{"id":2744,"date":"2011-05-27T09:00:24","date_gmt":"2011-05-27T16:00:24","guid":{"rendered":"http:\/\/www.profelectro.info\/fm\/?p=2744"},"modified":"2011-05-27T09:05:37","modified_gmt":"2011-05-27T16:05:37","slug":"the-rolling-stones-aftermath-self-conj","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/2011\/05\/27\/the-rolling-stones-aftermath-self-conj\/","title":{"rendered":"The Rolling Stones &#8211; &#8220;Aftermath&#8221; (self conj.)"},"content":{"rendered":"<p>15.11.2002<\/p>\n<p>Rolling Stones \u2013 O Diabo Que Os Carregue<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2011\/05\/rollingStones1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2011\/05\/rollingStones1.jpg\" alt=\"\" title=\"rollingStones\" width=\"450\" height=\"934\" class=\"alignnone size-full wp-image-2749\" srcset=\"https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2011\/05\/rollingStones1.jpg 450w, https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2011\/05\/rollingStones1-144x300.jpg 144w\" sizes=\"auto, (max-width: 450px) 100vw, 450px\" \/><\/a><\/p>\n<p>The Rolling Stones<\/p>\n<p>Aftermath<br \/>\n8\/10<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2011\/05\/rollingStones_Aftermath.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2011\/05\/rollingStones_Aftermath.jpg\" alt=\"\" title=\"rollingStones_Aftermath\" width=\"300\" height=\"300\" class=\"alignnone size-full wp-image-2745\" srcset=\"https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2011\/05\/rollingStones_Aftermath.jpg 300w, https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2011\/05\/rollingStones_Aftermath-150x150.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.mediafire.com\/?mqf2zgmq2mq\" target=\"_blank\">LINK<br \/>\n<\/a><\/p>\n<div style=\"text-align: center;margin: 12px;\"><script type=\"text\/javascript\"><!--\ngoogle_ad_client = \"pub-9853707030319137\";\ngoogle_alternate_color = \"FFFFFF\";\ngoogle_ad_width = 336;\ngoogle_ad_height = 280;\ngoogle_ad_format = \"336x280_as\";\ngoogle_ad_type = \"text_image\";\ngoogle_ad_channel =\"\";\ngoogle_color_border = \"#FFFFFF\";\ngoogle_color_link = \"\";\ngoogle_color_bg = \"#FFFFFF\";\ngoogle_color_text = \"\";\ngoogle_color_url = \"\";\ngoogle_ui_features = \"rc:0\";\n\/\/--><\/script>\n<script type=\"text\/javascript\"\n  src=\"http:\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/show_ads.js\">\n<\/script><\/div><p><iframe loading=\"lazy\" width=\"425\" height=\"349\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/embed\/J25Q5zvjzoQ\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>Between The Buttons<br \/>\n10\/10<\/p>\n<p>Beggars Banquet<br \/>\n9\/10<\/p>\n<p>ABKCO, distri. Universal<\/p>\n<p>Levou os Stones ao colo na escalada que colocou uma banda de \u201crhythm \u2018n\u2019 blues\u201d no topo da montanha. Tr\u00eas cl\u00e1ssicos: \u201cAftermath\u201d, \u201cBetwen Buttons\u201d e \u201cBeggars Banquet\u201d est\u00e3o a\u00ed.<\/p>\n<p>J\u00e1 c\u00e1 est\u00e3o. J\u00e1 c\u00e1 cantam. Para ouvir e magoar. The Rolling Stones, as tais reedi\u00e7\u00f5es de luxo, com remasteriza\u00e7\u00f5es a preceito e embalagem digipak, da discografia dos anos 60 e in\u00edcio dos 70 da \u201cmaior banda de rock \u2018n\u2019 roll do planeta\u201d, est\u00e3o dispon\u00edveis no mercado portugu\u00eas.<br \/>\nDezanove objectos de prazer. E de delito. Os primeiros exemplares, em n\u00famero limitado, podem ser lidos em formato \u00e1udio normal e super \u00e1udio e incluem um certificado de garantia. Do pacote fazem parte as vers\u00f5es inglesas de \u201cOut of Our Heads\u201d, \u201cAftermath\u201d e \u201cBetween the Buttons\u201d, pela primeira vez dispon\u00edveis em CD, enquanto \u201cMetamorphosis\u201d tem estreia absoluta no formato digital. A colect\u00e2nea americana \u201cMore Hot Rocks (Big Hits &#038; Fazed Cookies\u201d) inclui temas de b\u00f3nus. Embora a apresenta\u00e7\u00e3o gr\u00e1fica em digipak deixe algo a desejar (fotos ba\u00e7as e sem contraste; em \u201cTheir Satanic Majesties Request\u201d, a fotografia original em 3D foi substitu\u00edda por um falso holograma, com o enquadramento truncado), este \u00e9 o trabalho mais exaustivo at\u00e9 \u00e0 data sobre a \u201cmaior banda de rock \u2018n\u2019 roll do sistema solar\u201d.<br \/>\nAntes de mais, a lista da pedreira: \u201cEngland\u2019s Newest Hit Makers: The Rolling Stones\u201d (1964, ed. exclus. EUA), \u201c12&#215;5\u201d (1964, EUA), \u201cThe Rolling Stones Now!\u201d (1965, Inglaterra\/EUA), \u201cDedcember\u2019s Children\u201d (1965, EUA), \u201cOut of Our Heads\u201d (1965, Inglaterra\/EUA), \u201cAftermath\u201d (1966, ed. Eclus. Inglaterra\/EUA), \u201cGot Live If You Want It\u201d (1966, EUA), \u201cBetween the Buttons\u201d (1967, Inglaterra\/EUA), \u201cTheir Satanic Majesties Request\u201d (1967, Inglaterra), \u201cFlowers\u201d (1967, Inglaterra), \u201cBeggars Banquet\u201d (1968, Inglaterra), \u201cLet It Bleed\u201d (1969, Inglaterra), \u201cGet Yer Ya-Ya\u2019s Out\u201d (1970, Inglaterra). Ainda as colect\u00e2neas inglesas \u201cBig Hits \u2013 High Tide and Green Grass\u201d (1966) e \u201cThrough the Past Darkly\u201d (1969) e as americanas (ambas em duplo CD) \u201chot Rocks, 1964-1971\u201d (1972) e \u201cMore Hot Rocks (Big Hits &#038; Fazed Cookies)\u201d (1972). Quem quiser optar apenas pelas can\u00e7\u00f5es mais conhecidas, pode ficar-se pela caixa de 3 CD, \u201cThe Rolloing Stones Singles Collection: The London Years\u201d (1989). Todos com distribui\u00e7\u00e3o pela Universal.<br \/>\n\u00c9 muito e sabe a muito, muitas vezes a fel, a m\u00fasica da \u201cmaior banda de rock \u2018n\u2019 roll da gal\u00e1xia\u201d. E, no entanto, foram os Beatles, e n\u00e3o os Stones, que criaram ra\u00edzes no rock \u2018n\u2019 roll. Os Stones foram mais atr\u00e1s e pagaram pela ousadia. Aos \u201cblues\u201d. \u00c0 fofueira primordial da m\u00fasica negra. Por isso se diz, se sente, se ouve, como \u00e9 \u201cbranca\u201d a m\u00fasica dos Beatles e \u201cnegra\u201d a dos Stones. Em mais do que um aspecto. Deixemos, por\u00e9m e de uma vez por todas, os \u201cfabulous four\u201d em paz. A hist\u00f3ria dos Rolling Stones \u00e9 outra e, por norma, troveja.<br \/>\nOriginalmente denominados The Rollin\u2019 Stones, o grupo operou desde o in\u00edcio a partir de um n\u00facleo central formado por Mick Jagger e Keith Richards. Os anjos exterminadores. Brian Jones chegaria mais tarde trazendo consigo as j\u00f3ias mais belas e envenenadas. Diz\u00edamos os \u201cblues\u201d. E assim era quando, em 1962, um dos mais not\u00e1veis \u201cbluesmen\u201d ingleses da \u00e9poca, Alexis Korner, os apadrinhou no primeiro concerto, no m\u00edtico Marquee Club, de Londres. N\u00e3o foram bem recebidos. Acusaram-nos de \u201cimpuros\u201d. No fundo, batia certo. Quando, mais ou menos na mesma altura, os&#8230; bem&#8230; os outros quatro, vestiam fatinho completo nas suas apari\u00e7\u00f5es na TV, os Stones recusavam-se a enfiar a imagem de meninos bem comportados. Andrew Loog Oldham, o empres\u00e1rio que os arrancou do anonimato, resumiu com bastante acutil\u00e2ncia o que os Stones projectavam, n\u00e3o s\u00f3 como imagem mas como estilo de vida: \u201cM\u00fasica e Sexo\u201d. Mais um naco de teoria: \u201co facto de apenas em alguns meses a Inglaterra necessitar de um oposto ao que os B*****S faziam. Algo instintivo. Podia convidar-se os B*****S para tomar ch\u00e1, n\u00e3o se podia convidar os Stones.<\/p>\n<p>Cora\u00e7\u00e3o De Pedra<\/p>\n<p>Os primeiros \u00e1lbuns, \u00e9 for\u00e7oso reconhec\u00ea-lo, n\u00e3o eram obras-primas. Simplesmente blues, rhythm \u2018n\u2019 blues e rock, interpretados como se tivessem sa\u00eddo h\u00e1 pouco do forno. A voz sexuada de Jagger e a energia posta em ac\u00e7\u00e3o pelos cinco elementos do grupo faziam aumentar ainda mais a temperatura. \u201cThe Rolling Stones\u201d, de 1964, \u00e9 um disco de \u201ccovers\u201d 8apenas um original de Jagger\/Richards, \u201cTell me\u201d), o mesmo acontecendo, em menor percentagem, ao americano \u201cNow!\u201d e ao ingl\u00eas \u201cOut of our Heads\u201d, com tr\u00eas originais cada, ambos contendo um tema \u00edcone em que Jagger vestia j\u00e1 a pele de diabo apaixonado, \u201cHeart of Stone\u201d (\u00e9 complicada esta teia de can\u00e7\u00f5es que saltam dos discos ingleses para os americanos; digamos, para facilitar, que os americanos, por raz\u00f5es comerciais, gostavam de incluir os \u201csingles\u201d nos alinhamentos).<br \/>\nO \u00e1lbum cl\u00e1ssico deste primeiro per\u00edodo, essencialmente de aquecimento e endurecimento na estrada poeirenta e dolorosa do \u201cblues\u201d e do \u201crhythm \u2018n\u2019 blues\u201d, \u00e9 \u201cAftermath\u201d e \u00e9 o primeiro em que a assinatura Jagger\/Richards \u00e9 vis\u00edvel e todas as faixas.<\/p>\n<p>As Coisas Tornam-se Diferentes<\/p>\n<p>\u201cThings are different today&#8230;\u201d diz o primeiro verso de \u201cMother\u2019s little helper\u201d e, num flash, podia sentir-se a diferen\u00e7a. Os Stones tinham aprendido no duro, e sabe-se l\u00e1 a troco de qu\u00ea, a fazer vibrar a corda que leva ao estrelato. \u201cLady Jane\u201d fez muita gente chorar e \u201cUnder my thumb\u201d, com \u201cStupid Girl\u201d, desencadeou uma onda de acusa\u00e7\u00f5es de misoginia contra ogrupo. Mas as raparigas, em ponto de rebu\u00e7ado, desmaiavam e gritavam enquanto os rapazes ensaiavam os trejeitos de anca que tornavam Jagger no mais escandalosos cantor da pop para multid\u00f5es, juntando na sua pose andr\u00f3gina a languidez de Presley, a f\u00faria de Jery Lee Lewis e o diabolismo, mal encapotado, de Screaming Lord Sutch. Tal combina\u00e7\u00e3o estava destinada a atear inc\u00eandios. Era costume apontar-se o facto de, depois de cada concerto, n\u00e3o haver um assento na sala que n\u00e3o ficasse com manchas de humidade&#8230; Pelo sim, pelo n\u00e3o, Ed Sullivan, que antes j\u00e1 banira o grupo do seu show televisivo, acabou por aceit\u00e1-los, na condi\u00e7\u00e3o de trocarem o t\u00edtulo do single \u201cLet\u2019s spend the night together\u201d por \u201cLet\u2019s spend some time together\u201d.<br \/>\nCuriosamente, corria o ano de 1966, e desprendia-se da m\u00fasica um sentimento de realidade, uma no\u00e7\u00e3o avassaladora das for\u00e7as-motrizes da paix\u00e3o. As can\u00e7\u00f5es de amor dos Stones n\u00e3o eram doces nem cor-de-rosa, desprendia-se delas, pelo contr\u00e1rio, uma negritude e um desespero que era, afinal, a mesma do \u201cblues\u201d e que nunca abandonaram (\u201cHigh and dry\u201d recua aos prim\u00f3rdios&#8230; juntando-lhe uma faceta \u201cvaudeville\u201d que tamb\u00e9m se tornaria apan\u00e1gio da banda). Lendo-se de outra maneira: em \u201cAftermath\u201d n\u00e3o s\u00e3o ainda percept\u00edveis os aditivos da droga. Certo, Brian Jones j\u00e1 acumulava vis\u00f5es e trouxera para o est\u00fadio salt\u00e9rio, cravo, sinos e marimbas. Eram ainda os Stones \u201chard workin\u2019 band\u201d de \u201cIt\u00b4s not easy\u201d, mas prontos para se enredarem nas malhas da pop de \u201cI am waiting\u201d ou no distanciamento de si mesmos e no humor, muito Zappiano, de \u201cWaht do do\u201d. As coisas tornar-se-iam ainda mais diferentes no \u00e1lbum seguinte, \u201cBetween the Buttons\u201d, para descambarem na alucina\u00e7\u00e3o pura em \u201cTheir Satanic Majestic Request\u201d.<br \/>\n\u201cTheir Satanic&#8230;\u201d era LSD em forma de can\u00e7\u00f5es. \u201cBetween the Buttons\u201d tinha ainda um p\u00e9 na terra, mas as cabe\u00e7as j\u00e1 voavam&#8230; O mote poderia ser o t\u00edtulo da \u00faltima faixa: \u201cSomething happened to me yesterday\u201d. E as ondula\u00e7\u00f5es de vibrafone, a guitarra distorcida e as harmonias vocais de \u201cYesterday\u2019s papers\u201d d\u00e3o-lhe raz\u00e3o \u2013 os Stones tinham entrado num novo territ\u00f3rio, o Psicadelismo. \u201cMy obsession\u201d \u00e9 irresist\u00edvel, e aprova de que a pop tamb\u00e9m sabe swingar. Um conselho para as bandas debutantes: ou\u00e7am este tema e aprendam. \u201cBack Street Girl\u201d \u00e9 Stones valsa-musette, enquanto \u201cConnection\u201d soa como uma variante pedrada de \u201cI\u2019m a believer\u201d. O \u00f3rg\u00e3o lit\u00fargico e a \u201csoul\u201d embruxada s\u00e3o arrepiantes em \u201cShe smiled sweetly\u201d e \u201cCool, calm &#038; collected\u201d sugere o que os Stones poderiam ter feito se tivessem sido autorizados a entrar no \u201cSubmarino Amarelo\u201d.<br \/>\nMas \u201cPlease go home\u201d, apesar dos truques de est\u00fadio, e \u201cMiss Amanda Jones\u201d (que dever\u00e1 ter feito com que Lennon e McCartney se roessem de inveja) s\u00e3o a garantia de que os Stones mantinham o cora\u00e7\u00e3o no lugar que sempre foi o seu: o \u201crhythm \u2018n\u2019 blues\u201d. \u201cBetween the Buttons\u201d \u00e9 o \u201cRevolver\u201d dos Stones, o eterno segundo que o tempo, ano ap\u00f3s ano, coloca mais pr\u00f3ximo do topo.<\/p>\n<p>De Regresso \u00e0 Rua<\/p>\n<p>Do lado de vida, as coisas corriam de forma complicada. Jagger e Brian Jones foram presos por posse de droga, embora de imediato ilibados.<br \/>\nNo Nebraska, EUA, um pol\u00edcia apontou um rev\u00f3lver \u00e0 cabe\u00e7a de Keith Richards, obrigando-o a despejar no ch\u00e3o uma garrafa de Coca-Cola, com a suspeita de que esta estaria cheia de whisky (era ilegal beb\u00ea-lo em locais p\u00fablicos). Em termos de publicidade, era bom para a imagem.<br \/>\nQuando \u201cBeggars Banquet\u201d foi editado em 1968, os Stones j\u00e1 tinham metido no saco dos \u201ccharts\u201d de \u00e1lbuns do Reino Unido, tr\u00eas \u201cn\u00famero um\u201d, um \u201cn\u00famero dois\u201d, dois \u201cn\u00famero tr\u00eas\u201d e um \u201cn\u00famero quatro\u201d. O contrato com o diabo estava a ser cumprido. Os Stones agradecem, ilustram a capa com uma retrete p\u00fablica e abrem com \u201cSympathy for the devil\u201d. \u00c9 outro grande disco, a encetar o per\u00edodo \u201ccl\u00e1ssico\u201d, simultaneamente um regresso \u00e0s sonoridades de m\u00fasculo, sangue e terra. Os \u201cblues\u201d voltavam para reivindicar os seus direitos. \u201cParachute woman\u201d, \u201cJigsaw puzzle\u201d, o \u201cblues\u201d imaculado de \u201cProdigal son\u201d, \u201cStray cat blues\u201d (viciante, viciante!) e o hino \u201cStreet fighting man\u201d (curioso notar o ritmo martelo-pil\u00e3o, em completa sintonia com os Velvet dos prim\u00f3rdios) tinham afastado definitivamente os espectros dos salt\u00e9rios, das \u201csitars\u201d e dos arranjos-labirinto, por troca com as guitarras e adrenalina para o povo. Existia uma raz\u00e3o de peso para que tal acontecesse: Brian Jones j\u00e1 l\u00e1 n\u00e3o estava (partira para as estrelas). No Natal desse mesmo ano os Beatles tamb\u00e9m deixariam de estar. Deixava de haver entraves. A estrada estava aberta de par em par para a \u201cmaior banda de rock \u2018n\u2019 roll do universo\u201d. Os Rolling Stones estavam sozinhos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>15.11.2002 Rolling Stones \u2013 O Diabo Que Os Carregue The Rolling Stones Aftermath 8\/10 LINK Between The Buttons 10\/10 Beggars Banquet 9\/10 ABKCO, distri. Universal Levou os Stones ao colo na escalada que colocou uma banda de \u201crhythm \u2018n\u2019 blues\u201d no topo da montanha. Tr\u00eas cl\u00e1ssicos: \u201cAftermath\u201d, \u201cBetwen Buttons\u201d e \u201cBeggars Banquet\u201d est\u00e3o a\u00ed. 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