{"id":1863,"date":"2010-03-31T09:46:43","date_gmt":"2010-03-31T16:46:43","guid":{"rendered":"http:\/\/www.profelectro.info\/fm\/?p=1863"},"modified":"2010-03-31T09:46:44","modified_gmt":"2010-03-31T16:46:44","slug":"suzanne-vega-regressa-com-album-de-sucessos-cancoes-a-prova-de-bala","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/2010\/03\/31\/suzanne-vega-regressa-com-album-de-sucessos-cancoes-a-prova-de-bala\/","title":{"rendered":"Suzanne Vega Regressa Com \u00c1lbum De Sucessos &#8211; Can\u00e7\u00f5es \u00c0 Prova De Bala"},"content":{"rendered":"<p>02.10.1998<br \/>\nSuzanne Vega Regressa Com \u00c1lbum De Sucessos<br \/>\nCan\u00e7\u00f5es \u00c0 Prova De Bala<br \/>\nSuzanne Vega est\u00e1 de volta com uma colect\u00e2nea intitulada \u201cTried and True\u201d que re\u00fane alguns dos seus maiores sucessos, como \u201cLuka\u201d, \u201cMarlene on the Wall\u201d e \u201cBook of Dreams\u201d. Um formato que a cantora gostaria de explorar com mais assiduidade, em retrospectivas tem\u00e1ticas com vers\u00f5es ac\u00fasticas ou de todas as \u201ccan\u00e7\u00f5es subordinadas ao tema da sa\u00fade mental\u201d, por exemplo.<\/p>\n<div style=\"text-align: center;margin: 12px;\"><script type=\"text\/javascript\"><!--\ngoogle_ad_client = \"pub-9853707030319137\";\ngoogle_alternate_color = \"FFFFFF\";\ngoogle_ad_width = 250;\ngoogle_ad_height = 250;\ngoogle_ad_format = \"250x250_as\";\ngoogle_ad_type = \"text_image\";\ngoogle_ad_channel =\"\";\ngoogle_color_border = \"#FFFFFF\";\ngoogle_color_link = \"\";\ngoogle_color_bg = \"#FFFFFF\";\ngoogle_color_text = \"\";\ngoogle_color_url = \"\";\ngoogle_ui_features = \"rc:0\";\n\/\/--><\/script>\n<script type=\"text\/javascript\"\n  src=\"http:\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/show_ads.js\">\n<\/script><\/div><p><a href=\"http:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2010\/03\/suzanneVega_TriedAndTrue.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2010\/03\/suzanneVega_TriedAndTrue.jpg\" alt=\"\" title=\"suzanneVega_TriedAndTrue\" width=\"470\" height=\"480\" class=\"alignnone size-full wp-image-1864\" srcset=\"https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2010\/03\/suzanneVega_TriedAndTrue.jpg 470w, https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2010\/03\/suzanneVega_TriedAndTrue-293x300.jpg 293w\" sizes=\"auto, (max-width: 470px) 100vw, 470px\" \/><\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/rapidshare.com\/files\/132756891\/Suzanne.part1.rar\" target=\"_blank\">LINK <\/a>(Parte 1)<br \/>\n<a href=\"http:\/\/rapidshare.com\/files\/132757945\/Suzanne.part2.rar\" target=\"_blank\">LINK <\/a>(Parte 2)<br \/>\npwd: levente<\/p>\n<p><object width=\"425\" height=\"344\"><param name=\"movie\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/_aeNQ_nCCHQ&#038;hl=pt_PT&#038;fs=1&#038;color1=0x3a3a3a&#038;color2=0x999999\"><\/param><param name=\"allowFullScreen\" value=\"true\"><\/param><param name=\"allowscriptaccess\" value=\"always\"><\/param><embed src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/_aeNQ_nCCHQ&#038;hl=pt_PT&#038;fs=1&#038;color1=0x3a3a3a&#038;color2=0x999999\" type=\"application\/x-shockwave-flash\" allowscriptaccess=\"always\" allowfullscreen=\"true\" width=\"425\" height=\"344\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p>\u201cPodia perfeitamente pegar em todas as minhas can\u00e7\u00f5es e voltar a edit\u00e1-las de maneiras diferentes, de modo a que as pessoas pudessem experiment\u00e1-las tamb\u00e9m de maneiras diferentes\u201d. Colec\u00e7\u00f5es arrumadas em vers\u00f5es ac\u00fasticas de velhas can\u00e7\u00f5es, ou por temas espec\u00edficos, como a \u201csa\u00fade mental\u201d. Por aqui se v\u00ea que Suzanne Vega, uma das compositoras-int\u00e9rpretes mais importantes da moderna m\u00fasica popular norte-americana \u00e9 adepta incondicional deste tipo de discos: \u201cTenho a casa cheia de discos de \u2018Greatest Hits\u2019!\u201d, garante. Por detr\u00e1s deste interesse est\u00e1 a necessidade de olhar constantemente para o passado e a vontade de recontextualizar a obra feita. \u201cSe dependesse de mim, lan\u00e7ava uma colect\u00e2nea todos os anos\u201d, diz a cantora que, at\u00e9 \u00e0 data, j\u00e1 editou cinco \u00e1lbuns de originais: \u201cSuzanne Vega\u201d, \u201cSolitude Standing\u201d, \u201cDays of Open Hand\u201d, \u201c99,9\u00ba F\u201d e \u201cNine Objects of Desire\u201d. Embora ela pr\u00f3pria n\u00e3o tivesse tido ainda a oportunidade de paresentar as suas pr\u00f3prias vers\u00f5es, outros, como Peter Behrens, Mats H\u00f6jer, Michiagn &#038; Smiley, Nikki Sudden, Beth Watson e DNA, j\u00e1 o fizeram, no \u00e1lbum \u201cTom\u2019s Dinner\u201d, um apanhado de vers\u00f5es \u201cengra\u00e7adas\u201d, \u201cbrilhantes\u201d ou \u201cestranhas\u201d, nas palavras da compositora.<br \/>\nEntre 1996, ano de edi\u00e7\u00e3o de \u201cNine Objects of Desire\u201d, e a actual colect\u00e2nea, Suzanne Vega passou o tempo com a fam\u00edlia e aproveitou para p\u00f4r em ordem a colec\u00e7\u00e3o das letras dos seus discos, que sair\u00e3o reunidas em \u201cThe Passionate Eye\u201d, livro a editar nos Estados Unidos na Primavera do pr\u00f3ximo ano.<br \/>\nEsta preocupa\u00e7\u00e3o com os textos constitui desde sempre uma das caracter\u00edsticas principais da autora de \u201cLuka\u201d &#8211; uma can\u00e7\u00e3o sobre os maus tratos infantis &#8211; ao mesmo tempo que reflecte a influ\u00eancia que sobre ela exerceram \u201csinger songwriters\u201d cl\u00e1ssicos como Bob Dylan, Lou Reed, Leonard Cohen, Paul Simon e Laura Nyro. Vega j\u00e1 tocou, ali\u00e1s, ao vivo, com um destes seus her\u00f3is, Lou Reed. Com Leonard Cohen, gostaria de poder gravar algum dia, um disco.<br \/>\nDe Suzanne Vega, pese embora a nomenclatura do seu nome, n\u00e3o se espere o comportamento t\u00edpico de uma estrela. O que Suzanne Vega \u00e9, \u00e9 o que est\u00e1 nos discos. O resto, a ind\u00fastria e as suas press\u00f5es, podem esperar. A pr\u00f3xima digress\u00e3o, por exemplo, est\u00e1 condicionada pelos hor\u00e1rios escolares da filha. Por isso ser\u00e1 preciso esperar at\u00e9 ao pr\u00f3ximo Ver\u00e3o, \u00e9poca de f\u00e9rias, para ser reatado o conv\u00edvio com a estrada.<br \/>\nN\u00e3o que a cantora tenha especial predilec\u00e7\u00e3o pelas longas desloca\u00e7\u00f5es que qualquer digress\u00e3o exige. Para Vega actua\u00e7\u00f5es ao vivo e digress\u00f5es n\u00e3o s\u00e3o bem a mesma coisa. \u201cEmbora adore cantar ao vivo para as pessoas, gostaria de o poder fazer sem ter de me deslocar at\u00e9 aos locais dos concertos\u201d. Lembra, a prop\u00f3sito, um dos concertos que mais a marcou, em 1989, no festival de Glastonbury, onde foi obrigada a actuar em circunst\u00e2ncia muito especiais: \u201cHouve amea\u00e7as de morte contra mim e contra o baixista, Mike Visceglia. Fui for\u00e7ada a actuar em frente de uma fila de pol\u00edcias, com helic\u00f3pteros a sobrevoar constantemente o palco. Cantei vestida com um coleta \u00e0 prova de bala. Acabou por correr tudo bem, mas foi, sem d\u00favida, o concerto mais stressante de toda a minha carreira\u201d.<br \/>\nMas o mais vulgar nos concertos de Suzanne Vega n\u00e3o \u00e9 a cantora ser recebida a tiros mas de bra\u00e7os abertos, embora as reac\u00e7\u00f5es variem bastante de pa\u00eds para pa\u00eds. A diferen\u00e7a entre o p\u00fablico japon\u00eas e o norte-americano, por exemplo, constitui um enigma: \u201cNo Jap\u00e3o s\u00e3o muito calmos e respeitadores mas, estranhamente, parecem compreender bem as letras das can\u00e7\u00f5es. Na zona ocidental dos Estados Unidos, pelo contr\u00e1rio, as pessoas s\u00e3o mais barulhentas e apreciativas, quando gostam em particular de uma can\u00e7\u00e3o, s\u00f3 quem tamb\u00e9m estranhamente, parecem n\u00e3o fazer a m\u00ednima ideia do que \u00e9 que ela fala, nem parece que falamos a mesma l\u00edngua. \u00c9 uma daquelas coisas misteriosas que n\u00e3o consigo explicar\u201d. J\u00e1 na Inglaterra \u201cas pessoas s\u00e3o muito sarc\u00e1sticas e interrogativas, mas \u00e9 porque est\u00e3o a gostar\u201d. Por enquanto Suzanne Vega n\u00e3o poder\u00e1 saber qual o tipo de reac\u00e7\u00e3o do p\u00fablico portugu\u00eas. Mas a julgar pelo bom acolhimento aos seus discos, n\u00e3o estar\u00e1 longe de ser um dos \u201cNine Objects of desire\u201d que d\u00e3o t\u00edtulo ao seu \u00faltimo disco de est\u00fadio.<\/p>\n<p>Livro De Sonhos<\/p>\n<p>Suzanne Vega, em discurso directo, sobre cada uma das canc\u00e7\u00f5es de \u201cTried and True: The Best Of&#8230;\u201d:<\/p>\n<p>\u201cLuka\u201d<br \/>\nFoi um grande sucesso em 1987. \u00c9, provavelmente, a minha can\u00e7\u00e3o mais conhecida. Fala de um rapaz chamado Luka que sofre maus tratos dos pais. Toda a gente quis saber se existiu de facto, um Luka. A resposta \u00e9 sim. Vivia no andar de cima do meu pr\u00e9dio. Mas, na verdade, os pais n\u00e3o lhe batiam.<br \/>\n\u201cTom\u2019s diner\u201d<br \/>\nExiste um \u201cTom\u2019s Diner\u201d na rua 102 da Broadway, chamado \u201cTom\u2019s Restaurant\u201d. A vers\u00e3o aqui inclu\u00edda foi remisturada pelos djs D. &#038; A.. Ao contr\u00e1rio do que tem sido dito, gosto bastante dela, motivo pelo qual a editei em single.<br \/>\n\u201cmarlene on the wall\u201d<br \/>\nPertence ao meu primeiro \u00e1lbum e foi escrita a partir de um ponto de vista inspirado num poster de Marlene Dietrich que tinha colado no meu quarto. Procura responder aquelas pessoas que se interrogam sobre quem era Marlene.<br \/>\n\u201cCaramel\u201d<br \/>\nUma esp\u00e9cie de tributo \u00e0 bossa nova dos anos 60. Costumava ouvir Astrud Gilberto, que cantava \u201cA Rapariga de Ipanema\u201d. Sempre quis compor uma can\u00e7\u00e3o como essa. \u00c9 a minha vers\u00e3o.<br \/>\n\u201c99,9\u00ba F\u201d<br \/>\nO assunto \u00e9, na verdade, muito simples. \u00c9 sobre namorar com algu\u00e9m. O tema n\u00e3o \u00e9 a doen\u00e7a, ao contr\u00e1rio do que algumas pessoas pensam.<br \/>\n\u201cSmall blue thing\u201d<br \/>\nOutra can\u00e7\u00e3o de amor, embora n\u00e3o convencional. Basicamente descreve um ambiente especial. E responde \u00e0 quest\u00e3o: \u201cse eu fosse uma coisa pequena e azul que tipo de coisa pequena e azul \u00e9 que seria?\u201d.<br \/>\n\u201cBlood makes noise\u201d<br \/>\nDeu-me imenso gozo a gravar. Cantei numa das pistas atrav\u00e9s de um megafone e noutra com a minha voz natural. \u00c9 uma can\u00e7\u00e3o sobre n\u00e3o se ser capaz de comunicar com algu\u00e9m por causa da ansiedade e do medo. Como estar preso numa casca de noz.<br \/>\n2Life of center\u201d<br \/>\nFoi escrita para o filme \u201cPretty in Pink\u201d, em especial para o personagem principal, desempenhado por Molly Ringwold\u201d. a partir do gui\u00e3o, escrevi-a a pensar na sua personagem mas tamb\u00e9m na minha.<br \/>\n\u201cIn Liverpool\u201d<br \/>\nEscrevi-a para um amigo de longa data, quando chegou de Liverpool. Pertence a uma \u00e9poca em que andava em digress\u00e3o e visitei essa cidade.<br \/>\n\u201cGypsy\u201d<br \/>\nOutra can\u00e7\u00e3o escrita para essa mesma pessoa. Portanto, ele tem duas can\u00e7\u00f5es que lhe dizem respeito, embora, de facto, n\u00e3o as mere\u00e7a. N\u00e3o voltei a v\u00ea-lo desde esse Ver\u00e3o, j\u00e1 h\u00e1 muito tempo, o que acho bem. H\u00e1 coisas que devem ser deixadas como est\u00e3o.<br \/>\n\u201cBook of Dreams\u201d<br \/>\nEst\u00e1 ligada a um per\u00edodo que se seguiu a uma digress\u00e3o, em que estive sem actuar ao vivo durante um ano, a recuperar e em que dormia muito. Descobri que sonhava muito. Muitas das can\u00e7\u00f5es de \u201cDays of Open Hand\u201d est\u00e3o relacionadas com sonhos e com introspec\u00e7\u00e3o. \u00c9 a can\u00e7\u00e3o central deste \u00e1lbum.<br \/>\n\u201cNo Cheap Thrill\u201d<br \/>\nFala de romance utilizando a linguagem do jogo. Penso que fala por si.<br \/>\n\u201cWorld before Columbus\u201d<br \/>\nComposta para a minha filha. Pretendi escrever algo que expressassse os meus sentimentos por ela, um beb\u00e9, mas sem que isso soasse como uma can\u00e7\u00e3o de embalar ou uma can\u00e7\u00e3o para beb\u00e9s.<br \/>\n\u201cWhen heroes go down\u201d<br \/>\nUma can\u00e7\u00e3o curta, 1m54s, que tamb\u00e9m fala por si.<br \/>\n\u201cThe Queen and the Soldier\u201d<br \/>\ntrata-se, provavelmente, de uma das minhas can\u00e7\u00f5es mais misteriosas. N\u00e3o consigo dizer, exactamente, de onde \u00e9 que surgiram as imagens, embora j\u00e1 muita gente me tivesse feito essa pergunta. H\u00e1 quem afirme que foi escrita da perspectiva da rainha mas isso n\u00e3o \u00e9 verdade. Senti-me na pele tanto da rainha como na do soldado.<br \/>\n\u201cBook &#038; a cover\u201d e \u201cRosemary\u201d<br \/>\nDuas can\u00e7\u00f5es in\u00e9ditas. \u201cBook &#038; a cover\u201d fala de n\u00e3o julgar as pessoas com base nas apar\u00eancias. \u201cRosemary\u201d \u00e9 uma can\u00e7\u00e3o sobre o desejo de se ser recordado, o que julgo ser uma maneira apropriada de finalizar uma retrospectiva.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>02.10.1998 Suzanne Vega Regressa Com \u00c1lbum De Sucessos Can\u00e7\u00f5es \u00c0 Prova De Bala Suzanne Vega est\u00e1 de volta com uma colect\u00e2nea intitulada \u201cTried and True\u201d que re\u00fane alguns dos seus maiores sucessos, como \u201cLuka\u201d, \u201cMarlene on the Wall\u201d e \u201cBook of Dreams\u201d. 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