{"id":3971,"date":"2015-09-14T09:27:37","date_gmt":"2015-09-14T16:27:37","guid":{"rendered":"http:\/\/www.profelectro.info\/fm\/?p=3971"},"modified":"2015-09-14T09:27:37","modified_gmt":"2015-09-14T16:27:37","slug":"o-regresso-dos-classicos-artigo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/2015\/09\/14\/o-regresso-dos-classicos-artigo\/","title":{"rendered":"O Regresso Dos Cl\u00e1ssicos &#8211; artigo"},"content":{"rendered":"<p>Pop Rock<\/p>\n<p>5 JANEIRO 1994<br \/>\nO ANO EM M\u00daSICA POPROCK PORTUGUESA<\/p>\n<p><strong>O REGRESSO DOS CL\u00c1SSICOS<\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: center;margin: 12px;\"><script type=\"text\/javascript\"><!--\ngoogle_ad_client = \"pub-9853707030319137\";\ngoogle_alternate_color = \"FFFFFF\";\ngoogle_ad_width = 234;\ngoogle_ad_height = 60;\ngoogle_ad_format = \"234x60_as\";\ngoogle_ad_type = \"text_image\";\ngoogle_ad_channel =\"\";\ngoogle_color_border = \"#FFFFFF\";\ngoogle_color_link = \"\";\ngoogle_color_bg = \"#FFFFFF\";\ngoogle_color_text = \"\";\ngoogle_color_url = \"\";\ngoogle_ui_features = \"rc:0\";\n\/\/--><\/script>\n<script type=\"text\/javascript\"\n  src=\"http:\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/show_ads.js\">\n<\/script><\/div><p><center><br \/>\n<a href=\"http:\/\/www.profelectro.info\/fm\/?attachment_id=3972\" rel=\"attachment wp-att-3972\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/1111.jpg\" alt=\"1111\" width=\"224\" height=\"225\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3972\" srcset=\"https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/1111.jpg 224w, https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/1111-150x150.jpg 150w, https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/1111-100x100.jpg 100w\" sizes=\"auto, (max-width: 224px) 100vw, 224px\" \/><\/a><br \/>\n<\/center><\/p>\n<p>Em 1992 o ano passado passou a s\u00ea-lo menos, na m\u00fasica popular portuguesa. Obras fundamentais de d\u00e9cadas anteriores perderam a poeira, os riscos e a \u201cpatine\u201d, para se apresentarem de cara lavada no formato digital. Os novos t\u00eam desde agora ao seu dispor comp\u00eandios onde podem dar de beber \u00e0 inspira\u00e7\u00e3o. Claro que muito ficou por reeditar, mas o caminho parece estar tra\u00e7ado, sem hip\u00f3tese de retorno.<\/p>\n<p>Durante os primeiros seis meses foram reeditados em Portugal e em CD algumas obras fundamentais da m\u00fasica de Cabo Verde. Primeiro a rainha da morna, Ces\u00e1ria \u00c9vora, com \u201cDestino de Belita\u201d, o menos conseguido, \u201cMar Azul\u201d, um dos discos mais belos de sempre da m\u00fasica lus\u00f3fona, e \u201cMiss Perfumado\u201d que, s\u00f3 em Fran\u00e7a, j\u00e1 vendeu para cima de 50 mil exemplares. No mesmo m\u00eas chegou aos escaparates outro nome m\u00edtico da m\u00fasica das ilhas, Ant\u00f3nio Vicente Lopes, ou Antoninho Travadinha, com \u201cTravadinha \u2013 Le Violin du Cap Vert\u201d.<br \/>\nJunho foi o m\u00eas da chegada de mais mornas, desta feita assinadas por B. Leza, na voz de Titina. Vitorino foi o primeiro portugu\u00eas a merecer honras de reedi\u00e7\u00e3o. \u201cLeitaria Garrett\u201d, o j\u00e1 cl\u00e1ssico retrato de Lisboa do princ\u00edpio do s\u00e9culo, a\u00ed est\u00e1 de novo, liberto de ru\u00eddos e preconceitos. J\u00e1 perto do final do ano, o cantor alentejano viria a reincidir, lan\u00e7ando uma colect\u00e2nea que inclui as can\u00e7\u00f5es por si consideradas \u201cas mais bonitas\u201d da sua carreira. Enquanto isso o seu irm\u00e3o Janita Salom\u00e9 soltava o \u201ccante\u201d alentejano e outros ventos ainda mais a sul com \u201cMelro\u201d. Em Setembro Pedro Caldeira Cabral mostrou na guitarra portuguesa as suas fus\u00f5es com a tradi\u00e7\u00e3o e a m\u00fasica de c\u00e2mara em \u201cPedro Caldeira Cabral\u201d e \u201cDuas Faces\u201d. Em minidisc sa\u00edram entretanto \u201cFados de Coimbra\u201d, Traz Outro Amigo Tamb\u00e9m\u201d e \u201cCantigas do Maio\u201d, de Jos\u00e9 Afonso.<br \/>\nJ\u00e1 em Dezembro chegou a vez das homenagens. Vicente da C\u00e2mara, Jos\u00e9 da C\u00e2mara e Nuno da C\u00e2mara Pereira evocaram os fados e a m\u00fasica de Maria Teresa de Noronha, falecida este ano, em \u201cTradi\u00e7\u00e3o\u201d. Homenagem a Maria Teresa de Noronha\u201d. Na calha est\u00e3o o disco de homenagem a Jos\u00e9 Afonso, que levar\u00e1 a assinatura da maior parte dos nomes mais conhecidos da nossa cena musical, e outro em que o homenageado ser\u00e1 Ant\u00f3nio Varia\u00e7\u00f5es, com edi\u00e7\u00e3o prevista j\u00e1 para este m\u00eas.<br \/>\nQuem n\u00e3o esperou pelo novo ano foram os Castro e Barius que em \u201cTributo\u201d \u201cassassinam\u201d a m\u00fasica de Jos\u00e9 Afonso, Fausto e Vitorino. Jos\u00e9 Afonso que, se fosse vivo, teria gostado de ver as reedi\u00e7\u00f5es em compacto que se fizeram de \u201cGalinhas do Mato\u201d e \u201cZeca Afonso no Coliseu\u201d.<br \/>\nCom a \u201cPedra Filosofal\u201d voltou a obra de Manuel Freire. Por cumprir fica a promessa de reedi\u00e7\u00e3o em caixa da obra completa de Adriano Correia de Oliveira. Outras duas caixas de triplos CD\u2019s, entretanto j\u00e1 lan\u00e7adas, s\u00e3o: uma de declama\u00e7\u00e3o de poesia pelo grande Jo\u00e3o Villaret, outra com \u201cO Melhor\u201d da fadista casti\u00e7a Herm\u00ednia Silva.<br \/>\n\u201cCavaquinho\u201d, de J\u00falio Pereira, encetou entretanto a reedi\u00e7\u00e3o dos primeiros trabalhos deste artista, na mesma altura em que a Banda do Casaco come\u00e7ava pelo fim, lan\u00e7ando as edi\u00e7\u00f5es em compacto de \u201cNo Jardim da Celeste\u201d, \u201cTamb\u00e9m Eu\u201d e \u201cBanda do Casaco com Ti Chitas\u201d, deixando para a pr\u00f3xima os quatro \u00e1lbuns que faltam. A can\u00e7\u00e3o ligeira do final dos anos 60 foi recordada atrav\u00e9s de \u201cOs Primeiros \u00caxitos\u201d de Carlos Mendes e Fernando Tordo, os mesmos de Falas Tu ou Falo Eu.<br \/>\nFinalmente, num ano que assistiu ao renascimento do rei do twist V\u00edtor Mendes, n\u00e3o causou surpresa o reaparecimento e recupera\u00e7\u00e3o de bandas i\u00e9-i\u00e9 dos 60 como os Sheiks e o Conjunto Jo\u00e3o Paulo. E porque n\u00e3o come\u00e7ar o novo ano a ouvir \u201cA lenda de el-rei D. Sebasti\u00e3o\u201d e \u201cBalada para D. In\u00eas\u201d, duas can\u00e7\u00f5es que puseram o comboio em andamento, inclu\u00eddas na colect\u00e2nea \u201cA lenda do Quarteto 1111\u201d?<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/torrentz.eu\/dfbecb4eb80e1d2cf060ee311712abbbb6ffd5a2\" target=\"_blank\">aqui<\/a><\/p>\n<p><center><br \/>\n<iframe loading=\"lazy\" width=\"560\" height=\"315\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/4GPLj-V2ZWU\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe><br \/>\n<\/center><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pop Rock 5 JANEIRO 1994 O ANO EM M\u00daSICA POPROCK PORTUGUESA O REGRESSO DOS CL\u00c1SSICOS Em 1992 o ano passado passou a s\u00ea-lo menos, na m\u00fasica popular portuguesa. Obras fundamentais de d\u00e9cadas anteriores perderam a poeira, os riscos e a \u201cpatine\u201d, para se apresentarem de cara lavada no formato digital. 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