{"id":13114,"date":"2026-07-14T08:24:52","date_gmt":"2026-07-14T15:24:52","guid":{"rendered":"https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/?p=13114"},"modified":"2026-07-14T08:24:52","modified_gmt":"2026-07-14T15:24:52","slug":"brigada-victor-jara-eito-fora-os-melhores-de-sempre-musica-portuguesa-dossier-livro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/2026\/07\/14\/brigada-victor-jara-eito-fora-os-melhores-de-sempre-musica-portuguesa-dossier-livro\/","title":{"rendered":"Brigada Victor Jara \u2013 &#8220;Eito Fora&#8221;: Os Melhores de Sempre &#8211; M\u00fasica Portuguesa (dossier | livro)"},"content":{"rendered":"<div style=\"text-align: center;margin: 12px;\"><script type=\"text\/javascript\"><!--\ngoogle_ad_client = \"pub-9853707030319137\";\ngoogle_alternate_color = \"FFFFFF\";\ngoogle_ad_width = 234;\ngoogle_ad_height = 60;\ngoogle_ad_format = \"234x60_as\";\ngoogle_ad_type = \"text_image\";\ngoogle_ad_channel =\"\";\ngoogle_color_border = \"#FFFFFF\";\ngoogle_color_link = \"\";\ngoogle_color_bg = \"#FFFFFF\";\ngoogle_color_text = \"\";\ngoogle_color_url = \"\";\ngoogle_ui_features = \"rc:0\";\n\/\/--><\/script>\n<script type=\"text\/javascript\"\n  src=\"http:\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/show_ads.js\">\n<\/script><\/div><p>pop rock >> quarta-feira >> 24.01.1996<\/p>\n<p><strong>os melhores de sempre<br \/>\nm\u00fasica portuguesa<br \/>\nEsta selec\u00e7\u00e3o dos melhores \u00e1lbuns de sempre da m\u00fasica produzida em Portugal at\u00e9 aos anos 90, resulta de uma vota\u00e7\u00e3o feita pela equipa do suplemento Pop\/Rock. S\u00e3o privilegiados os trabalhos concebidos sob a forma de \u00e1lbum, mas tamb\u00e9m ser\u00e3o aceites compila\u00e7\u00f5es e mini-\u00e1lbuns quando estes forem os melhores ou \u00fanicas edi\u00e7\u00f5es dos respectivos autores. A ordem de publica\u00e7\u00e3o \u00e9 aleat\u00f3ria<\/strong><br \/>\n<center><br \/>\n<strong>Brigada Victor Jara \u2013 Eito Fora<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/brigadaVictorJara1.jpg\" alt=\"\" width=\"577\" height=\"584\" class=\"alignnone size-full wp-image-13115\" srcset=\"https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/brigadaVictorJara1.jpg 577w, https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/brigadaVictorJara1-296x300.jpg 296w, https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/brigadaVictorJara1-100x100.jpg 100w\" sizes=\"auto, (max-width: 577px) 100vw, 577px\" \/><br \/>\n<\/center><br \/>\nALINHAMENTO<br \/>\nLado 1<br \/>\n1 \u2013 Cantiga da ceifa (Beira-Alta)<br \/>\n2 \u2013 Coro das ma\u00e7adeiras (Minho)<br \/>\n3 \u2013 Ao romper da bela aurora (Alto Alentejo)<br \/>\n4 \u2013 O senhor da serra \u00e9 meu (Ribatejo)<br \/>\n5 \u2013 Cantiga do bombo (Beira-Baixa)<br \/>\n6 \u2013 Manolo mio (Tr\u00e1s-os-Montes)<br \/>\nLado 2<br \/>\n1 \u2013 Pezinho da vila (A\u00e7ores)<br \/>\n2 \u2013 Senhora do Almurt\u00e3o (Beira-Baixa)<br \/>\n3 \u2013 O anel que tu me deste (Douro Litoral)<br \/>\n4 \u2013 Mari\u00e3o (Tr\u00e1s-os-Montes)<br \/>\n5 \u2013 Baile mandado (Algarve)<br \/>\nM\u00daSICOS<br \/>\nZ\u00e9 Maria (cordas, percuss\u00e3o, gaita-de-foles, harm\u00f3nica), Jorge Seabra (flautas, cordas, percuss\u00e3o), Fernando Am\u00edlcar (cordas), N\u00e9 Ladeiras (cordas, percuss\u00e3o), Jo\u00e3o Ferreira (acorde\u00e3o, percuss\u00e3o), Joaquim Caixeiro (percuss\u00e3o)<br \/>\nM\u00daSICO CONVIDADO<br \/>\nCarlos Alberto Moniz (violino, em \u201cPezinho da vila\u201d)<br \/>\nGRAVA\u00c7\u00c3O<br \/>\nEst\u00fadios Arnaldo Trindade<br \/>\nT\u00c9CNICO DE SOM<br \/>\nMoreno Pinto<br \/>\nNa reedi\u00e7\u00e3o em CD, \u201cmastering\u201d digital por Carlos Jorge Vales, nos Est\u00fadios Tcha, Tcha, Tcha.<br \/>\nPRODU\u00c7\u00c3O<br \/>\nEditorial Caminho, SARL \u2013 \u201cMundo Novo\u201d<br \/>\nCAPA<br \/>\nJorge Sim\u00f5es e Samy<br \/>\nFOTOGRAFIAS<br \/>\nLu\u00eds Severo<br \/>\nFotos adicionais para o CD: Roda Dentada<br \/>\nEDI\u00c7\u00c3O<br \/>\nEditorial Caminho, SARL \u2013 \u201cMundo Novo\u201d, 1977<br \/>\nMais seis reedi\u00e7\u00f5es, em vinilo, at\u00e9 1983.<br \/>\nReedi\u00e7\u00e3o em compacto, em 1995, pela Farol M\u00fasica, com distribui\u00e7\u00e3o BMG<br \/>\nVENDAS<br \/>\n2000 exemplares, na primeira semana, da primeira edi\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p><strong>como foi<\/strong><\/p>\n<p>no come\u00e7o era o amadorismo, ou pouco mais. Jorge Seabra, elemento da forma\u00e7\u00e3o inicial da Brigada Victor Jara, onde permaneceu at\u00e9 ao terceiro \u00e1lbum da banda, \u201cQuem Sai aos Seus\u201d, de 1981, regressando mais tarde para uma participa\u00e7\u00e3o fugaz em \u201cContraluz\u201d, conta os primeiros passos. \u201cPor volta de 1975, \u00e9poca da nossa constitui\u00e7\u00e3o, \u00e9ramos um grupo sem forma\u00e7\u00e3o fixa. Um grupo de amigos que se juntavam de vez em quando para tocar, entre outras coisas, m\u00fasica latino-americana, nomeadamente chilena. Particip\u00e1vamos em espect\u00e1culos que n\u00e3o eram propriamente o centro da festa, como campanhas de anima\u00e7\u00e3o cultural do MFA ou de trabalho volunt\u00e1rio, todas essas coisas que havia em 75.\u201d<br \/>\nA m\u00fasica tradicional surgiu mais tarde. \u201cEm Outubro de 76 particip\u00e1mos, na Beira Baixa, em tr\u00eas ou quatro espect\u00e1culos no \u00e2mbito de umas campanhas de alfabetiza\u00e7\u00e3o. Alguns de n\u00f3s tinham come\u00e7ado a ler coisas sobre m\u00fasica tradicional, muito influenciados pelos trabalhos de pessoas como o Jos\u00e9 Afonso ou, em Coimbra, de certos grupos, no \u00e2mbito da academia. Na Beira Baixa depar\u00e1mos com um campo de actua\u00e7\u00e3o nessa \u00e1rea completamente infind\u00e1vel. Surgiu a ideia de recompor o grupo com uma forma\u00e7\u00e3o nova e com pessoas mais ligadas \u00e0 m\u00fasica, j\u00e1 com uma orienta\u00e7\u00e3o voltada para a m\u00fasica tradicional.\u201d A partir desse momento, o terreno estava preparado para a grava\u00e7\u00e3o do primeiro disco. \u201cSeleccion\u00e1mos \u00e0 volta de uma d\u00fazia de can\u00e7\u00f5es de origem popular que foram trabalhadas. Dois ou tr\u00eas meses depois estavam prontas para ser gravadas.\u201d No ano seguinte, 1977, a Brigada actuou na FIL, espect\u00e1culo \u201cna sequ\u00eancia do qual surgiu o contacto com a editora Mundo Novo, ligada \u00e0 editorial Caminho\u201d. A grava\u00e7\u00e3o demorou dois dias, melhor dizendo, \u201cduas noites\u201d, um \u201ctempo recorde\u201d. \u201cGrav\u00e1mos em pistas separadas num gravador de 16 pistas. Mas aquilo estava de tal maneira mastigado, j\u00e1 preparado, que cheg\u00e1vamos l\u00e1 a egrav\u00e1vamos \u00e0 primeira ou segunda tentativa, sem qualquer dificuldade. \u00c9ramos um grupo muito coeso. Bastaram duas sess\u00f5es de seis, oito horas.\u201d T\u00e3o pouco tempo de est\u00fadio n\u00e3o constituiu, de modo algum, uma press\u00e3o. \u201cComo era a primeira vez que grav\u00e1vamos, n\u00e3o t\u00ednhamos possibilidade de comparar com outras situa\u00e7\u00f5es.\u201d Uma inoc\u00eancia que, hoje, \u00e0 dist\u00e2ncia de 19 anos, Jorge Seabra reconhece ter existido.<br \/>\n\u201cVejo agora que, provavelmente, ter\u00e1 sido por falta de disponibilidade financeira da etiqueta. Grav\u00e1mos em horas mortas, em que o est\u00fadio n\u00e3o era utilizado por outras pessoas. Aproveit\u00e1vamos os buracos.\u201d Mesmo assim, n\u00e3o custou nada. At\u00e9 porque, reconhece, \u201ca qualidade t\u00e9cnica da m\u00fasica deixa algo a desejar\u201d. \u201cA grande contribui\u00e7\u00e3o de \u2018Eito Fora\u2019 n\u00e3o est\u00e1 nesse tipo de qualidade.\u201d A descontrac\u00e7\u00e3o era, portanto, absoluta. \u201cEm qualquer altura, era como p\u00f4r a m\u00e1quina a funcionar.\u201d<br \/>\nEm est\u00fadio, Jorge Seabra relembra, em especial, a grava\u00e7\u00e3o da \u201cCantiga da ceifa\u201d, \u00fanica ocasi\u00e3o em que os \u201csete elementos gravaram em conjunto em frente a um \u00fanico microfone. Foi a \u00faltima can\u00e7\u00e3o a ser gravada e saiu \u00e0 primeira!\u201d Dali, prossegue, \u201cfomos logo para o Mercado da Ribeira, beber um copo de leite, t\u00ednhamos sa\u00eddo do est\u00fadio \u00e0s cinco da manh\u00e3\u201d. A colec\u00e7\u00e3o de arranjos de temas tradicionais, do Minho ao Algarve, que comp\u00f5em o alinhamento de \u201cEito Fora\u201d obedece a uma est\u00e9tica e a um projecto de inten\u00e7\u00f5es desde o in\u00edcio. \u201cN\u00e3o concordo com a quest\u00e3o da fidelidade por v\u00e1rias raz\u00f5es. Quando pomos a tocar os originais, os discos do Giacometti, por exemplo, e, em paralelo, pomos depois as nossas pr\u00f3prias vers\u00f5es, uma coisa n\u00e3o tem nada a ver com a outra. N\u00e3o h\u00e1 raz\u00e3o nenhuma para que um grupo, ou uma pessoa, hoje [como ontem, dizemos n\u00f3s], procure macaquear as can\u00e7\u00f5es originais. Quando muito pode falar-se em fidelidade em termos instrumentais.<br \/>\n\u201cNos primeiros discos, procur\u00e1mos efectivamente utilizar, em grande parte dos casos, os instrumentos originais, seja na \u2018Cantiga do bombo\u2019, com as flautas, os bombos e as caixas que eles pr\u00f3prios usam em Lavacolhos ou em Silvares, seja noutras como \u201cPezinho da vila\u201d, com as violas da ter\u00e1, ou \u2018Manolo mio\u2019, com a gaita-de-foles e o bombo com que as pessoas tocam ainda hoje. Ou o \u2018Romper da bela aurora\u2019, com o chincalho, instrumento alentejano, e o \u2018O senhor da serra\u2019, com o abano, as castanholas e a garrafa com garfo, instrumentos ribatejanos.\u201d Mas, l\u00e1 est\u00e1, \u201cMari\u00e3o\u201d, imortalizado pela vocaliza\u00e7\u00e3o de N\u00e9 Ladeiras, transformou-se numa \u201ccan\u00e7\u00e3o urbana\u201d, com \u201cviolas e baixos como se poderiam usar hoje num grupo rock\u201d.<\/p>\n<p><center><br \/>\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/neLadeiras.jpg\" alt=\"\" width=\"345\" height=\"396\" class=\"alignnone size-full wp-image-13116\" srcset=\"https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/neLadeiras.jpg 345w, https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/neLadeiras-261x300.jpg 261w, https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/neLadeiras-87x100.jpg 87w\" sizes=\"auto, (max-width: 345px) 100vw, 345px\" \/><br \/>\n<\/center><\/p>\n<p>Se \u201cEito Fora\u201d, quando comparado com produ\u00e7\u00f5es mais recentes do grupo, como \u201cContraluz\u201d, \u201cMonte Formoso\u201d ou o \u00faltimo \u201cDan\u00e7as e Folias\u201d, soa a uma ingenuidade e economia de meios que n\u00e3o rompe, de forma radical, com os meios artesanais dos temas de raiz, n\u00e3o \u00e9 por a\u00ed que se deve procurar o que, nesse disco de estreia da banda coimbr\u00e3, contribuiu para o definitivo avan\u00e7o da m\u00fasica portuguesa de raiz tradicional, na transi\u00e7\u00e3o da d\u00e9cada de setenta para a seguinte. \u201cA contribui\u00e7\u00e3o grande da Brigada para a m\u00fasica popular foi, de facto, evitar que ela fosse excessivamente conotada com o fascismo e o regime que tinha acabado em Abril de 74. O que aconteceu, por exemplo, com o fado de Coimbra, e foi catastr\u00f3fico. Teria acontecido o mesmo com a m\u00fasica tradicional portuguesa se n\u00e3o fosse a actividade da Brigada. \u201cPara tr\u00e1s, perdida na contracapa de \u201cEito Fora\u201d, fica o mote no qual as gera\u00e7\u00f5es seguintes deveriam atentar: \u201cEito fora \u00e9 fadiga, canseira de seguir sempre seara fora, a eito, eito fora \u00e9 certeza de quem ajuda, \u00e0 espera de poder subir o degrau que falta.\u201d \u00c0 Brigada Victor Jara se deve muito do esfor\u00e7o que custou subir o primeiro degrau.<\/p>\n<p><strong>como \u00e9<\/strong><\/p>\n<p>Em 1977, em Portugal, a pol\u00edtica ainda deixava pouco espa\u00e7o \u00e0 est\u00e9tica. No pa\u00eds da m\u00fasica tradicional, a Brigada Victor Jara, juntamente com o G.A.C., foi dos primeiro grupos a unir as duas, como deveria ser sempre. \u201cEito Fora\u201d, subintitulado \u201cCantares Regionais\u201d, esfor\u00e7a-se, mais do que por revolucionar um som, por revolucionar um conceito. Um conceito realista, mas que ent\u00e3o s\u00f3 era poss\u00edvel concretizar dentro de uma perspectiva idealista. Numa situa\u00e7\u00e3o viciada \u00e0 partida \u2013 de desprezo e estrangulamento da m\u00fasica tradicional portuguesa, entregue \u00e0s m\u00e3os (as menos culpadas) dos ranchos folcl\u00f3ricos, aliciados na sua inoc\u00eancia por um poder que apregoava as virtudes tur\u00edsticas do \u201cPortugalzinho\u201d -, a Brigada Victor Jara foi capaz de juntar o ideal e a lucidez. A lucidez, porque reconheceu desde logo a inutilidade e a impossibilidade de imitar as f\u00f3rmulas der uma m\u00fasica que j\u00e1 nessa \u00e9poca, nas pr\u00f3prias comunidades rurais, se aviltara e afastara da pureza dos esp\u00e9cimes recolhidos na d\u00e9cada de 60 por Giacometti e Lopes Gra\u00e7a, entre outros. O ideal, porque, sem imitar, se esfor\u00e7ou, com humildade e sabedoria, por ver por dentro e desenvolver determinadas estruturas musicais pr\u00f3prias da m\u00fasica rural e, em particular, das v\u00e1rias regi\u00f5es do nosso territ\u00f3rio. \u00c9 sob esta dupla luz que se compreende as raz\u00f5es que levaram o grupo a referir-se, \u00e0 data da grava\u00e7\u00e3o do disco, a uma dignifica\u00e7\u00e3o da nossa m\u00fasica tradicional, subtraindo-a ao an\u00e1tema da \u201cm\u00fasica ligeira camuflada de m\u00fasica folcl\u00f3rica\u201d e \u00e0 \u201csobranceria vesga com que a ideologia dominante, ao longo de 50 anos, a presenteou\u201d, para a devolver, se n\u00e3o intacta na forma, pelo menos imaculada no esp\u00edrito. J\u00e1 n\u00e3o como \u201ccr\u00f3nica viva e expressiva da vida r\u00fastica do povo portugu\u00eas\u201d, mas sim, como cr\u00f3nica viva e expressiva de amor pela vida r\u00fastica, na diversidade das suas modalidades musicais, do povo portugu\u00eas. Uma diferen\u00e7a que, em vez de separar, \u00e9 um anel de alian\u00e7a.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>pop rock >> quarta-feira >> 24.01.1996 os melhores de sempre m\u00fasica portuguesa Esta selec\u00e7\u00e3o dos melhores \u00e1lbuns de sempre da m\u00fasica produzida em Portugal at\u00e9 aos anos 90, resulta de uma vota\u00e7\u00e3o feita pela equipa do suplemento Pop\/Rock. 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