{"id":2015,"date":"2010-04-22T05:17:29","date_gmt":"2010-04-22T12:17:29","guid":{"rendered":"http:\/\/www.profelectro.info\/fm\/?p=2015"},"modified":"2010-04-22T05:17:29","modified_gmt":"2010-04-22T12:17:29","slug":"grupos-e-discografia-fundamentais-do-rock-alemao-dos-anos-70","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/2010\/04\/22\/grupos-e-discografia-fundamentais-do-rock-alemao-dos-anos-70\/","title":{"rendered":"GRUPOS E DISCOGRAFIA FUNDAMENTAIS DO ROCK ALEM\u00c3O DOS ANOS 70"},"content":{"rendered":"<p>GRUPOS E DISCOGRAFIA FUNDAMENTAIS DO ROCK ALEM\u00c3O DOS ANOS 70<br \/>\nAgitation Free<br \/>\nInfluenciados pela m\u00fasica \u00e1rabe no primeiro \u00e1lbum, \u201cMalesch\u201d, c\u00f3smicos no segundo. Com Lutz Albrich, dos Ash Ra Tempel, Michael Honig (futuro Tangerine Dream) e Peter Michael Hamel, \u201c2nd Edition\u201d (1973).<br \/>\nAmon D\u00fc\u00fcl II<br \/>\nDo grupo communal designado por Amon D\u00fc\u00fcl I derivou este n]ucleo dos que sabiam tocar. Rock inclassific]avel, gerado dos piores pesadelos do LSD. Reza a lenda que, nos concertos, cada m\u00fasico estava sob o efeito de uma droga diferente. Os \u00e1lbuns reflectem esta mistura de universdos paralelos, alternando longas improvisa\u00e7\u00f5es anarco-c\u00f3smicas com can\u00e7\u00f5es surreais. \u201cYeti\u201d (1970), \u201cTanz der Lemminge\u201d (1971), \u201cWolf City\u201d (1972).<br \/>\nAnnexus Quam<br \/>\nOriundos de D\u00fcsseldorf. Dos deslumbramentos psicad\u00e9licos do primeiro \u00e1lbum, passaram ao \u201cfree jazz\u201d, n\u00e3o menos empanturrado de alucina\u00e7\u00f5es, do segundo. \u201cOsmose\u201d (1970), \u201cBezeihungen\u201d (1972).<br \/>\nAsh Ra Temple \/ Ashra \/ Manuel G\u00f6ttsching<br \/>\nA guitarra el\u00e9ctrica que veio do espa\u00e7o por um dos nomes mais importantes da \u201cKosmische muzik\u201d. Os Ash Ra Tempel eram os meninos bonitos do guru Rolf-Ulrich Kaiser, com as suas \u201cacid jams\u201d apontadas ao infinito. J\u00e1 s\u00f3, como Ashra, G\u00f6ttsching aproximou-se da gal\u00e1xia de Klaus Schulze, com passagem pela pop, o cinema de Phillipe Garrel e aterragem no minimalismo. \u201cSchwingungen\u201d (1972), \u201cInventions for Electric Guitar\u201d (1974), \u201cNew Age of Earth\u201d (1976).<br \/>\nCan<br \/>\nMestres do ritual e dos ritmos do corpo. Filhos de Stockhausen, do \u201cfre jazz\u201d e dos Velvet Underground, inventaram a m\u00fasica do espa\u00e7o interior. No seu caso n\u00e3o faz sentido falar de m\u00fasica \u201cc\u00f3smica\u201d, mas sim de \u201cm\u00fasica microc\u00f3smica\u201d. O \u201cbeat\u201d, enquanto \u00e1tomo da hipnose. \u201cMonster Movie\u201d (1969), \u201cTago Mago\u201d (1971), \u201cEge Bamyasi\u201d (1972), \u201cFuture Days\u201d (1973), \u201cUnlimited Edition\u201d (1976).<br \/>\nCluster<br \/>\nRepresentam o lado mais experimentalista do \u201ckrautrock\u201d. Primeiro chamaram-se Kluster, industriais \u201cavant la lettre\u201d. Joachim Roedelius, o rom\u00e2ntico, e Dieter Moebius, o conceptualista, formaram uma das duplas recorrentes da m\u00fasica electr\u00f3nica alem\u00e3 das \u00faltimas tr\u00eas d\u00e9cadas. Eno e Bowie assumem a sua influ\u00eancia, bem como a gera\u00e7\u00e3o actual de bandas dos p\u00f3s-rock. Fizeram trio com Brian Eno. \u201cCluster\u201d (1972), \u201cZuckerzeit\u201d (1974), \u201cCluster &#038; Eno\u201d (1977).<br \/>\nHarmonia<br \/>\nAssocia\u00e7\u00e3o dos Cluster com Michael Rother, dos Neu!, banda da qual exploraram o lado mais electr\u00f3nico e minimalista. Juntamente com os Neu! Constituem uma refer\u00eancia fundamental do movimento \u201cpunk\u201d, pela redu\u00e7\u00e3o do ritmo a uma batida primordial. \u201cMusik von Harmonia\u201d (1974), \u201cDeLuxw\u201d (1975).<br \/>\nHolger Czukay<br \/>\nTe\u00f3rico dos Can, congeminou mil estilos e inova\u00e7\u00f5es. Com os Technical Space Composers Crew, na colagem de sons concretos e ambientais com fitas de \u201cworld music\u201d na reciclagem do \u201cdub\u201d. Com a voz do papa. Com um sintonizador de r\u00e1dio e um \u201cdictaphone\u201d. O \u00faltimo dos alquimistas. \u201cCannaxis\u201d (1969), \u201cMovies\u201d (1979).<br \/>\nFaust<br \/>\nCom Frank Zappa e os Henry Cow, um dos nomes que declararam guerra \u00e0 m\u00fasica pop do s\u00e9culo XX. Popularizaram o termo \u201ckrautrock\u201d num tema com este nome do \u00e1lbum \u201cFaust IV\u201d. Na sua m\u00fasica, o paradoxo faz sentido e al\u00f3gica exige a cria\u00e7\u00e3o de novas linguagens. Recentemente voltaram a gravar, radicais coko sempre, agora que o tempo finalmente os apanhou. \u201cFaust\u201d (1971), \u201cSo Far\u201d (1972), \u201cThe Faust Tapes\u201d (1973), \u201cFaust IV\u201d (1973).<br \/>\nEdgar Froese<br \/>\nO guitarrista e l\u00edder dos Tangerine Dream experimentou a solo o lado mais acusm\u00e1tico da m\u00fasica do grupo. \u201cAqua\u201d (1974).<br \/>\nLa D\u00fcsseldorf<br \/>\nEmblema da cidade, na vis\u00e3o mecanicista do percussionista Klaus Dinger, ex-Kraftwerk e ex-Neu!. \u201cLa D\u00fcsseldorf\u201d (1976), \u201cViva\u201d (1978).<br \/>\nLiliental<br \/>\nSupergrupo que juntou Dieter Moebius, dos Cluster, Conny Plank, produtor determinante no desenvolvimento do \u201ckrautrock\u201d, Johannes Pappert, saxofonista dos Kraan, e o industrialista Asmus Tietchens. \u201cLiliental\u201d (1978).<br \/>\nNeu!<br \/>\nA m\u00e1quina de ritmos bin\u00e1rios de Klaus Dinger, sempre na sombra do que melhor eclodiu em D\u00fcsseldorf, aliada ao melodismo viciante e \u201ceasy listening\u201d de Michael Rother. \u201cNeu!\u201d (1972), \u201cNeu! 2\u201d (1973), \u201cNeu! 75\u201d (1975).<br \/>\nPopol Vuh<br \/>\nFlorian Fricke foi dos primeiros a levarem o grande \u201cMoog\u201d para dentro de uma catedral, mas depois a descoberta do cristianismo levou o seu piano para o c\u00e9u. Um dos m\u00edsticos da m\u00fasica alem\u00e3. Compositor de servi\u00e7o de Werner Herzog. \u201cIn Der Garten Pharaos\u201d (1972).<br \/>\nKlaus Schulze<br \/>\nPai da m\u00fasica c\u00f3smica. Tocou bateria nos Psi Free e Tangerine Dream, estudou o cat\u00e1logo do VCS3 nos Ash Ra Tempel e desapareceu, finalmente, entre os circuitos do sintetizador, abra\u00e7ado a um busto de Wagner. H\u00e1 quem adorme\u00e7a ao escutar os seus \u201cmantras\u201d electr\u00f3nicos de 30 minutos e quem jure viajar com eles por outras dimens\u00f5es. \u201cCyborg\u201d (1973), \u201cMirage\u201d (1977), \u201cX\u201d (1978).<\/p>\n<div style=\"text-align: center;margin: 12px;\"><script type=\"text\/javascript\"><!--\ngoogle_ad_client = \"pub-9853707030319137\";\ngoogle_alternate_color = \"FFFFFF\";\ngoogle_ad_width = 234;\ngoogle_ad_height = 60;\ngoogle_ad_format = \"234x60_as\";\ngoogle_ad_type = \"text_image\";\ngoogle_ad_channel =\"\";\ngoogle_color_border = \"#FFFFFF\";\ngoogle_color_link = \"\";\ngoogle_color_bg = \"#FFFFFF\";\ngoogle_color_text = \"\";\ngoogle_color_url = \"\";\ngoogle_ui_features = \"rc:0\";\n\/\/--><\/script>\n<script type=\"text\/javascript\"\n  src=\"http:\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/show_ads.js\">\n<\/script><\/div><p><a href=\"http:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2010\/04\/K-Schulze-Cyborg.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2010\/04\/K-Schulze-Cyborg.jpg\" alt=\"\" title=\"K Schulze - Cyborg\" width=\"600\" height=\"593\" class=\"alignnone size-full wp-image-2016\" srcset=\"https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2010\/04\/K-Schulze-Cyborg.jpg 600w, https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2010\/04\/K-Schulze-Cyborg-300x296.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.4shared.com\/file\/118785788\/e53d655e\/Klaus_Schulze_-_Cyborg_1.html\" target=\"_blank\">LINK <\/a>(Parte 1)<br \/>\n<a href=\"http:\/\/www.4shared.com\/file\/118798037\/5c3346ec\/Klaus_Schulze_-_Cyborg_2.html\" target=\"_blank\">LINK <\/a>(Parte 2)<\/p>\n<p><object width=\"480\" height=\"385\"><param name=\"movie\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/BUCYq2qLxJc&#038;hl=pt_PT&#038;fs=1&#038;\"><\/param><param name=\"allowFullScreen\" value=\"true\"><\/param><param name=\"allowscriptaccess\" value=\"always\"><\/param><embed src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/BUCYq2qLxJc&#038;hl=pt_PT&#038;fs=1&#038;\" type=\"application\/x-shockwave-flash\" allowscriptaccess=\"always\" allowfullscreen=\"true\" width=\"480\" height=\"385\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p>Kraftwerk<br \/>\nRalf H\u00fctter e Florian Schneider estiveram sempre um pouco \u00e0 margem do \u201ckrautrock\u201d. Ainda experimentaram o ru\u00eddo, nos Organisation e nos dois primeiros \u00e1lbuns, mas com \u201cAutobahn\u201d aboliram a portagem que impedia a livre circula\u00e7\u00e3o nas auto-estradas da m\u00fasica de dan\u00e7a do mundo. Depois transformaram-se em rob\u00f4s e fecharam-se no est\u00fadio Kling Klang, de onde saem de vez em quando para fazerem pontos de ordem \u00e0 m\u00fasica tecno. \u201cOhm Sweet Ohm\u201d, \u201cKraftwerk\u201d (1970), \u201cKraftwerk 2\u201d (1971), \u201cRalf &#038; Florian\u201d (1973), \u201cAutobahn\u201d (1974), \u201cThe Man Machine\u201d (1978).<br \/>\nTangerine Dream<br \/>\nPapas da Escola de Berlim. M\u00fasica on\u00edrica, banda sonora das divaga\u00e7\u00f5es sobre a relatividade de Einstein. A religi\u00e3o dos electr\u00f5es. Tiraram o ritmo aos Pink Floyd abrindo no seu cora\u00e7\u00e3o um pulsar. A primeira fase \u00e9 \u201cfree rock\u201d para tripar ao gosto de Julian Cope. Preferimos os espa\u00e7os mais amplos rasgados pela forma\u00e7\u00e3o quintessencial dos TD: Edgar Froese, Peter Baumann e Chris Franke. \u201cZeit\u201d (1972), \u201cAtem\u201d (1973),\u201dPhaedra\u201d (1974), \u201cRubycon\u201d (1975),<br \/>\nWalter Wegm\u00fcller<br \/>\nWegm\u00fcller era um artista e mago cigano que o acaso fez cruzar com Timothy Leary, profeta e ide\u00f3logo do LSD, e com a turma inteira dos Cosmic Couriers, numa aldeia sui\u00e7a onde teve lugar uma das desbundas de \u00e1cido de todos os tempos. \u201cTarot\u201d (que inclui um baralho de Tarot desenhado pelo pr\u00f3prio) reflecte todas as vertentes, virtudes e defeitos dos primeiros anos da \u201cKosmische Musik\u201d. \u201cTarot\u201d (1973).<br \/>\nWhith\u00fcser &#038; Westrupp<br \/>\n\u201cAcid Folk\u201d que entusiasmou Rolf-Ulrich Kaiser, dando origem ao selo Pilz, subsidi\u00e1rio da \u201cOhr\u201d, sede de todas as aventuras c\u00f3smicas. \u201cTrips und Traume\u201d (1971).<br \/>\nNota: todos os discos dispon\u00edevis em CD.<br \/>\n\u00c0 aten\u00e7\u00e3o dos curiosos: Achim Reichel, Brainticket, Br\u00f6selmaschine, Cosmic Jokers, Cozmic Corridors, Joachim H. Ehrig (Eroc), Embryo, Emtidi, Eulenspygel, ExMagma (na\u00f5 confundir com os franceses Magma), Gila, Golem, Sergius Gollowin, Grobschnitt, Guru Guru, Hoelderlin, Kraan, Mythos, Novalis, Out of Focus, Parzival, Pell Mell, Phantom Band, Release Music Orchestra, Sand, Thirsty Moon, Wallenstein, Xhol, Yatha Sidhra.<br \/>\nBIBLIOGRAFIA<br \/>\n\u201cKrautrocksampler: One Head\u2019s Guide to the Great Kosmische Musik \u2013 1968 Onwards\u201d \u2013 Julian Cope (ed. Head Heritage). Manual.<br \/>\nUm dos respons\u00e1veis pelo recrudescimento de interesse pelo \u201ckrautrock\u201d. O entusiasmo e a linguagem de verdadeiro apreciador com que Cope nos descreve as suas descobertas contagiam. Alguma falta de rigor \u00e9 compensada pelas hist\u00f3rias deliciosas que se l\u00eaem como um romance, por exemplo todo o epis\u00f3dio do retiro sui\u00e7o com Timothy Leary ou a paran\u00f3ia de poder de Rolf-Ulrich Kaiser (\u201cthe kaiser\u201d, como a dada altura lhe chama Cope), patr\u00e3o e mentor dos Cosmic Couriers. Na discografia seleccionada \u00e9 evidente o gosto do \u201cacid head\u201d pelas obras mais \u201ctripantes\u201d (mas tamb\u00e9m mais desconjuntadas&#8230;) do \u201ckrautrock\u201d, privilegiando, quase sempre, os primeiros \u00e1lbuns de cada artista, de que s\u00e3o paradigm\u00e1ticos a inclus\u00e3o da estreia dos Tangerine Dream, a profus\u00e3o de discos dos Ash Ra Tempel das \u201cacid jams\u201d ou a totalidade da dispens\u00e1vel s\u00e9rie dos Cosmic Couriers.<br \/>\n\u201cCosmic Dreams At Play \u2013 A Guide to German Progressive and Electronic Music\u201d, de Dag Erik Asbjomsen (ed. Borderline Productions). Enciclop\u00e9dia.<br \/>\nNotas informativas extensas, embora demasiado subjectivas e reveladoras da propens\u00e3o do autor para valorizar discos pouco representativos. V\u00ea-se que o autor aprecia acima de tudo o progressivo mais lamechas, na \u00e1rea do \u201csinf\u00f3nico\u201d&#8230; Discografias completas. A quantidade de entradas \u00e9 razo\u00e1vel embora haja lacunas. Uma obra que perde, sobretudo, por um grafismo e \u201clettering\u201d infelizes, como consequ\u00eancia de ser mais uma compila\u00e7\u00e3o de um amador do que um trabalho met\u00f3dico. Reprodu\u00e7\u00e3o, a cores e a preto e branco, de capas escolhidas de forma aleat\u00f3ria, com pouca aten\u00e7\u00e3o ao grafismo geral da obra.<br \/>\n\u201cThe Crack In The Cosmic Egg \u2013 Encyclopedia of Krautrock, Kosmische Musik &#038; Other Progressive, Experimental &#038; Electronic Musics from Germany\u201d, de Steve Freeman e Alan Freeman (ed. Audion Publications). Enciclop\u00e9dia.<br \/>\nO melhor e mais completo livro sobre \u201ckrautrock\u201d editado at\u00e9 \u00e0 data, ao contr\u00e1rio dos outros dois, estendendo-se pelos anos 80 e 90. Organizado metodicamente, inclui um mapa da Alemanha com a sinaliza\u00e7\u00e3o das cidades onde tiveram origem alguns dos grupos mais importantes, \u00e0rvores geneal\u00f3gicas, um \u201ctop-100\u201d, editoras, t\u00f3picos gerias e um gloss\u00e1rio. As discografias s\u00e3o acompanhadas, para cada \u00e1lbum, pela lista completa dos m\u00fasicos participantes. Os textos s\u00e3o informativos, rigorosos e excitam a curiosidade. A selec\u00e7\u00e3o de capas, todas com reprodu\u00e7\u00e3o a cores, \u00e9, por si s\u00f3, um prazer \u00e0 parte.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>GRUPOS E DISCOGRAFIA FUNDAMENTAIS DO ROCK ALEM\u00c3O DOS ANOS 70 Agitation Free Influenciados pela m\u00fasica \u00e1rabe no primeiro \u00e1lbum, \u201cMalesch\u201d, c\u00f3smicos no segundo. 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