{"id":1367,"date":"2010-01-09T09:23:27","date_gmt":"2010-01-09T16:23:27","guid":{"rendered":"http:\/\/www.profelectro.info\/fm\/?p=1367"},"modified":"2010-01-09T09:23:27","modified_gmt":"2010-01-09T16:23:27","slug":"dan-ar-braz-finisterres-conj","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/2010\/01\/09\/dan-ar-braz-finisterres-conj\/","title":{"rendered":"Dan Ar Braz &#8211; Finisterres (conj.)"},"content":{"rendered":"<p>16.01.1998<br \/>\nWORLD\/CELTA<br \/>\nRemiss\u00e3o Dos Pecados<br \/>\nSe nalguns casos a passagem do tempo pode descaracterizar a m\u00fasica, noutros tem como efeito o apuro de qualidade e de um estilo. Foi o que aconteceu a tr\u00eas nomes conceituados da folk c\u00e9ltica, cujas grava\u00e7\u00f5es nem sempre t\u00eam estado \u00e0 altura dos seus pergaminhos: Dan Ar Braz, Na l\u00faa e Ceolberg. Os respectivos novos \u00e1lbuns s\u00e3o, qualquer deles, agrad\u00e1veis surpresas. O som das harpas continua a ser de luz, a julgar pelos novos trabalhos de Wendy Stewart e das Sileas.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2010\/01\/danArBraz_Finisterres.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2010\/01\/danArBraz_Finisterres-300x300.jpg\" alt=\"\" title=\"danArBraz_Finisterres\" width=\"300\" height=\"300\" class=\"alignnone size-medium wp-image-1368\" srcset=\"https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2010\/01\/danArBraz_Finisterres-300x300.jpg 300w, https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2010\/01\/danArBraz_Finisterres-150x150.jpg 150w, https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2010\/01\/danArBraz_Finisterres.jpg 500w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/rapidshare.com\/files\/101463046\/Dan_Ar_Braz_-_Finisterres__1996_.rar\" target=\"_blank\">LINK<\/a><\/p>\n<p><object width=\"425\" height=\"344\"><param name=\"movie\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/5J3PXoLYIF8&#038;hl=pt_PT&#038;fs=1&#038;\"><\/param><div style=\"text-align: center;margin: 12px;\"><script type=\"text\/javascript\"><!--\ngoogle_ad_client = \"pub-9853707030319137\";\ngoogle_alternate_color = \"FFFFFF\";\ngoogle_ad_width = 300;\ngoogle_ad_height = 250;\ngoogle_ad_format = \"300x250_as\";\ngoogle_ad_type = \"text_image\";\ngoogle_ad_channel =\"\";\ngoogle_color_border = \"#FFFFFF\";\ngoogle_color_link = \"\";\ngoogle_color_bg = \"#FFFFFF\";\ngoogle_color_text = \"\";\ngoogle_color_url = \"\";\ngoogle_ui_features = \"rc:0\";\n\/\/--><\/script>\n<script type=\"text\/javascript\"\n  src=\"http:\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/show_ads.js\">\n<\/script><\/div><param name=\"allowFullScreen\" value=\"true\"><\/param><param name=\"allowscriptaccess\" value=\"always\"><\/param><embed src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/5J3PXoLYIF8&#038;hl=pt_PT&#038;fs=1&#038;\" type=\"application\/x-shockwave-flash\" allowscriptaccess=\"always\" allowfullscreen=\"true\" width=\"425\" height=\"344\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p>Bem-vindo, senhor Dan Ar Braz, ao grupo dos que recusam o sup\u00e9rfluo e a mistifica\u00e7\u00e3o. Para este antigo guitarrista de Alan Stivell abriram-se de novo portas que pareciam estar em definitivo encerradas pela fase inicial do seu percurso a solo &#8211; marcado por exerc\u00edcios de estilo em torno de um certo \u201cceltic jazz\u201d com tradi\u00e7\u00f5es na Bretanha, mas envolto numa aura de \u201ceasy listening\u201d pouco exigente. Mas Dan Ar Braz emendou a m\u00e3o, oferecendo-nos em \u201cFinisterres\u201d uma li\u00e7\u00e3o sobre como fazer uma m\u00fasica endere\u00e7ada \u00e0s maiorias, sem ceder a f\u00f3rmulas de massifica\u00e7\u00e3o gratuita.<br \/>\nMais ainda que \u201cL\u00b4H\u00e9ritage des Celtes\u201d, que passou a servir de designa\u00e7\u00e3o ao colectivo de participantes, \u201cFinisterres\u201d come\u00e7a por ser uma agremia\u00e7\u00e3o arrepiante de nomes sonates da m\u00fasica de raiz celta europeia: Donal Lunny, Noel Bridgeman, Nollaig Casey, Jacques Pellen, Donald Shaw, Gilles LeBigot, Carlos Nunez, Sharon Shannon, Karen Matheson, Ma\u00edre N\u00ed Chatasaigh, Gilles Servat, Mairtin O\u2019Connor, Liam O\u2019Flynn e a Bagad Kemper, entre outros de menor nomeada.<br \/>\nPoderia ser um cat\u00e1logo de venda a retalho, mas n\u00e3o \u00e9. Com alguma surpresa, dados os antecedentes, \u201cFinisterres\u201d demonstra um prop\u00f3sito e uma unidade fora do comum. Evidentemente, tudo funciona na mesma escala de propor\u00e7\u00e3o de peso dos nomes presentes, mas sem que alguma vez se sinta esse outro peso, bem menos dignificante, do excesso.<br \/>\nSabe bem escutar Carlos Nunez, por uma vez liberto da tenta\u00e7\u00e3o do protagonismo f\u00e1cil, retomando o gosto pela singeleza, no tradicional \u201cLa Costa De Galicia\u201d, com arranjo seu e de Donal Lunny a quem coube a produ\u00e7\u00e3o geral do projecto. Tamb\u00e9m \u00e9 preciso dizer que tem a seu lado, neste tema, Sharon shannon, para o p\u00f4r no lugar.<br \/>\nH\u00e1 aqui de tudo para todos, pop e tradi\u00e7\u00e3o enla\u00e7ados, vozes antigas e modernas, pormenores de excel\u00eancia t\u00e9cnica inseridos no s\u00edtio certo, confeccionados como um bolo, no qual, desta feita, Dan Ar Braz se preocupou menos com a cobertura de a\u00e7ucar do que com a qualidade da massa.<br \/>\nFus\u00e3o? Sem d\u00favida, da tradi\u00e7\u00e3o mais antiga com a linguagem da electricidade e da actualidade, como exemplarmente \u00e9 ilustrado por \u201cLabroella\u201d, tema onde a ancestralidade do canto de Manu Lanhuel se enquadra de forma natural no estilo, quase progressivo, das guitarras, el\u00e9ctricas e de 12 cordas ac\u00fasticas de Dan Ar Braz e Jacques Pellen. Outro apontamento digno de registo desta alian\u00e7a entre dois tempos diferentes encontra-se, logo a seguir, no magn\u00edfico di\u00e1logo a tr\u00eas mantido entre as \u201cuillean pipes\u201d de Ronan Le Bars, o violino de Nollaig Casey e o acorde\u00e3o diat\u00f3nico de Donald Shaw, num \u201cirish breton folk rock\u201d cheio de vitalidade e frescura (Saint George, distri, Sony M\u00fasica, 7).<\/p>\n<p>Com 18 anos de exist\u00eancia os escoceses Ceolbeg t\u00eam tido uma carreira atribulada, marcada quer pela troca de m\u00fasicos quer pela escassa, e nem sempre exemplar, produ\u00e7\u00e3o discogr\u00e1fica. \u201cCeolbeg 5\u201d, como o nome indica, o quinto \u00e1lbum desta banda &#8211; que j\u00e1 actuou ao vivo entre n\u00f3s, num concerto na Amadora -, merece rasgados elogios. Se num passado recente, em \u00e1lbuns como \u201cSeeds To The Wind\u201d e \u201cAn Unfair Dance\u201d, a din\u00e2mica musical funcionava com base na altern\u00e2ncia entre baladas vocais, nem sempre interpretadas de forma imaculada (os Ceolbeg nunca brilharam por ter bons vocalistas&#8230;) e instrumentais constru\u00eddos sobre uma r\u00edtmica declaradamente rock, em \u201cCeolbeg 5\u201d, verifica-se uma inflex\u00e3o de 180 graus.<br \/>\ndesapareceu o rock e apareceu em seu lugar uma subtileza instrumental (antes a t\u00f3nica era posta na energia) que h\u00e1 muito n\u00e3o se via no grupo. Os Ceolbeg s\u00e3o, pelo menos por agora, um grupo cl\u00e1ssico, capaz de viajar com a mesma seguran\u00e7a pelo \u201cdrive\u201d poderoso das \u201cHighland pipes\u201d, em todos os \u201csets\u201d a que \u00e9 chamado a participar o novo elemento Mike Katz, e a poesia da voz, da \u201cclarsach\u201d (harpa escocesa), ou da harpa electrificada de Wendy Stewart, que neste \u00e1lbum alarga os seus dotes de executante \u00e0 concertina.<br \/>\nComo que n\u00e3o querendo cortar de forma abrupta com um passado feito de algumas ced\u00eancias, os Ceolbeg ficaram-se desta vez, felizmente, em termos de \u201cfus\u00e3o\u201d, apenas pela escrita. Assim, o \u201cjazz funk\u201d mencionado no tema inicial \u00e9 sobretudo um estado de esp\u00edrito que anima a incandesc\u00eancia das \u201cpipes\u201d, bem como o \u201creggae\u201d (que ainda h\u00e1 bem pouco fez naufragar os Ceolbeg nas \u00e1guas de algum mau gosto&#8230;) n\u00e3o passa de nota de rodap\u00e9 numa composi\u00e7\u00e3o de Robert Burns (\u201cWillie Wastle\u201d), onde se projecta uma hipot\u00e9tica passagem deste noma m\u00edtico da m\u00fasica e da poesia escocesas pela Jamaica.<br \/>\nMesmo em \u201cThe Nodding Song\u201d, outra composi\u00e7\u00e3o de Robert Burns, o compasso de resson\u00e2ncias jamaicanas dilui-se no fraseado da harpa e na flu\u00eancia e acentos, absolutamente c\u00e9lticos, da gaita-de-foles de Mike Katz. O \u00faltimo tema, \u201cThe Gaberlunzie Man\u201d, refor\u00e7a de forma definitiva o novo estatuto dos Ceolbeg: \u00e9 uma balada de extraordin\u00e1ria beleza, cujas entoa\u00e7\u00f5es vocais mergulham no mais puro estilo tradicional e onde todas as partes, do tapete de teclas cl\u00e1ssicas, \u00e0 harpa e \u00e0s \u201cHighland pipes\u201d, funcionam ao servi\u00e7o da magia desta composi\u00e7\u00e3o \u00e9pica. Est\u00e1 ao n\u00edvel do melhor que se pode encontrar no cl\u00e1ssico \u201cCeltic Hotel\u201d, dos Battlefield Band, aos quais os Ceolbeg come\u00e7am a morder os calcanhares.<br \/>\nTemos Ceolbeg naquele que \u00e9, sem sombra de d\u00favida, o seu melhor \u00e1lbum de sempre (Greentrax, distri. MC &#8211; Mundo da Can\u00e7\u00e3o, 8).<\/p>\n<p>Wendy Stewart, harpista dos Ceolbeg, prossegue com \u201cAbout Time 2\u201d a sua aventura a solo, iniciada em moldes semelhantes na estreia, \u201cAbout Time\u201d. Nas variantes ac\u00fastica e electrificada da harpa, em concertina, e voz, Wendy faz-se acompanhar neste seu segundo registo por tr\u00eas seus antigos companheiros no grupo, Gary West, nas \u201cscottish small pipes\u201d e \u201clow whistles\u201d; Colin Matheson, na guitarra; e Jim Walker, em tambor e percuss\u00f5es.<br \/>\n\u00c1lbum feito de delicadeza, sempre que a harpa murmura os seus \u201cairs\u201d e marchas tecidas em filigrana, \u201cAbout Time\u201d apresenta uma curiosa selec\u00e7\u00e3o de temas, que inclui, al\u00e9m de tradicionais e originais da harpista, vers\u00f5es de \u201cThe Kitchen Piper\u201d, de Donald McLeod, \u201cThe January Man\u201d, de Dave Goulder (cuja vocaliza\u00e7\u00e3o faz lembrar uma June Tabor de voz mais doce), e \u201cFotheringay\u201d, um dos temas mais antigos dos Fairport Convention, com a assinatura de Sandy Denny, aqui mergulhando numa melancolia t\u00e3o ou mais forte que a do original. \u201cRachael Rae\u201d transporta colora\u00e7\u00f5es da m\u00fasica \u00e1rabe da Idade M\u00e9dia para a harpa, \u201cFish Feis\u201d \u00e9 \u201cswingante\u201d e \u201cjazzy\u201d \u00e0 maneira de uma Savourna Stevenson, a gaita-de-foles balou\u00e7a com languidez em \u201cProbabobaly\u201d, a \u201ctentativa de composi\u00e7\u00e3o de uma marcha, em estado de embriaguez, dos Ceolbeg, descrita pelo baterista do grupo como \u2018probabobaly the best tune in the world&#8230;\u2019\u201d.<br \/>\nUm \u00e1lbum para ouvir em rectao em locais como Sintra, nas margens de um lago subterr\u00e2neo, ou num castelo por cima das nuvens (Greentrax, distri. MC &#8211; Mundo da Can\u00e7\u00e3o, 8).<\/p>\n<p>A harpa domina ainda \u201cPlay on Light\u201d, quarto \u00e1lbum, depois de \u201cDelighted With Harps\u201d, \u201cBeating Harps\u201d e \u201cHarpbreakers\u201d, das Sileas, um duo formado por dois expoentes deste instrumento, as escocesas Mary MacMaster e Patsy Seddon, tamb\u00e9m pertencentes \u00e0s Poozies e aos Clan Alba. Muito mais que o disco de Wendy Stewart, \u201cPlay on Light\u201d \u00e9 em primeiro lugar um trabalho dedicado em exclusivo a um instrumento espec\u00edfico, a harpa, que agradar\u00e1 sobretudo aos apreciadores dos estilos e da sonoridade deste instrumento, mas ao qual um ouvido mais generalista n\u00e3o conseguir\u00e1 ficar indiferente. A este impressionar\u00e1, provavelmente, mais do que os pormenores t\u00e9cnicos e de express\u00e3o das duas executantes, a beleza das baladas vocalizadas, a solo ou em suaves harmoniza\u00e7\u00f5es em dueto, por uma e por outra. Para entrar em bicos de p\u00e9s e com os ouvidos, muito, muito limpos. (Greentrax, distri. MC &#8211; Mundo da Can\u00e7\u00e3o, 8).<\/p>\n<p>Confessamos o nosso relativo desapego pela m\u00fasica dos galegos Na L\u00faa, cuja principal virtude ter\u00e1 sido, at\u00e9 agora, a de revelar a voz da nossa bem conhecida Uxia. Como acontece com inusitada frequ\u00eancia na Galiza, a m\u00fasica dos Na L\u00faa padeceu quase sempre de indefini\u00e7\u00e3o, hesitando entre uma pr\u00e1tica fusionista e comercial e a entrega a uma leitura mais profunda do report\u00f3rio tradicional galego. Na mesma altura em que pela primeira vez surge no nosso mercado o \u00e1lbum de estreia do grupo, \u201cNa L\u00faa\u201d, marcado por alguma incipi\u00eancia t\u00e9cnica mas onde s\u00e3o j\u00e1 vis\u00edveis as diversas e d\u00edspares vertentes que determinariam a posterior evolu\u00e7\u00e3o do grupo, este novo \u201cOs Tempos Son Chegados\u201d vem revelar algumas qualidades pouco exploradas na sua obra anterior. Sem abandonar o gosto por outras m\u00fasicas, aqui expreso, por exemplo, no cunho cubano imprimido ao t\u00edtulo-tema, muito Sierra Maestra (Santiago de Compostela ligada por la\u00e7os invis\u00edveis a Santiago de Cuba?&#8230;), os Na L\u00faa, por for\u00e7a da insist\u00eancia numa sonoridade h\u00edbrida, acabaram por criar com \u201cOs Tempos Son Chegados\u201d um objecto de extraordin\u00e1ria originalidade.<br \/>\nCuriosamente, pelo desejo de afirma\u00e7\u00e3o de uma na\u00e7\u00e3o galega universal, ponto de conflu\u00eancia de tradi\u00e7\u00f5es m\u00faltiplas, \u00e9 imposs\u00edvel n\u00e3o pensar numa id\u00eantica vis\u00e3o &#8211; embora com desenvolvimentos e implica\u00e7\u00f5es, n\u00e3o s\u00f3 musicais como tamb\u00e9m pol\u00edticas, bem mais importantes &#8211; cultivada em toda a sua produ\u00e7\u00e3o recente pelos Milladoiro. Mas aten\u00e7\u00e3o, que apesar de o seu mundo ter as fronteiras mais apertadas, os Na L\u00faa chegam a pousar num lugar t\u00e3o long\u00ednquo quanto o seu nome deixa adivinhar. A Galiza de um tema como \u201cDe Andar Camino\u201d tem as ra\u00edzes no planeta Terra e os olhos postos na Lua. \u201cMuineiras\u201d negras (\u201cRibeirana\u201d), e \u201ccajun\u201d (\u201cCantar de Canteiros\u201d), um coreto a comandar passos de valsa com sabor a tango (\u201cLiberaci\u00f3n\u201d), a Ar\u00e1bia coberta de verde (\u201caryel\u201d), vinho com sabor a petr\u00f3leo em condutas \u201chornpipe\u201d (\u201cA aventura dos pipelines\u201d), o Minho mais belo do que nunca (\u201cCoro das Ma\u00e7adeiras\u201d), a Galiza dos Na L\u00faa enlouqueceu. Os tempos parecem, de facto, chegados para os Na L\u00faa afirmarem a sua diferen\u00e7a. As fotografias do interior da capa s\u00e3o magn\u00edficas. Rendemo-nos! (Do Fol, distri. MC &#8211; Mundo da Can\u00e7\u00e3o, 8).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>16.01.1998 WORLD\/CELTA Remiss\u00e3o Dos Pecados Se nalguns casos a passagem do tempo pode descaracterizar a m\u00fasica, noutros tem como efeito o apuro de qualidade e de um estilo. Foi o que aconteceu a tr\u00eas nomes conceituados da folk c\u00e9ltica, cujas grava\u00e7\u00f5es nem sempre t\u00eam estado \u00e0 altura dos seus pergaminhos: Dan Ar Braz, Na l\u00faa [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[466,179,28,68],"tags":[467],"class_list":["post-1367","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-criticas-1998","category-etno","category-folk","category-world","tag-dan-ar-braz"],"views":1754,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1367","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1367"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1367\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1369,"href":"https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1367\/revisions\/1369"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1367"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1367"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1367"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}