e9 o \u00e1lbum seguinte, \u201cCosmo\u2019s Factory\u201d, de 1970, que definitivamente catapulta os CCR para o \u201chall of fame\u201d da m\u00fasica americana. O rock \u2018n\u2019 roll de \u201cooby dooby\u201d e uma excelente e longa vers\u00e3o de \u201cI heard it through the grapevine\u201d, de Marvin Gaye, quase empalidecem diante de \u201chits\u201d irresist\u00edveis como \u201cTravelin\u2019 band\u201d, \u201cLookin\u2019 out my back door\u201d, \u201cUp around the bend\u201d e \u201cWho\u2019ll stop the rain\u201d. Os apreciadores de rock, sem mais, t\u00eam em \u201cCosmo\u2019s Factory\u201d um objecto de culto (7\/10).<br \/>\nAinda no mesmo ano os CCR mudam de agulhas em \u201cPendulum\u201d, geralmente menosprezado pelos puristas do cl\u00e1ssico som Creedence. O \u00f3rg\u00e3o funciona como suporte harm\u00f3nico de temas de sabor \u201cgospel\u201d e \u201csoul\u201d enquanto o saxofone traz um colorido adicional. Os \u201chits\u201d s\u00e3o desta vez \u201cHave you ever seen the rain?\u201d e \u201cHey Tonight\u201d mas o tema que se destaca acaba por ser, a fechar, o instrumental \u201cRude awakening # 2\u201d, equivalente \u00e0 \u201cRevolution # 9\u201d dos Beatles, cacofonia de efeitos electr\u00f3nicos que sugere uma generosa ingest\u00e3o de LSD (7\/10).<br \/>\nTudo se esfrangalha em \u201cMardi Gras\u201d, de 1972, com as vocaliza\u00e7\u00f5es e o trabalho de composi\u00e7\u00e3o a serem repartidos pelos quatro m\u00fasicos. A esta democratiza\u00e7\u00e3o correspondeu um \u00e1lbum falho de personalidade que comprova o papel fundamental desempenhado at\u00e9 ent\u00e3o por John Fogerty. E pela primeira vez num \u00e1lbum dos CCR n\u00e3o havia uma \u00fanica can\u00e7\u00e3o vitoriosa (5\/10) (todos Fantasy, distri. Dargil).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>04.08.2000 Reedi\u00e7\u00f5es Reabrir o Bayou LINK Boa m\u00fasica para se levar para f\u00e9rias, a dos norte-americanos Creedence Clearwater Revival. Se ouviu dizer que n\u00e3o passavam de uma banda que os adolescentes ouviam no final dos anos 60, princ\u00edpio dos 70, n\u00e3o acredite. \u00c9 o \u201cs\u00f3\u201d que est\u00e1 errado. 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