{"id":287,"date":"2009-04-21T07:41:00","date_gmt":"2009-04-21T14:41:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.profelectro.info\/fm\/?p=287"},"modified":"2009-04-21T07:41:00","modified_gmt":"2009-04-21T14:41:00","slug":"the-nice-the-nice-conj","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/2009\/04\/21\/the-nice-the-nice-conj\/","title":{"rendered":"The Nice &#8211; The Nice (conj.)"},"content":{"rendered":"<div style=\"text-align: center;margin: 12px;\"><script type=\"text\/javascript\"><!--\ngoogle_ad_client = \"pub-9853707030319137\";\ngoogle_alternate_color = \"FFFFFF\";\ngoogle_ad_width = 200;\ngoogle_ad_height = 200;\ngoogle_ad_format = \"200x200_as\";\ngoogle_ad_type = \"text_image\";\ngoogle_ad_channel =\"\";\ngoogle_color_border = \"#FFFFFF\";\ngoogle_color_link = \"\";\ngoogle_color_bg = \"#FFFFFF\";\ngoogle_color_text = \"\";\ngoogle_color_url = \"\";\ngoogle_ui_features = \"rc:0\";\n\/\/--><\/script>\n<script type=\"text\/javascript\"\n  src=\"http:\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/show_ads.js\">\n<\/script><\/div><p>24.03.2000<br \/>\nReedi\u00e7\u00f5es<br \/>\n\u201cNice, man!\u201d<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2009\/04\/thenice.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2009\/04\/thenice.jpg\" alt=\"thenice\" title=\"thenice\" width=\"200\" height=\"196\" class=\"alignnone size-full wp-image-289\" \/><\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.mediafire.com\/?njmjvmnjybt\" target=\"_blank\">LINK<\/a><\/p>\n<p>\u201cThe Nice\u201d, de 1969, \u00e9 o terceiro \u00e1lbum dos The Nice, aqui um trio formado por Keith Emerson, nas teclas, Lee Jackson, no baixo, e Brian Davison, na bateria, depois da estreia \u201cThe Thoughts of Emerlist Davjack\u201d e \u201cArs Long Vita Brevis\u201d. N\u00e3o \u00e9 o melhor \u00e1lbum desta banda, cujo elemento principal, Keith Emerson, em breve encetaria uma carreira de \u201csuperstar\u201d do rock progressivo nos Emerson, Lake and Palmer, em parte devido \u00e0s press\u00f5es da editora, a Immediate, que ent\u00e3o amea\u00e7ava falir, em parte devido \u00e0 pr\u00f3pria escolha do report\u00f3rio, que, na edi\u00e7\u00e3o original, se repartia por quatro temas de est\u00fadio e um segundo lado, gravado ao vivo, com as vers\u00f5es de \u201cRondo\u201d, um original da banda, agora reintitulado \u201cRondo \u201869\u2019\u201d e \u201cShe belongs to me\u201d, de Bob Dylan. Dois exerc\u00edcios de virtuosismo de Emerson, o primeiro em torno da m\u00fasica cl\u00e1ssica (faceta que explodiria em pleno e com bastante melhores resultados quer no \u00e1lbum posterior dos Nice, \u201cFive Bridges Suite\u201d, quer, j\u00e1 nos ELP, na recria\u00e7\u00e3o ao vivo da m\u00fasica de Mussorgsky em \u201cPictures at na Exhibition\u201d) sofre de uma deficiente capta\u00e7\u00e3o sonora (apesar da presente reedi\u00e7\u00e3o ser remasterizada), o segundo \u00e9 mais uma demonstra\u00e7\u00e3o das qualidades de Emerson enquanto rei do chamado \u201cflashy techno-rock\u201d. Melhores s\u00e3o as quatro can\u00e7\u00f5es do \u201cprimeiro lado\u201d, apesar de duas delas serem, uma vez mais, vers\u00f5es, \u201cAzrael revisited\u201d (do lado B do single \u201cAzrael\u201d) e \u201cHang on to a dream\u201d de Tim Hardin, completados por \u201cDiary of na empty day\u201d e \u201cFor example\u201d, qualquer delas ilustrativas do lado mais pop dos The Nice. (Essential, import. Lojas Valentim de Carvalho, 6\/10).<\/p>\n<p>Exemplo da melhor pop dos anos 60 \u00e9 \u201cS. F. Sorrow\u201d, dos Pretty Things, que ainda h\u00e1 bem pouco recense\u00e1mos neste suplemento. Agora chega a vez da colect\u00e2nea \u201cLatest Writes, The Best of\u2026 Greatest Hits\u201d. Quem gostou de \u201cS. F. Sorrow\u201d abstenha-se. O que se encontra aqui \u00e9 o lado mais duro e rock \u2018n\u2019 roll desta banda que se enfronhou no \u00e1lcool, nas drogas e nas hist\u00f3rias s\u00f3rdidas, ganhando a imagem de \u201cenfants terribles\u201d do rock um pouco na linha dos Rolling Stones, com os quais chegaram a ser comparados. A presente colect\u00e2nea documenta os diversos estilos musicais por que passaram os Pretty Things ao longo dos anos 60 e 70, como os rhythm \u2018n\u2019 blues, mod, pop, progressivo, rock FM, garage rock e psicadelismo. (Snapper Music, distri. M\u00fasica Alternativa, 7\/10).<\/p>\n<p>No geral pouco interessantes, mas, apesar de tudo, detentores de uma vasta discografia, os Man eram uma banda galesa das muitas que nos anos 70, na Gr\u00e3-Bretanha, tentaram enquadrar-se no corpo abrangente da m\u00fasica progressiva. Sem grandes rasgos enquanto compositores, procuraram, tamb\u00e9m \u00e0 semelhan\u00e7a de muitas outras bandas da altura, compensar tal facto com o virtuosismo da execu\u00e7\u00e3o, sobretudo da parte dos dois guitarristas, Michael Jones e Roger (ou Deke) leonard. Mas em \u201cDo You Like It Here Now, Are You Settling In?\u201d, de 1971, algo parecido com a inspira\u00e7\u00e3o desceu, como que por milagre, sobre o grupo, em composi\u00e7\u00f5es como \u201cGood clean fun\u201d (na linha dos Gentle Giant, de \u201cThe Power and the Glory\u201d), a balada \u201cWe\u2019re only children\u201d, \u201cMany are called but few get up\u201d, com o seu lado \u201cgenesiano\u201d, \u201cManillo\u201d, evocativo de imagens ex\u00f3ticas, como as induzidas pelo excelente \u201cListen Now\u201d de Phil Manzanera\/801, e o show de \u201cguitarras prog\u201d de \u201cLove your life\u201d. A consultar pelos coleccionadores\/pesquisadores dos anos 70. (Point, import. Virgin, 7\/10).<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m militantes na segunda divis\u00e3o do progressivo, a Mick Abrahams Band distinguiu-se por ter como l\u00edder um dissidente dos Jethro Tull, o guitarrista Mick Abrahams, que, por sinal, tamb\u00e9m passou pelos bastante mais interessantes Blodwin Pig. \u201cAt Last\u201d \u00e9 o t\u00edpico \u00e1lbum de transi\u00e7\u00e3o do rhythm \u2018n\u2019 blues para o progressivo que marcou muitas das bandas desta \u00e9poca, incluindo os pr\u00f3prios Jethro Tull. A base \u00e9 rock, a respira\u00e7\u00e3o \u201cbluesy\u201d, os arranjos procura ser \u2013 \u201cprog oblige\u201d \u2013 complexos tanto quanto poss\u00edvel. Mas a banda tinha ideias, n\u00e3o se limitando a ro\u00e7ar por tocar, abordando a balada funk e a country de forma n\u00e3o convencional e, sobretudo, fazendo valer as capacidades do saxofonista Jack Lancaster, que, em todas as suas interven\u00e7\u00f5es, enriquece a m\u00fasica com as sonoridades quentes e swingantes do jazz-rock de uns If e Colosseum. Um \u00e1lbum acima de tudo s\u00f3lido que sabe tirar partido dos m\u00fasicos e que numa faixa \u2013 a mais longa \u2013 como \u201cMaybe Because\u201d, com as suas frequentes mudan\u00e7as de ritmo, incluindo incurs\u00f5es no melhor jazz ingl\u00eas da \u00e9poca, far\u00e1 as del\u00edcias do f\u00e3 mais compulsivo do progressivo. (Edsel, import. Lojas Valentim de Carvalho, 7\/10).<\/p>\n<p>Oriundos de Boston, no Massachusetts, os The Youngbloods, comandados por Jesse Colin Young (que faria uma bem sucedida carreira a solo na \u00e1rea do country rock), come\u00e7aram por ser um banda um pouco h\u00edbrida que recorria \u00e0 country, ao blues, \u00e0 soul e ao gospel para a constru\u00e7\u00e3o de can\u00e7\u00f5es pop. Mas isso foi antes de se mudarem para S\u00e3o Francisco e de se tornarem num dos emblemas do acid rock da West Coast, gravando \u00e1lbuns com t\u00edtulos t\u00e3o sugestivos das fontes de inspira\u00e7\u00e3o a que recorriam como \u201cElephant Mountain\u201d ( a mesma montanha escalada por Felix Pappalardi, outro dos m\u00fasicos do grupo, que tamb\u00e9m fez parte dos Mountain, representativos da faceta mais desbundante do acid rock). \u201cEuphoria, 1965-1969\u201d re\u00fane as duas fases do grupo, a h\u00edbrida e a psicad\u00e9lica, dos Youngbloods, parentes musicais dos Quicksilver Messenger Service (\u201cQuicksilver\u201d \u00e9, ali\u00e1s, um dos temas do grupo). \u201cDarkness, darkness\u201d, onde \u00e9 utilizada uma sanfona, soa como uma vers\u00e3o lis\u00e9rgica dos Fairport Convention, no que ser\u00e1 um dos momentos mais altos (e \u201caltos\u201d\u2026) desta colect\u00e2nea. (Raven, import. Virgin, 7\/10).<\/p>\n<p>Quanto aos Led Zeppelin, um dos maiores pesos-pesados de sempre do rock, pouco mais haver\u00e1 a acrescentar sobre esta banda que elevou o heavy rock \u00e0 condi\u00e7\u00e3o de arte, al\u00e9m de que continuam a ser redescobertos e citados como influ\u00eancia pelas bandas de rock mais novas. \u201cLatter Days \u2013 The Best of Le Zeppelin Volume Two\u201d recupera cl\u00e1ssicos como \u201cThe song remains the same\u201d, \u201cNo Quarter\u201d, \u201cHouses of the holy\u201d e \u201cKashmir\u201d, destinando-se prioritariamente aos coleccionadores completistas do grupo mas tamb\u00e9m aos desconhecedores curiosos em conhecer a maneira como soava o rock dos anos 70, com os n\u00edveis de volume, talento, virtuosismo e adrenalina no m\u00e1ximo. Perceber\u00e3o, entre outras coisas, por que raz\u00e3o os Led Zeppelin arrasaram a concorr\u00eancia. Mas s\u00e3o s\u00f3 dez temas (incluindo uma faixa CD-ROM) como poderiam ser outros quaisquer. Ide l\u00e1 ouvir os \u00e1lbuns originais, v\u00e1! (Atlantic, distri. Warner Music, 7\/10).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>24.03.2000 Reedi\u00e7\u00f5es \u201cNice, man!\u201d LINK \u201cThe Nice\u201d, de 1969, \u00e9 o terceiro \u00e1lbum dos The Nice, aqui um trio formado por Keith Emerson, nas teclas, Lee Jackson, no baixo, e Brian Davison, na bateria, depois da estreia \u201cThe Thoughts of Emerlist Davjack\u201d e \u201cArs Long Vita Brevis\u201d. 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