{"id":1373,"date":"2010-01-11T08:20:43","date_gmt":"2010-01-11T15:20:43","guid":{"rendered":"http:\/\/www.profelectro.info\/fm\/?p=1373"},"modified":"2010-01-11T08:20:43","modified_gmt":"2010-01-11T15:20:43","slug":"varios-folk-%e2%80%98n%e2%80%99-hell-conj","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/2010\/01\/11\/varios-folk-%e2%80%98n%e2%80%99-hell-conj\/","title":{"rendered":"V\u00e1rios &#8211; Folk \u2018n\u2019 Hell (conj.)"},"content":{"rendered":"<p>23.01.1998<br \/>\nFOLK<br \/>\nA Ronda Dos Injusti\u00e7ados<br \/>\n1997 j\u00e1 l\u00e1 vai, 1998 ainda agora come\u00e7ou mas j\u00e1 se amontoam na nossa estante de discos os discos da m\u00fasica do nosso contentamento. Muitos dos compactos que a\u00ed se foram amontoando n\u00e3o chegaram a ser criticados neste suplemento. N\u00e3o porque n\u00e3o o merecessem mas porque outros, em princ\u00edpio mais importantes, lhes foram apssando \u00e0 frente. Assim, procuraremos hoje dar baixa, digamos assim, de uma boa parte do que ficou por escrever mas n\u00e3o ficou esquecido, do ano que passou. Discos muito bons, quase todos eles, fazem aqui valer o seu direito de se darem a conhecer. Em pequenas notas, bastante sint\u00e9ticas, sobre cada um. Porque o espa\u00e7o, como sempre, escasseia, e j\u00e1 outras maravilhas se perfilam no horizonte. Como o novo de Kathryn Tickell, com muitos amigos e mais pr\u00f3ximo das ra\u00edzes e sensual do que nunca, \u201cThe Nothumberland Collection\u201d do qual faremos a cr\u00edtica muito em breve. Bem como de \u201cParalaia\u201d, de Xos\u00e9 Manuel Budino, um \u00e1lbum que obriga a repensar o papel da gaita-de-foles na Galiza. Porque esta \u00e9 a semana da ronda dos injusti\u00e7ados.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2010\/01\/varios_FolhNHell.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2010\/01\/varios_FolhNHell-300x300.jpg\" alt=\"\" title=\"varios_FolhNHell\" width=\"300\" height=\"300\" class=\"alignnone size-medium wp-image-1374\" srcset=\"https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2010\/01\/varios_FolhNHell-300x300.jpg 300w, https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2010\/01\/varios_FolhNHell-150x150.jpg 150w, https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2010\/01\/varios_FolhNHell.jpg 500w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><\/p>\n<div style=\"text-align: center;margin: 12px;\"><script type=\"text\/javascript\"><!--\ngoogle_ad_client = \"pub-9853707030319137\";\ngoogle_alternate_color = \"FFFFFF\";\ngoogle_ad_width = 250;\ngoogle_ad_height = 250;\ngoogle_ad_format = \"250x250_as\";\ngoogle_ad_type = \"text_image\";\ngoogle_ad_channel =\"\";\ngoogle_color_border = \"#FFFFFF\";\ngoogle_color_link = \"\";\ngoogle_color_bg = \"#FFFFFF\";\ngoogle_color_text = \"\";\ngoogle_color_url = \"\";\ngoogle_ui_features = \"rc:0\";\n\/\/--><\/script>\n<script type=\"text\/javascript\"\n  src=\"http:\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/show_ads.js\">\n<\/script><\/div><p><object width=\"425\" height=\"344\"><param name=\"movie\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/ZNWMwmwmz3U&#038;hl=pt_PT&#038;fs=1&#038;\"><\/param><param name=\"allowFullScreen\" value=\"true\"><\/param><param name=\"allowscriptaccess\" value=\"always\"><\/param><embed src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/ZNWMwmwmz3U&#038;hl=pt_PT&#038;fs=1&#038;\" type=\"application\/x-shockwave-flash\" allowscriptaccess=\"always\" allowfullscreen=\"true\" width=\"425\" height=\"344\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p>L\u00e1 muito para tr\u00e1s no ano de 1997 ficou um disco de luta. \u201cFolk \u2018n\u2019 Hell\u201d, uma colect\u00e2nea da Hemisphere onde se batem alguns dos electrofolkers escoceses mais radicais da nova gera\u00e7\u00e3o. Gente como os B\u00farach, Shooglenifty, Seelyhoo, Rock, Salt &#038; Nails, \u2026, Iron Horse, Tannas, Karthoum Heroes e Old Blind Dogs, lado a lado com os consagrados Ceolbeg e Dougie MacLean, entre outros. (Hemisphere, distri. EMI-VC, 8).<\/p>\n<p>Oriundos da Catalunha, os Tralla s\u00e3o um sexteto de m\u00faltiplos registos e larga instrumenta\u00e7\u00e3o que, em \u201cCan\u00e7ons de Ronda\u201d, v\u00e3o desde a can\u00e7\u00e3o \u00e0 Juan Manuel Serrat \u00e0s sonoridades medievais de uma tarota e de ala\u00fades, contando ainda com uma voz, de Mirna Vilas\u00eds, que evoca a sularidade quente de Rosa Zaragoza. Sem deixar de puxar o lustro \u00e0 pop e de ligar \u00e0 electricidade, quando \u00e9 caso disso, ou de fazer lembrar, por vezes, os Verd e Blu ou, em \u201cEls Carretons\u201d, os ares proven\u00e7ais dos saudosos Mont-J\u00f3ia. Um daqueles discos que nos faz sentir culpados por n\u00e3o lhe termos dado, na altura, a aten\u00e7\u00e3o que ele, de facto, merece. (Actual, distri. MC &#8211; Mundo da Can\u00e7\u00e3o, 8)<\/p>\n<p>Sobre os Milladoiro temos escrito muito. Mas n\u00e3o do seu velhinho disco de estreia, \u201cMilladoiro\u201d o qual, com a sua capa singela, ter\u00e1, se calhar, passado despercebido. Agora que vale tanto a pena como quase todos os outros da banda, l\u00e1 isso vale. Sanfonas, harpas, gaitas e o g\u00e9nio de Anton Seoane e Rodrigo Romani, antes da entrada em cena das orquestras e da coroa\u00e7\u00e3o da banda como embaixatriz oficial da Galiza. Uma pequena maravilha que, valha-nos isso, os f\u00e3s do grupo n\u00e3o ter\u00e3o deixado passar em claro. Hist\u00f3rico e fundamental. Mea culpa. (Serdisco, distri. MC &#8211; Mundo da Can\u00e7\u00e3o, 10)<\/p>\n<p>A reedi\u00e7\u00e3o de \u201cSheepskins\u201d, de John Kirkpatrick, gr\u00e3o-mestre ingl\u00eas das \u201csqueeze boxes\u201d tamb\u00e9m n\u00e3o ter\u00e1 passado despercebida aos apreciadores da m\u00fasica \u201cmorris\u201d em geral e dos talentos deste \u201cvirtuose\u201d do \u201cmelodeon\u201d e da anglo-concertina em particular, nesta sua obra com a data de 1988. Kirkpatrick, velha sombra e antigo parceiro de Ahley Hutchings, \u00e9 um dos nomes paradigm\u00e1ticos da folk brit\u00e2nica, por vezes ferrenhamente regionalista. \u201cSheepskins\u201d n\u00e3o entrar\u00e1 de rompante no ouvido mais ado\u00e7ado pela \u201cworld\u201d de cetim mas far\u00e1 saltar de alegria os incondicionais deste eterno amante da \u201cmorris\u201d e das can\u00e7\u00f5es amarguradas do seu velho amigo Richard Thompson. (Music &#038; Words, distri. MC &#8211; Mundo da Can\u00e7\u00e3o, 7)<\/p>\n<p>Para quem gosta de voar pelos \u201cairs\u201d da m\u00fasica irlandesa deve prestar aten\u00e7\u00e3o a \u201cTraditional Irish Music On Flute And Tin Whistle\u201d, do pouco conhecido Laurence Nugent. Tem nome de franc\u00eas mas \u00e9 genuinamente esmeraldino. Mick Moloney faz-lhe o elogio. Na ficha t\u00e9cnica aparecem Liz Caroll, Arty McGlynn e Eoin O\u2019Neill. n\u00e3o chega? Ent\u00e3o ou\u00e7am. \u00c9 \u201cIrish Music\u201d da pura e dura, como n\u00f3s todos gostamos. Certo? Ceeerto! (Shanachie, distri. MC &#8211; Mundo da Can\u00e7\u00e3o, 8)<\/p>\n<p>T\u00e3o pura e dura como \u201cTraditional Music Of Ireland\u201d (\u00e9 maravilhosa a imagina\u00e7\u00e3o posta em alguns dos t\u00edtulos destes \u00e1lbuns mais tradicionalistas&#8230;) do trio formado por James Kelly, na rabeca, Paddy O\u2019Brien, no acorde\u00e3o, e Daithi Sproule, na guitarra. N\u00e3o far\u00e1 mudar o mundo nem a Irlanda, mas sabe t\u00e3o bem como a indispens\u00e1vel \u201cpint\u201d do fim do dia no \u201cpub\u201d ao fundo da rua. Tem a dura\u00e7\u00e3o de um duplo e far\u00e1 dan\u00e7ar at\u00e9 de madrugada. Uma aut\u00eantica \u201csession\u201d, t\u00e3o longe dos holofotes da \u201cworld music\u201d quanto \u00e9 poss\u00edvel. \u00c0 vossa! (Shanachie, distri. MC &#8211; Mundo da Can\u00e7\u00e3o, 8)<\/p>\n<p>\u201cDancin\u2019 Chantin\u2019\u201d de Janet Russell e Christine Kydd \u00e9 dos \u00e1lbuns menos falados da recentemente rejuvenescida editora escocesa Greentrax. Duetos vocais, \u201ca capella\u201d ou com acompanhamento instrumental, em temas \u201cstandards\u201d, encantamentos em ga\u00e9lico e incurs\u00f5es na Bretanha, por duas vozes que ligam como morangos e chantilly. Imaginem umas Silly Sisters \u201cunfashionables\u201d ou, noutras ocasi\u00f5es, Kate &#038; Anna McGarrigle, mas incomparavelmente mais celtas. Como \u00e9 que pudemos deixar para tr\u00e1s uma j\u00f3ia deste quilate? (Greentrax, distri. MC &#8211; Mundo da Can\u00e7\u00e3o, 8)<\/p>\n<p>Pretens\u00f5es mais modernistas tem Derk Warfiled, elemento dos Wolf Tones, que em \u201cLegacy\u201d canta naquele registo entre o ligeiro e o interventivo caro a Christy Moore sem contudo ter uma voz que chegue aos calcanhares do antigo vocalista dos Planxty. As hist\u00f3rias s\u00e3o duras, o som, por vezes, el\u00e9ctrico num daqueles \u00e1lbuns em que a mensagem vale tanto ou mais do que os sons. Mas temas como \u201cI\u2019ll Speak To Gran\u201d deixam-se cantarolar com impressioinate facilidade. Uma esp\u00e9cie de Dubliners e Clancy Brithers para \u201cyuppies\u201d. (Shanachie, import. Strauss, 7)<\/p>\n<p>Dos escoceses The Iron Horse j\u00e1 t\u00ednhamos escrito a prop\u00f3sito de \u201cVoice of the Land\u201d. \u201cFive Hands High\u201d \u00e9 anterior mas n\u00e3o muito diferente. M\u00fasica de fus\u00e3o, entre os Clanna, Talitha McKenzie e uma \u201cnew age\u201d musculada. Ter\u00e1, mesmo assim, uma energia e um tipo de do\u00e7ura mais convincentes que as do seu sucessor. Faixas como \u201cThis Is No\u2019 My Plaid\u201d poderiam fazer parte de um \u00e1lbum de Folk Progressivo dos anos 70, de uma banda como os Mellow Candle. Outras vezes, como em \u201cThe Linguist\u201d o cavalod e ferro galopa a um ritmo genuinamente tradicionais. Um caso em aberto. (Locshore, distri. MC &#8211; Mundo da Can\u00e7\u00e3o, 7)<\/p>\n<p>A colect\u00e2nea \u201cEarly Classics\u201d, a par de \u201cBasket of Light\u201d, \u00e9 um dos poucos discos da fase inicial dos Pentagle dispon\u00edveis em Portugal. Serve, sobretudo, para introduzir este grupo &#8211; que, ainda nos anos 60, juntou a \u201cfolk\u201d inglesa ao \u201cjazz\u201d e mostrou ao mundo a voz de rouxinol de uma das poucas genu\u00ednas inovadoras do canto tradicional nas Ilhas Brit\u00e2nicas: Jaqui McShee &#8211; aos que ainda n\u00e3o puderam ouvir um \u00e1lbum, de beleza quase sobrenatural, como \u201cCruel Sister\u201d. Ou\u00e7am um tema como \u201cMirage\u201d e perceber\u00e3o logo o que queremos dizer. (Shanachie, distri. MC &#8211; Mundo da Can\u00e7\u00e3o, 8)<\/p>\n<p>\u201cCom\u2019 Acqua Linda\u201d \u00e9 um bel\u00edssimo t\u00edtulo, capaz de dar vontade de ouvir a m\u00fasica que lhe est\u00e1 adjacente, neste caso dos Cinqui S\u00f3, grupo da C\u00f3rsega do qual j\u00e1 hav\u00edamos escrito sobre o \u00e1lbum posterior, \u201cTarraniu\u201d. Achamos este, de 1994, bastante mais belo e completo. A maneira como os Cinqui S\u00f3 enquadram a solenidade tel\u00farica das polifonias corsas em baladas de extrema suavidade confere-lhes uma sonoridade peculiar, entre o drama, o sangue, o oceano e o Sagrado. Temas como \u201cMa da chi saraghju natu\u201d ou a polifonia \u201cVersu d\u2019Orezza\u201d est\u00e3o perto da perfei\u00e7\u00e3o. \u00c1lbum fundamental de um grupo para seguir com muita, muita aten\u00e7\u00e3o. De novo \u201cmea culpa\u201d por s\u00f3 agora termos reparado. (Riccordu, distri. MC &#8211; Mundo da Can\u00e7\u00e3o, 9)<\/p>\n<p>Ainda no Sul, o flamenco arde na Andaluzia e na guitarra de Gerardo Nunez, no seu \u00e1lbum de 1994, \u201cJucal\u201d. O \u201cduende\u201d est\u00e1 l\u00e1, bem como a presen\u00e7a, como cantor convidado numa das faixas, de Ramon El Portugues. Gerardo Nunez \u00e9 um dos nomes mais importantes do flamenco da transi\u00e7\u00e3o do velho para o novo estilo. Indispens\u00e1vel para os amantes do g\u00e9nero. (El Gallo Azul, distri. MC &#8211; Mundo da Can\u00e7\u00e3o, 8)<\/p>\n<p>Ainda mais para Sul e ainda de 1994 encontramos a forma\u00e7\u00e3o de Bustan Abraham, em \u201cPictures Through the Painted Window\u201d, fus\u00e3o inspirada das v\u00e1rias m\u00fasicas do M\u00e9dio-Oriente com o \u201cjazz\u201d (fazem lembrar os germ\u00e2nicos Embryo, numa faixa como \u201cJazz ker-kurd\u201d) e alguma tradi\u00e7\u00e3o cl\u00e1ssica ocidental por uma forma\u00e7\u00e3o que junta m\u00fasicos judeus e \u00e1rabes, sob a \u00e9gide do b\u00edblico Abra\u00e3o\/Ibrahim. Uma boa companhia para \u201cAssouf\u201d de Baly Othmani com Steve Shehan ou \u201csultan\u2019s Secret Door\u201d, dos Istanbul Oriental Ensemble. (Crammed, distri. Megam\u00fasica, 8)<\/p>\n<p>Ponto de chegada nos Balc\u00e3s, com o duplo \u201cDusha &#8211; The Soul of Bulgaria\u201d pela Bulgarian All Star Orchestra, uma forma\u00e7\u00e3o de nove elementos, num trabalho que alterna solos de \u201cgaida\u201d (de foles, obviamente&#8230;) e \u201cgadulka\u201d (esp\u00e9cie de violino tocado na vertical), al\u00e9m do \u201ccimbalon\u201d (grande salt\u00e9rio) h\u00fangaro, com longas \u201csuites\u201d que traem a forma\u00e7\u00e3o cl\u00e1ssica dos seus executantes. Se por vezes se sente a m\u00e3o do academismo, tal n\u00e3o impede a m\u00fasica de nos proporcionar vis\u00f5es, por vezes bizarras, de paragens j\u00e1 de si t\u00e3o pouco familiares, como a Val\u00e1quia (no Sul da Rom\u00e9nia). (Network, distri. Megam\u00fasica, 7)<\/p>\n<p>NOTA: Al\u00e9m de Kathryn Tickell e de Xos\u00e9 Manuel Budino est\u00e3o na calha novos \u00e1lbuns de Kevin Mitchell (\u201cI sang that Sweet Refrain\u201d), Dick Gaughan (\u201cSail On\u201d), gordon Duncan (\u201cThe Circular Breath\u201d), Henry Kaiser &#038; David Lindley (\u201cThe Sweet Sunny North, Vol. 2\u201d), Eric Bogle (\u201cSmall Miracles\u201d e \u201cThe emigrant &#038; The Exile\u201d, com John Munro), Brendan Power (\u201cPlays the Music of \u2018Riverdance\u2019\u201d), Nawang Khechog (da s\u00e9rie de Kitaro, \u201cWorld of Music\u201d), Louis Chen &#038; Ya Dong (\u201cThe Sound of Silk and Bamboo\u201d), Ankala (\u201cRhythms of the Outer Core\u201d) e Nenu! (klezmo-copter\u201d). Uf!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>23.01.1998 FOLK A Ronda Dos Injusti\u00e7ados 1997 j\u00e1 l\u00e1 vai, 1998 ainda agora come\u00e7ou mas j\u00e1 se amontoam na nossa estante de discos os discos da m\u00fasica do nosso contentamento. Muitos dos compactos que a\u00ed se foram amontoando n\u00e3o chegaram a ser criticados neste suplemento. 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