{"id":1573,"date":"2010-02-15T10:05:50","date_gmt":"2010-02-15T17:05:50","guid":{"rendered":"http:\/\/www.profelectro.info\/fm\/?p=1573"},"modified":"2010-02-15T10:05:50","modified_gmt":"2010-02-15T17:05:50","slug":"steeleye-span-below-the-salt-self-conj","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/2010\/02\/15\/steeleye-span-below-the-salt-self-conj\/","title":{"rendered":"Steeleye Span &#8211; Below The Salt (self conj.)"},"content":{"rendered":"<p>25.09.1998<br \/>\nReedi\u00e7\u00f5es<br \/>\nSteeleye Span<br \/>\nBelow The Salt (9)<br \/>\nParcel Of Rogues (8)<br \/>\nCommoner\u2019s Crown (7)<br \/>\nRocket Cottage (6)<br \/>\nBGO, distri. Megam\u00fasica<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2010\/02\/steeleyeSpan_BelowTheSalt.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2010\/02\/steeleyeSpan_BelowTheSalt.jpg\" alt=\"\" title=\"steeleyeSpan_BelowTheSalt\" width=\"240\" height=\"240\" class=\"alignnone size-full wp-image-1574\" srcset=\"https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2010\/02\/steeleyeSpan_BelowTheSalt.jpg 240w, https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2010\/02\/steeleyeSpan_BelowTheSalt-150x150.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 240px) 100vw, 240px\" \/><\/a><\/p>\n<div style=\"text-align: center;margin: 12px;\"><script type=\"text\/javascript\"><!--\ngoogle_ad_client = \"pub-9853707030319137\";\ngoogle_alternate_color = \"FFFFFF\";\ngoogle_ad_width = 336;\ngoogle_ad_height = 280;\ngoogle_ad_format = \"336x280_as\";\ngoogle_ad_type = \"text_image\";\ngoogle_ad_channel =\"\";\ngoogle_color_border = \"#FFFFFF\";\ngoogle_color_link = \"\";\ngoogle_color_bg = \"#FFFFFF\";\ngoogle_color_text = \"\";\ngoogle_color_url = \"\";\ngoogle_ui_features = \"rc:0\";\n\/\/--><\/script>\n<script type=\"text\/javascript\"\n  src=\"http:\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/show_ads.js\">\n<\/script><\/div><p><a href=\"http:\/\/rapidshare.com\/files\/314683640\/Steeleye_Span_-_Below_The_Salt.rar\" target=\"_blank\">LINK<\/a><\/p>\n<p><object width=\"425\" height=\"344\"><param name=\"movie\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/3zzwbYyvWiU&#038;hl=pt_PT&#038;fs=1&#038;\"><\/param><param name=\"allowFullScreen\" value=\"true\"><\/param><param name=\"allowscriptaccess\" value=\"always\"><\/param><embed src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/3zzwbYyvWiU&#038;hl=pt_PT&#038;fs=1&#038;\" type=\"application\/x-shockwave-flash\" allowscriptaccess=\"always\" allowfullscreen=\"true\" width=\"425\" height=\"344\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p>Fairport Convention e Steeleye Span formaram, nos anos 70, o par de bandas sem as quais o folk-rock nunca teria existido. Os primeiros contavam nas suas fileiras com uma diva: Sandy Denny. Do lado dos Steeleye Span, o trunfo da voz feminina n\u00e3o era menor: Maddy Prior. Durante anos disputaram ambas o ceptro de \u201cmelhor cantora folk das Ilhas Brit\u00e2nicas\u201d. Com a morte prematura de Denny, Maddy Prior foi eleita, com toda a naturalidade, rainha incontestada. Ningu\u00e9m se lembrou de June Tabor, talvez por fazer parte de outro baralho&#8230;<br \/>\nMas os Steeleye Span contavam ainda, nas suas fileiras, com um guru, Ashley Hutchings, fan\u00e1tico da \u201cmorris dance\u201d e do rock, dois estilos aparentemente antag\u00f3nicos que procurou misturar, quer, primeiro, nos Fairport Convention quer nos Steeleye Span, antes de se dedicar por inteiro ao seu projecto mais querido, os Albion Band, na sequ\u00eancia de um disco lend\u00e1rio que publicou em 1972, \u201cMorris on\u201d. Para tr\u00e1s ficavam, dos Steeleye Span, os \u00e1lbuns \u201cHark! The Village Wait\u201d, \u201cPlease to See the King\u201d (\u00e1lbum folk do ano, em 1971, para o Melody Maker) e \u201cTen Man Mop or Mr. Reservoir Butler Rides Again\u201d, os dois \u00faltimos com a participa\u00e7\u00e3o de Martin Carthy, provavelmente a maior voz masculina da folk inglesa contempor\u00e2nea.<br \/>\nCom um aforma\u00e7\u00e3o composta por Maddy Prior (voz), Peter Knight (violino, viola, bandolim, banjo), Tim Hart (guitarra, salt\u00e9rio), Rick Kemp (baixo) e Bob Johnston (guitarra), os Steeleye Span gravaram, em 1973, \u201cBelow the Salt\u201d e, no ano seguinte, \u201cParcel of Rogues\u201d. \u201cBelow the Salt\u201d \u00e9 um daqueles discos que marcam uma \u00e9poca e de onde ressalta uma magia especial. As vozes de Maddy Prior e de Tim Hart, afei\u00e7oadas num passado comum, nos \u00e1lbun \u201cSummer Solstice\u201d e nos dois volumes de \u201cFolk Songs of Olde England\u201d, harmonizam-se como a de dois menestr\u00e9is em temas como \u201cSpotted Cow\u201d e \u201cKing Henry\u201d. \u201cJigs: The Bride\u2019s Favorite\/Tansey\u2019s Fancy\u201d \u00e9 a resposta, em delicadeza, de Peter Knoght, aos instrumentais inflamados de Dave Swarbrick, nos Fairport Convention. Polifonias \u201ca capella\u201d, como \u201cRosebud in June\u201d e o cl\u00e1ssico \u201cGaudete\u201d enriquecem sobremaneira um disco onde, acima de tudo, a vox de Maddy Prior se eleva a alturas sublimes, em interpreta\u00e7\u00f5es de antologia como as que rubrica em \u201cSheep-crook and the black dog\u201d, \u201cRoyal forester\u201d e \u201cSaucy sailor\u201d. Em \u201cJohn Barley-corn\u201d, representativo do lado mais folky do disco, \u00e9 a vez de Tim Hart mostrar aquilo que vale. H\u00e1 ainda o lado mais \u00e9pico e progressivo, presente no longo \u201cKing Henry\u201d, representativo ainda do tom geral que caracteriza \u201cBelow the Salt\u201d, ilustrado pela capa, representando um banquete medieval.<br \/>\n\u201cParcel of Rogues\u201d \u00e9 um \u00e1lbum que soa mais f\u00e1cil e descontra\u00eddo, com a electricidade e os ritmos rock a fazerem sentir-se com mais for\u00e7a, indicando o rumo que a banda viria a seguir nos \u00e1lbuns seguintes e lhe valeria uma s\u00e9rie de presen\u00e7as regulares nos tops de vendas do Reino Unido, embora os Steeleye Span, desde \u201cplease to See the King\u201d, j\u00e1 fossem presen\u00e7as regulares nessa mesma lista. Temas como 2One misty moisty morning\u201d, o instrumental \u201cRobbery and violins\u201d ou \u201cThe wee wee man\u201d transbordam de energia, \u00e0 boa maneira de uma banda rock. Por outro lado, em \u201calison Gross\u201d, \u201cThe Bold poachers\u201d, \u201cThe ups and downs\u201d, \u201cThe Wee Wee Man\u201d e \u201cRogues in a nation\u201d (\u201ca capella\u201d9, saem refor\u00e7adas a componente polif\u00f3nica e as harmoniza\u00e7\u00f5es vocais, cuja fluidez contrasta com o maior parumo e compartimenta\u00e7\u00e3o vocal do \u00e1lbum anterior. Entregues aos cuidados vocais de Maddy Prior est\u00e3o \u201cOne misty moisty morning\u201d, \u201cThe weaver and the factory maid\u201d e \u201cCam ye O\u2019er frae France\u201d.<br \/>\nAp\u00f3s \u201cNow We Are Six\u201d, um fen\u00f3meno de vendas que contou com as participa\u00e7\u00f5es do flautista dos Jethro Tull, Ian Anderson, como produtor\/consultor, e de David Bowie, que toca saxofone num dos temas, \u201cCommoner\u2019s Crown\u201d, de 1975, j\u00e1 com a presen\u00e7a do baterista Nigel Pregum (chegado dos progressivos Gnidrolog), envereda decididamente pelo rock-folk, em vez do folk-rock original&#8230; Um passo que Tim Hart justifica, comparando, uma vez mais, os percursos paralelos dos Steeleye Span e dos Fairport Convention. \u201cPenso que experimentamos \u00e1reas que os Fairport Convention nunca atingiram, embora eles permanecessem mais em contacto com as ra\u00edzes da m\u00fasica folk, algo que n\u00f3s tivemos sempre mais tend\u00eancia para ignorar\u201d.<br \/>\n\u201cCommoner\u2019s Crown\u201d vale, ainda e sempre, pelas excepcionais presta\u00e7\u00f5es de Maddy Prior, em \u201cLittle Sir Hughh\u201d, \u201cLong Lankin\u201d, \u201cGaltee Farmer\u201d e \u201cWeary Cutters\u201d, esta num desdobramento permitido pela utiliza\u00e7\u00e3o de multipistas. Registe-se ainda a participa\u00e7\u00e3o do actor Peter Sellers a tocar ukelele (o nosso cavaquinho) em \u201cNew York Girls\u201d, uma brincadeira. Mas se em \u201cCommoner\u2019s Carown\u201d o trabalho de composi\u00e7\u00e3o mant\u00e9m um elevado n\u00edvel qualitativo, not\u00f3rio nas harmonias vocais de \u201cDogs and Ferrets\u201d e \u201cElf Call\u201d, ou no instrumental \u201cBach goes to Limerick\u201d, que impedem a bateria de ocupar um lugar de excessiva predomin\u00e2ncia, j\u00e1 em \u201cRocket Cottage\u201d, de 1976, que sucede a \u201cAll Around My Hat\u201d, o mesmo n\u00e3o acontece. A batida de Pegrum torna-se um factor de vulgariza\u00e7\u00e3o na quase totalidade dos temas, salvando-se ainda e sempre a voz de Prior. Curiosos, pelas raz\u00f5es opostas, s\u00e3o \u201cSir James The Rose\u201d, um aceno aos Fairport Convention, e o tema longo, \u201cThe Drunkard\u201d, que desce ao popularucho, fazendo suspirar pela arrepiante abordagem, sobre o mesmo tema do alcoolismo, de Richard e Linda Thompson, em \u201cDown Where The Drunkards Roll\u201d, da obra-prima \u201cI Want To See The Bright Lights Tonight\u201d.<br \/>\nTodas as presentes reedi\u00e7\u00f5es s\u00e3o remasterizadas, notando-se uma melhoria acentuada em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s anteriores dispon\u00edveis no mercado, da Shanachie, o mesmo acontecendo com \u201cSilly Sisters\u201d, primeiro \u00e1lbum da colabora\u00e7\u00e3o entre Maddy Prior e June Tabor, tamb\u00e9m agora reeditado.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>25.09.1998 Reedi\u00e7\u00f5es Steeleye Span Below The Salt (9) Parcel Of Rogues (8) Commoner\u2019s Crown (7) Rocket Cottage (6) BGO, distri. 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