{"id":12903,"date":"2026-04-07T03:57:59","date_gmt":"2026-04-07T10:57:59","guid":{"rendered":"http:\/\/www.profelectro.info\/fm\/?p=12903"},"modified":"2026-04-07T03:57:59","modified_gmt":"2026-04-07T10:57:59","slug":"uhf-os-melhores-de-sempre-dossier-editado-em-livro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/2026\/04\/07\/uhf-os-melhores-de-sempre-dossier-editado-em-livro\/","title":{"rendered":"UHF &#8211; &#8220;Os Melhores De Sempre&#8221; (dossier | editado em livro)"},"content":{"rendered":"<p>pop rock >> quarta-feira, 27.09.1995<br \/>\n<strong>OS MELHORES DE SEMPRE<\/strong><br \/>\n<center><br \/>\n<strong>M\u00daSICA PORTUGUESA<\/strong><br \/>\n<\/center><br \/>\n<strong>Esta selec\u00e7\u00e3o dos melhores \u00e1lbuns de sempre da m\u00fasica produzida em Portugal at\u00e9 aos anos 90, resulta de uma vota\u00e7\u00e3o feita pela equipa do suplemento Pop\/Rock. S\u00e3o privilegiados os trabalhos concebidos sob a forma de \u00e1lbum, mas tamb\u00e9m sendo aceites compila\u00e7\u00f5es e mini-\u00e1lbuns quando estes forem os melhores ou \u00fanicas edi\u00e7\u00f5es dos respectivos autores. A ordem de publica\u00e7\u00e3o \u00e9 aleat\u00f3ria.<\/strong><\/p>\n<p><strong>UHF    \u00c0 Flor Da Pele<\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: center;margin: 12px;\"><script type=\"text\/javascript\"><!--\ngoogle_ad_client = \"pub-9853707030319137\";\ngoogle_alternate_color = \"FFFFFF\";\ngoogle_ad_width = 336;\ngoogle_ad_height = 280;\ngoogle_ad_format = \"336x280_as\";\ngoogle_ad_type = \"text_image\";\ngoogle_ad_channel =\"\";\ngoogle_color_border = \"#FFFFFF\";\ngoogle_color_link = \"\";\ngoogle_color_bg = \"#FFFFFF\";\ngoogle_color_text = \"\";\ngoogle_color_url = \"\";\ngoogle_ui_features = \"rc:0\";\n\/\/--><\/script>\n<script type=\"text\/javascript\"\n  src=\"http:\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/show_ads.js\">\n<\/script><\/div><p><center><br \/>\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/uhf1.jpg\" alt=\"\" width=\"667\" height=\"333\" class=\"alignnone size-full wp-image-12905\" srcset=\"https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/uhf1.jpg 667w, https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/uhf1-300x150.jpg 300w, https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/uhf1-624x312.jpg 624w, https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/uhf1-100x50.jpg 100w\" sizes=\"auto, (max-width: 667px) 100vw, 667px\" \/><br \/>\n<\/center> <\/p>\n<p><strong>Como Foi<\/strong><\/p>\n<p>GNR, CTT, NZZN, UHF. N\u00e3o se sabe bem por que estranho fen\u00f3meno (para Ant\u00f3nio Manuel Ribeiro tratar-se-ia de uma \u201cmaneirismo do p\u00f3s-25 de Abril2), parte das bandas de rock portugu\u00eas que emergiram no in\u00edcio dos anos 80 adoptaram siglas como designa\u00e7\u00e3o. Apenas a primeira e a \u00faltima sobreviveram. Muito por for\u00e7a de duas personalidades dominantes do a partir de ent\u00e3o denominado \u201crock portugu\u00eas\u201d: Rui Reininho e Ant\u00f3nio Manuel Ribeiro, ambos apostadores natos na import\u00e2ncia das palavras. No som das palavras, Reininho. Na sua carga existencial, Ribeiro. \u201c\u00c0 Flor da Pele\u201d, disco de estreia da banda almadense, vive em grande parte dos textos empenhados de AMR, cantor por for\u00e7a de uma necessidade interior e da circunst\u00e2ncia de ter nascido onde nasceu. No est\u00fadio foi dif\u00edcil. AMR acha apenas que foi \u201ccurioso\u201d: \u201cO in\u00edcio da grava\u00e7\u00e3o coincidiu com a altura em que a Valentim come\u00e7ou a transformar os seus est\u00fadios. Ent\u00e3o, a meio das grava\u00e7\u00f5es, era completamente imposs\u00edvel cantar. Na altura em que comecei a meter as vozes, de noite, ou de manh\u00e3, tinham l\u00e1 estado os pedreiros a partir paredes e o estuque pairava no ar. Come\u00e7ava a tossir e n\u00e3o conseguia cantar. Houve ali uns dias em que tivemos que parar\u201d. Foram ainda as circunst\u00e2ncias que obrigaram o vocalista a desempenhar as fun\u00e7\u00f5es de guitarrista. \u201cComecei a tocar guitarra solo, uma coisa para a qual n\u00e3o estava sequer vocacionado. Tudo porque o Renato Gomes estava a fazer o SMO [N.A: Ainda a mania das siglas. Para os menos conhecedores, SMO significa \u2018Servi\u00e7o Militar Obrigat\u00f3rio\u2019] que na altura durava dezoito meses. Dezoito meses duros, sobretudo os primeiros quinze dias, da chamada recruta. Ningu\u00e9m podia sair do quartel. Houve uma altura em que o Renato n\u00e3o podia estar em est\u00fadio. Ali\u00e1s h\u00e1 uma can\u00e7\u00e3o, \u2018Rola roleta\u2019, em que ele pura e simplesmente n\u00e3o toca\u201d.<br \/>\nDescontando as dificuldades causadas pelo estuque e pela tropa, problemas que hoje AMR considera \u201cgiros\u201d (\u201chabitu\u00e1mo-nos \u00e0quilo tudo!\u201d), o clima de trabalho que se gerou foi, segundo diz, \u201cfabuloso\u201d. \u201cSobretudo\u201d, diz, \u201cporque tivemos a ajuda de uma pessoa importante, o Hugo [Hugo Ribeiro, t\u00e9cnico de som], para mim um dos mestres de som deste pa\u00eds. Era o t\u00e9cnico da Am\u00e1lia e foi ele que nos foi destinado. Percebeu perfeitamente que n\u00f3s, m\u00fasicos, \u00e9ramos demasiado ing\u00e9nuos em algumas coisas e ajudou-nos bastante. No meio disto tudo havia ainda a m\u00e3o patronal de Francisco Vasconcelos que nos deixou fazer tudo o que quisemos\u201d. Tamanhas facilidades n\u00e3o era costume serem dadas \u00e0s bandas que pela primeira vez entravam em est\u00fadio, o que levou a que muitas delas, as quais, diga-se de passagem, nem sequer l\u00e1 deveriam ter entrado, fossem trucidadas no processo. Enquanto algumas gravavam um \u00e1lbum em dois ou tr\u00eas dias, os UHF estiveram l\u00e1 dentro perto de tr\u00eas meses. \u201cEra um \u2018modus operandi\u2019 esquisito\u201d, reconhece o l\u00edder do grupo, \u201cbanda que entrasse em est\u00fadio gravava quatro can\u00e7\u00f5es para dois \u2018singles\u2019, o primeiro sa\u00eda logo e o outro muitas vezes s\u00f3 seis meses depois, j\u00e1 a banda estava desfasada\u201d. Tal n\u00e3o aconteceu com os UHF, talvez porque esse fen\u00f3meno tenha acontecido \u201csomente depois do sucesso do \u2018Cavalos de corrida\u2019  e do \u2018Chico fininho\u2019, ou ainda dos T\u00e1xi, que reconfirmam todo este sucesso de uma m\u00fasica nova feita em Portugal. A partir da\u00ed \u00e9 que \u00e9 a bagun\u00e7a total\u201d.<br \/>\nA banda de Almada ultrapassou essa bagun\u00e7a. Desde logo transformados em estrelas do rock\u2019n\u2019roll, o seu estilo de vida adaptou-se ao novo estatuto. \u201cNa altura foi um bocado ofuscante. Quando se passa de concertos em clubes pequeninos, em Almada, para trinta pessoas, para audi\u00eancias de milhares, \u00e9 outra dimens\u00e3o, \u00e9 quase passar para o infinito. E depois s\u00e3o as vendas. Sem querer fazer uma leitura pelo lado negativo, o que come\u00e7a a criar alguns problemas \u00e9 o dinheiro que se passa a ganhar. De repente, come\u00e7\u00e1mos a ser solicitados para todo o tipo de actua\u00e7\u00f5es. Em 1981 demos qualquer coisa como 140 espect\u00e1culos, algo que hoje ningu\u00e9m mais fez em Portugal\u201d. Os UHF precaveram-se bem cedo contra este tipo de press\u00f5es, assegurando para os seus espect\u00e1culos uma qualidade de som \u00e0 altura, criando para tal a sua pr\u00f3pria empresa de som, Furac\u00e3o. \u201cGarantimos a nossa autonomia, sem dependermos de ningu\u00e9m. At\u00e9 1979, a980, t\u00ednhamos tido muito m\u00e1s experi\u00eancias com o som de estrada\u201d. O resto do dinheiro serviu para fins menos utilit\u00e1rios: \u201cPass\u00e1mos da imperial para o whisky duplo de doze anos!\u201d. Quanto \u00e0 imagem de estrela, n\u00e3o tiveram vontade nem tempo para a cultivar. \u201cN\u00e3o t\u00ednhamos muito tempo para a pose, at\u00e9 porque n\u00e3o havia este culto que hoje existe. Os UHF nunca foram, a esse n\u00edvel, muito ofuscados nem pelo estrelato nem pela pose, ter que estar todo o dia vestido assim, ou maquilhar-se e pentear-se para as fotografias\u201d.<br \/>\nEstava, ,ais preocupados em ferir a realidade que os rodeava. Em particular do \u201cambiente citadino de Almada nos anos 70 e princ\u00edpio dos 80\u201d. \u201cNomeadamente a quest\u00e3o do 25 de Abril, para quem vai fazer 20 anos na altura, era um bocado confusa. Est\u00e1vamos na fronteira de nada\u201d. AMR era \u201ccontra o antigamente, mas n\u00e3o de uma forma partid\u00e1ria\u201d. Estava simplesmente \u201ccontra\u201d: \u201cContra a guerra\u201d, por exemplo, e \u201c\u00e0 espera que aparecesse alguma coisa que valesse a pena\u201d. Em Almada, sobretudo, AMR via \u00e0 sua volta \u201cmuitas pessoas andando pelos mesmos caminhos, ou pelos mesmos becos\u201d. N\u00e3o \u00e9 por acaso que, ainda hoje, ele \u00e9 considerado como porta-voz dos habitantes mais jovens da cidade. \u201cOs UHF cresceram no meio da rua\u201d, diz, \u201ceu andava na faculdade, mas simultaneamente ia ao caf\u00e9 onde toda a gente ia. Os UHF cresceram um bocado nessa onda, conheces um baixista, conheces um baterista, foi assim que as coisas aconteceram. Juntaram sempre \u00e0 sua volta um grande grupo de pessoas\u201d. Muitas dessas pessoas foram ponto de partida para can\u00e7\u00f5es, como no caso de \u201cRapaz caleidosc\u00f3pio\u201d, um \u201ccruzamento de v\u00e1rios sujeitos\u201d. Hist\u00f3rias, como essa, de \u201camigos que iam buscar tr\u00eas meses de trabalho aos estaleiros da Lisnave para poderem passar as f\u00e9rias de Ver\u00e3o num parque de campismo no Algarve\u201d, escreveu-as AMR na solid\u00e3o do seu quarto: \u201cSempre escrevi muito sozinho. S\u00f3 depois \u00e9 que come\u00e7a a escrita de estrada\u201d. Cita \u201c\u00c9brios (pela vida)\u201d, uma can\u00e7\u00e3o \u201cm\u00e1gica\u201d. Na pr\u00e1tica, por\u00e9m, essa magia manifestou-se de forma pouco ortodoxa: \u201cFoi escrita na primeira casa que tive na Costa da Caparica. Ensai\u00e1vamos no segundo esquerdo e havia uma vizinha por baixo que batia com a vassoura por causa do barulho\u201d. Catorze anos depois de \u201c\u00c0 Flor da Pele\u201d, ainda h\u00e1 quem bata com a vassoura.<\/p>\n<p><strong>Como \u00c9<\/strong><\/p>\n<p>Rui Veloso abrira o caminho, com \u201cChico Fininho\u201d. Na r\u00e1dio, Lu\u00eds Filipe Barros pegara a fera de caras, nas tardes da R\u00e1dio Comercial, com o seu \u201cRock em Stock\u201d. Era o \u201cboom\u201d do rock portugu\u00eas que pouco tempo depois explodia num \u201cbum!\u201d que se ouviria por alguns anos de dist\u00e2ncia. Mas nessa altura, despontavam os anos 80, era s\u00f3 euforia e a descoberta de que o produto portugu\u00eas afinal tamb\u00e9m vendia. Proliferavam as bandas, quase todas m\u00e1s. N\u00e3o fazia mal, desde que fossem portuguesas. Os UHF, na primeira linha, n\u00e3o eram maus. N\u00e3o tocavam muito bem, \u00e9 certo, mas sobrava-lhes uma convic\u00e7\u00e3o, uma honestidade e uma energia que lhes dava um cunho de autenticidade e os colocava num lugar \u00e0 parte da chusma de bandas oportunistas que iam cavando a sepultura do movimento. Quando Ant\u00f3nio Manuel Ribeiro cantava \u201cJorge Morreu\u201d (edi\u00e7\u00e3o anterior em \u201csingle\u201d, n\u00e3o inclu\u00edda em \u201c\u00c0 Flor Da Pele\u201d), em homenagem a um amigo falecido, ou martelava as palavras, sentidas na pele, de \u201c\u00c9brios (pela vida)\u201d ou \u201cNove e Trinta\u201d, percebe-se que havia nele uma raiva genu\u00edna, uma sensibilidade de \u201crocker\u201d assumida no sentido m\u00edtico do termo, enquanto her\u00f3i existencial e porta-voz solit\u00e1rio de uma gera\u00e7\u00e3o que sobrevivia na pris\u00e3o de uma cidade dos sub\u00farbios, Almada. \u201c\u00e0 Flor da Pele\u201d funciona porque \u00e9 sincero. \u00c9 um disco cru, por vezes cruel, que recusa as imagens pelas imagens. N\u00e3o se refugia no solipsismo da auto-an\u00e1lise fechada sobre si mesma, antes volta o olhar \u2013 por vezes de uma forma ing\u00e9nua mas sempre destitu\u00edda do verniz da superficialidade \u2013 para o cerco e os estigmas sociais, personificados por pessoas (\u201cModelo fotogr\u00e1fico\u201d, \u201cRapaz caleidosc\u00f3pio, \u201cGeraldine\u201d) ou lugares (\u201cRua do Carmo\u201d, um dos \u201chits\u201d do grupo). \u201cRapaz caleidosc\u00f3pio\u201d \u00e9 a fotografia em negativo de \u201cChico fininho\u201d (o lado negro  niilista da viv\u00eancia do \u201crocker\u201d nacional, em oposi\u00e7\u00e3o \u00e0 leviandade jovial da can\u00e7\u00e3o de Rui Veloso) e um murro nos olhos vidrados do psicadelismo. Um sinal do que viria a ser no futuro o caminho tra\u00e7ado, sem desvios, por AMR e os UHF, com uma legenda decalcada dos versos finais de \u201cAnjo Feiticeiro\u201d: \u201cN\u00e3o vou ficar por aqui \/ escolho por mim, passei por ti \/ podes guardar a imagem\u201d.<\/p>\n<p><strong>ALINHAMENTO<\/strong><br \/>\nLado A<br \/>\n1 \u2013 Rua do Carmo (texto &#038; m\u00fasica: Ant\u00f3nio Manuel Ribeiro)<br \/>\n2- Rapaz Caleidosc\u00f3pio (texto: Ant\u00f3nio Manuel Ribeiro; m\u00fasica: Renato Gomes e Ant\u00f3nio Manuel Ribeiro)<br \/>\n3 \u2013 Nove e trinta (texto &#038; m\u00fasica: Ant\u00f3nio Manuel Ribeiro)<br \/>\n4 \u2013 Anjo Feiticeiro (texto &#038; m\u00fasica: Ant\u00f3nio Manuel Ribeiro)<br \/>\nLado B<br \/>\n1 \u2013 Modelo Fotogr\u00e1fico (texto &#038; m\u00fasica: Ant\u00f3nio Manuel Ribeiro)<br \/>\n2 \u2013 Rola roleta (texto: Ant\u00f3nio Manuel Ribeiro; m\u00fasica: Carlos Peres, Ant\u00f3nio Manuel Ribeiro, Z\u00e9 Carvalho)<br \/>\n3 \u2013 Geraldine (texto: Ant\u00f3nio Manuel Ribeiro; m\u00fasica Carlos Peres)<br \/>\n4 \u2013 \u00c9brios (pela vida) (texto: Ant\u00f3nio Manuel Ribeiro; m\u00fasica: Carlos Peres)<\/p>\n<p>M\u00daSICOS<br \/>\nZ\u00e9 Carvalho (bateria)<br \/>\nCarlos Peres (baixo, voz)<br \/>\nRenato Gomes (guitarras)<br \/>\nAnt\u00f3nio Manuel Ribeiro (voz, guitarras, sintetizador, \u00f3rg\u00e3o)<\/p>\n<p>PRODU\u00c7\u00c3O<br \/>\nLu\u00eds Filipe Barros e Nuno Rodrigues<\/p>\n<p>GRAVA\u00c7\u00c3O<br \/>\nEst\u00fadios Valentim de Carvalho, Pa\u00e7o de Arcos, entre 16 de Mar\u00e7o e 6 de Maio de 1981.<br \/>\nT\u00e9cnico de som: Hugo Ribeiro<\/p>\n<p>FOTOGRAFIAS E CAPA:<br \/>\nLu\u00eds Vasconcelos<\/p>\n<p>EDI\u00c7\u00c3O<br \/>\nEMI, 11C 076-40554,<br \/>\n1981<br \/>\nReeditado em compacto, pela mesma editora, em 1993<\/p>\n<p><center><br \/>\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/uhf2.jpg\" alt=\"\" width=\"574\" height=\"573\" class=\"alignnone size-full wp-image-12904\" srcset=\"https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/uhf2.jpg 574w, https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/uhf2-150x150.jpg 150w, https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/uhf2-300x300.jpg 300w, https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/uhf2-100x100.jpg 100w\" sizes=\"auto, (max-width: 574px) 100vw, 574px\" \/><br \/>\n<\/center><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>pop rock >> quarta-feira, 27.09.1995 OS MELHORES DE SEMPRE M\u00daSICA PORTUGUESA Esta selec\u00e7\u00e3o dos melhores \u00e1lbuns de sempre da m\u00fasica produzida em Portugal at\u00e9 aos anos 90, resulta de uma vota\u00e7\u00e3o feita pela equipa do suplemento Pop\/Rock. S\u00e3o privilegiados os trabalhos concebidos sob a forma de \u00e1lbum, mas tamb\u00e9m sendo aceites compila\u00e7\u00f5es e mini-\u00e1lbuns quando [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1155,3924,24,10],"tags":[2292,965,183],"class_list":["post-12903","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-artigos-1995","category-dossiers-1995","category-portugueses","category-rock","tag-antonio-m-ribeiro","tag-antonio-manuel-ribeiro","tag-uhf"],"views":191,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12903","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=12903"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12903\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":12906,"href":"https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12903\/revisions\/12906"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=12903"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=12903"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=12903"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}