{"id":11195,"date":"2023-09-13T03:24:57","date_gmt":"2023-09-13T10:24:57","guid":{"rendered":"http:\/\/www.profelectro.info\/fm\/?p=11195"},"modified":"2023-09-13T03:24:57","modified_gmt":"2023-09-13T10:24:57","slug":"marc-ribot-guitarrista-da-cena-downtown-actua-hoje-em-lisboa-sons-da-cidade-de-neon","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/2023\/09\/13\/marc-ribot-guitarrista-da-cena-downtown-actua-hoje-em-lisboa-sons-da-cidade-de-neon\/","title":{"rendered":"Marc Ribot &#8211; &#8220;Guitarrista Da Cena \u201cDowntown\u201d Actua Hoje Em Lisboa &#8211; Sons Da Cidade De N\u00e9on&#8221;"},"content":{"rendered":"<div style=\"text-align: center;margin: 12px;\"><script type=\"text\/javascript\"><!--\ngoogle_ad_client = \"pub-9853707030319137\";\ngoogle_alternate_color = \"FFFFFF\";\ngoogle_ad_width = 250;\ngoogle_ad_height = 250;\ngoogle_ad_format = \"250x250_as\";\ngoogle_ad_type = \"text_image\";\ngoogle_ad_channel =\"\";\ngoogle_color_border = \"#FFFFFF\";\ngoogle_color_link = \"\";\ngoogle_color_bg = \"#FFFFFF\";\ngoogle_color_text = \"\";\ngoogle_color_url = \"\";\ngoogle_ui_features = \"rc:0\";\n\/\/--><\/script>\n<script type=\"text\/javascript\"\n  src=\"http:\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/show_ads.js\">\n<\/script><\/div><p>cultura >> quarta-feira, 03.02.1993<br \/>\n<center><br \/>\n<strong>Guitarrista Da Cena \u201cDowntown\u201d Actua Hoje Em Lisboa<br \/>\nSons Da Cidade De N\u00e9on<\/strong><br \/>\n<\/center><br \/>\n<strong>Da \u201csoul\u201d e do \u201crock \u2018n\u2019 rol\u201d at\u00e9 \u00e0 \u201cdowntown\u201d nova-iorquina, passando pela poesia de Ginsberg, o percurso musical de Marc Ribot tem sido um elo de liga\u00e7\u00e3o entre estilos e gera\u00e7\u00f5es diversificados. Wilson Pickett, Chuck Berry, Tom Waits, John Lurie e John Zorn contam-se entre os seus companheiros de viagem. Toda uma tradi\u00e7\u00e3o que a sua guitarra reduz a estilha\u00e7os.<\/strong><\/p>\n<p><center><br \/>\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/marcRibot-173x300.jpg\" alt=\"\" width=\"173\" height=\"300\" class=\"alignnone size-medium wp-image-11196\" srcset=\"https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/marcRibot-173x300.jpg 173w, https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/marcRibot-58x100.jpg 58w, https:\/\/www.profelectro.info\/fm\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/marcRibot.jpg 429w\" sizes=\"auto, (max-width: 173px) 100vw, 173px\" \/><br \/>\n<\/center><\/p>\n<p>\u00c9 este guitarrista e compositor conotado com a corrente \u201cdowntown\u201d nova-iorquina, que hoje actua acompanhado pelo grupo Shrek, em Lisboa, no teatro S. Luiz, pelas 22h, num espect\u00e1culo organizado pela Simbiosis.<br \/>\nMarc Ribot nasceu em New Jersey, em 1954. Come\u00e7ou por estudar m\u00fasica com o compositor e guitarrista cl\u00e1ssico Frantz Casseus. Os ensinamentos e a leitura da pauta foram-lhe de extrema utilidade para a fase seguinte da carreira, vivida entre o excesso de decib\u00e9is das v\u00e1rias \u201cgarage bands\u201d onde tocou. Dicotomia entre classicismo e transgress\u00e3o que constitui, em \u00faltima an\u00e1lise, o n\u00facleo central do trabalho que Marc Ribot viria a encetar no futuro com os Lounge Lizards e os Jazz Passengers, e que em \u201cRootless Cosmopolitans\u201d, o seu \u00e1lbum mais recente, atinge o ponto m\u00e1ximo de depura\u00e7\u00e3o.<br \/>\nMas antes disso o guitarrista teve de fazer pela vida. J\u00e1 em Nova Iorque e no final da d\u00e9cada de 70, foi acompanhante do organista de jazz Jack McDiff e dos cantores \u201csoul\u201d Wilson Pickett, Rufus Thomas e Carla Thomas. Depois seria a vez do rock \u2018n\u2019 rol e de sess\u00f5es com Chuck Berry em per\u00edodo de decad\u00eancia.<\/p>\n<p><strong>Entrada Na \u201cCatedral\u201d<\/strong><\/p>\n<p>John Lurie, saxofonista, actor e personagem carism\u00e1tica da \u201cdowntown\u201d (inesquec\u00edvel o papel de saxofonista assassino que desempenhou nesse filme paradigma da paranoia urbana que \u00e9 \u201cOs Viajantes da Noite\u201d, de Amos Poe) recrutou-o para os Lounge Lizards. \u00c9 o ponto de viragem na carreira do guitarrista que a partir desse momento n\u00e3o parou de ser visto na \u201cKnitting Factory\u201d, catedral de todas as vanguardas \u201cdowntown\u201d, e solicitado para projectos de autores ligados a outras \u00e1reas musicais. Tom Waits convidou-o para participar nos \u00e1lbuns \u201cRain Dogs\u201d, \u201cFrank\u2019s Wild Years\u201d e \u201cBig Time\u201d. Elvis Costello fez quest\u00e3o de o ter presente em \u201cSpike\u201d.<br \/>\nEmpenhado na explora\u00e7\u00e3o de novas linguagens para a guitarra el\u00e9ctrica ou electrificada \u2013 em paralelo com Fred Frith, Derek Bailey, Christy Doran, Elliott Sharp, Rhys Catham, Robert Musso, Arto Lindsay, Robert Quine, Caspar Brotzmann ou Bill Frisell \u2013 de modo a levar t\u00e3o longe quanto poss\u00edvel as possibilidades desse instrumento, Marc Ribot integra desde 1987 os Jazz Messengers, de Roy Nathanson e Curtis Fowlkes, extens\u00e3o bem-humorada dos Lounge Lizards.<br \/>\nEntre as actividades do guitarrista contam-se igualmente a composi\u00e7\u00e3o da banda sonora para \u201cNo Sense of Crime\u201d, document\u00e1rio com realiza\u00e7\u00e3o de Julie Jacobs, e tr\u00eas can\u00e7\u00f5es de parceria com Roy Nathanson sobre poemas de Allen Ginsberg \u2013 \u201cTo aunt Rosie\u201d, \u201cThe shrouded stranger\u201d e \u201cThe end\u201d, inclu\u00eddas na produ\u00e7\u00e3o de Hal Wilner, \u201cThe Lion for Real\u201d, dedicada aquele que foi um dos profetas da gera\u00e7\u00e3o \u201chippie\u201d norte americana.<br \/>\nMarc Ribot participa ainda numa lista extensa de \u00e1lbuns, com destaque para \u201cPieces for Bandoneon\u201d e \u201cIl Piccolo Diavolo\u201d, ambos de Evan Lurie, irm\u00e3o de John Lurie, o segundo banda sonora do filme com o mesmo t\u00edtulo realizado por Roberto Benigni, \u201cCynical Hysterical Hour\u201d, de John Zorn, \u201cSurprise\u201d, de Syd Straw (Golden Palominos), \u201cMystery Train\u201d de John Lurie e \u201cLust\u201d, dos Ambitious Lovers, al\u00e9m pr\u00f3ximo disco de Marianne Faithfull, ainda sem data de edi\u00e7\u00e3o.<br \/>\nAcompanham Marc Ribot, na sua vinda a Portugal, os tr\u00eas m\u00fasicos que formam o grupo Shrek: Jim Pugliese (composi\u00e7\u00e3o nas \u00e1reas da m\u00fasica microtonal e do jazz; colabora\u00e7\u00f5es com John Zorn, Anthony Coleman e Bobby Previte, Solista da London Sinfonietta), em percuss\u00e3o, Roger Kleier (grava\u00e7\u00f5es e concertos com Zeena Parkins, David Moss e Stan Ridgway), segundo guitarrista, e Sebastian Steinberg (tocou com Syd Straw, Zeena Parkins, John Zorn e Elliott Sharp), no baixo. Sons da cidade de n\u00e9on. Esta noite, em Lisboa. A n\u00e3o perder.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>cultura >> quarta-feira, 03.02.1993 Guitarrista Da Cena \u201cDowntown\u201d Actua Hoje Em Lisboa Sons Da Cidade De N\u00e9on Da \u201csoul\u201d e do \u201crock \u2018n\u2019 rol\u201d at\u00e9 \u00e0 \u201cdowntown\u201d nova-iorquina, passando pela poesia de Ginsberg, o percurso musical de Marc Ribot tem sido um elo de liga\u00e7\u00e3o entre estilos e gera\u00e7\u00f5es diversificados. 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