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Fernando Magalhães no “Fórum Sons” – Intervenção #63 – “Electrónica erudita (FM)”

#63 – “Electrónica erudita (FM)”

Fernando Magalhães
21.01.2002 190748
Uma lista possível de discos de música contemporânea, minimalista, eletrónica, electro-acústica, acusmática, etc
dos quais GOSTO MESMO MUITO! 🙂

ANDREI SAMSONOV : Void in (Mute) – ainda sem ficha

ANDREW POPPY

0290 – The Beating of Wings (ZTT, 1985) – Fev.86, Jun.94 – 48.53

ANTHONY MANNING

3280 – Chromium Nebulae (Irdial, 1995) – Dez.01 – 70.37

ARNE NORDHEIM

2468 – Electric (Rune Grammofon, 1974) – Fev.99 – 74.03

BERNARD PARMEGIANI

2690 – Pop’Eclectic (Plate Lunch, 1966 -1973, 1999) – Fev.00 – 49.55

E o monumental “De Natura Sonorum”, “pai” de toda a electrónica actual, cuja edição definitiva vou buscar na próxima 4ªfeira, à VGM!…

CHRISTIAN ZANÉSI

0649 – Stop! L’Horizon . Profil-Désir . Courir (Ina.grm, 1990) – Nov.98 – 52.47
0511 – Arkheion (Ina.grm, 1996) – Nov.98 – 33.26

CONRAD SCHNITZLER & JÖRG THOMASIUS

3275 – Tolling Toggle (Fünf und Vierzig, 1991) – Dez.01 – 61.18

DANIEL TERUGGI

1902 – Syrcus/Sphaera (Ina.grm, 1993) – Mai.96 – 62.34

DAVID BEHRMAN

1162 – Leapday Night (Lovely Music, 1991) – Mai.92 – 62.37

EXPERIMENTAL AUDIO RESEARCH

3272 – The Köner Experiment (Mille Plateaux, 1997) – Dez.01 – 46.37
3044 – Millenium Music, a Meta-Musical Portrait (Atavistic, 1997) – Dez.01 – 55.00

Não resisto a incluir estes dois fantásticos banquetes de som!

HARALD WEISS

1794 – Die Anders Paradies (Gingko, 1995) – Abr.96 – 47.25

Também sai um bocado do contexto, mas é…MÁGICO!

INGRAM MARSHALL

0926 – Three Penitential Visions/Hidden Voices (Elektra Nonesuch, 1990) – Nov.90 – 45.35
2904 – Alkatraz (New Albion, 1991) – Out.91, Jul.01 – 46.22

ISTVÁN MÁRTA

0707 – Támad Aszél (The Wind Rises) (Recommended, 1987) – Fev.90, Ago.98 – 35.24

JOCELYN ROBERT

1051 – Folie/Culture (Recommended, 1991) – Mar.97 – 66.20
2082 – La Théorie des Nerfs Creux (Ohm/Avatar, 1993) – Mar.97 – 41.23

KLANKRIEG

3180 – Radionik (Cling Film, 1999) – Nov.01 – 52.49

KONRAD KRAFT

2283 – Alien Atmospheres (Elektro-Smog, 1996) – Jan.98 – 71.19

MANUEL GÖTTSCHING

0886 – E2-E4 (Racket, 1984) – Jul.90, Jan.95 – 59.37

MICHAEL WINNERHOLT

1651 – Tjugofyra (Multimood, 1995) – Fev.98 – 61.03

MICHEL REDOLFI

1901 – Desert Tracks (Ina.grm, 1988) – Mai.96 – 70.09
1358 – Appel d’Air (Ina.grm, 1993) – Jan.94 – 67.42

MICHEL ZBAR

1903 – Novum Organum (Ina.grm, 1994) – Mai.96 – 68.02

NED LAGIN

1216 – Seastones (Rykodisc, 1975) – Mar.93 – 73.53

OSKAR SALA

0216 – Elektronische Impressionen (Erdenklang, 1978/1979) – Out.98 – 61.56

PAUL DE MARINIS

1167 – Music as a Second Language (Lovely Music, 1991) – Mai.92 – 49.44

PAUL SCHÜTZE

1605 – Apart 2xCD (Virgin, 1995) – Jul.98 – 50.30 + 47.37
2510 – Third Site (Ryko, 1999) – Mai.99 – 47.17

PETER MICHAEL HAMEL

0346 – Nada (Ginkgo, 1977) – Mai.95 – 40.36

PHILIP GLASS

0976 – Music with Changing Parts (Elektra Nonesuch, 1971) – Jan.94 – 61.42 R
1235 – Two Pages, Contrary Motion, Music in Fifths, Music in Similar Motion (Nonesuch,73/5)-Jan.94-74.13R
0280 – Einstein on the Beach 3xCD (Elektra Nonesuch, 1978/1993) – Dez.93 – 62.25 + 65.42 + 72.52 Ope. R

PIERRE HENRY

2691 – Variations pour une Porte et un Soupir (Mantra, 1961/63/70, 1995) – Fev.00 – 70.27 R

PROPELLER ISLAND

0657 – Hermeneutic Music (Erdenklang, 1988) – Mar.94 – 53.43
1053 – The Secret Convention (Badland, 1988) – Mai.91 – 53.16
1906 – The Garden (Artgallery, 1995) – Mai.96 – 44.30

RANDY GREIF

2371 – Verdi’s Requiem (Soleilmoon, 1997) – Abr.98 – 57.44

SHELLEY HIRSCH & DAVID WEINSTEIN

0705 – Haiku Lingo (Review, 1989) – Nov.89, Mar.91 – 48.45

STEFAN TIEDJE

1056 – Polyrische Variationen (Badland, 1988) – Mai.91 – 66.48

STEN SANDELL

3122 – Bio Elektrika (LJ, 2000) – Mar.01 – 44.37

STEVE REICH

0447 – Music for 18 Musicians (ECM, 1978) – Mai.88, Nov.91 – 56.33
0570 – Sextet/Six Marimbas (Elektra Nonesuch, 1986) – Mar.89, Nov.92 – 42.42

TERRY RILEY

0156 – A Rainbow in Curved Air (Columbia Rewind, 1971) – Jun.79, Mar.91, Jan.95 – 40.28
1511 – Persian Surgery Dervishes 2xCD (Mantra, 1972) – Nov.94 – 43.15 + 47.54

TIBOR SZEMZÖ

2344 – Relative Things (Leo, 1998) – Abr.98 – 62.56 BSOs

TOM RECCHION

2374 – Chaotica (Birdman, 1986) – Mai.98 – 68.17

UN DRAME MUSICAL INSTANTANÉE

1335 – Jeune Fille qui Tombe…Tombe (In Situ, 1991) – Jul.92 – 45.26

VANGELIS

2805 – Invisible Connections (Deutsche Grammophon, 1985) – Mar.01 – 39.49 – a sério, vale mesmo a pena!

Various Artists

0263 – Another Coast (Music and Arts Programs of America, Inc., 1988) – Jun.92 – 72.33
2944 – Ohm:The Early Gurus of Electronic Music 3xCD (Ellipsis Arts…, 2000) – Jul.00 – 72.01 + 73.16 + 73.52

WIM MERTENS/SOFT VERDICT

0464 – Vergessen (Les Disques du Crépuscule, 1982) – Jul.88, Out.93 – 31.25
0461 – For Amusement only (Les Disques du Crépuscule, 1983) – Jul.88, Out.93 – 30.28
1317 – Struggle for Pleasure (Les Disques du Crépuscule, 1983) – Out.93 – 20.15

JOÃO PEDRO COSTA

1215 – Electronic and Computer Music (Numérica, 1993) – Mar.93 – 67.29

FM

Fernando Magalhães
21.01.2002 190748
quote:
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Publicado originalmente por rat-tat-tat
Fernando.

“Quando fizeres a tal classificação podes fazer uma breve referência a estes discos da lista?

terry riley. persian surgery dervishes
michel redolfi. appel d’air
klankrieg. radionik ” ________________________________________
TERRY RILEY: CD duplo ed. Mantra – é uma gravação ao vivo na qual o TR interpreta quatro longas variações diferentes do mesmo tema.
Chega a ser de tirar o fôlego acompanhar o virtuosismo do músico no órgão eletrónico. Quantas mãos e pés tem o senhor??? 🙂 (repito: trata-se de um álbum ao vivo, sem truques!).
É música verdadeiramente dervíshica, em espiral, hipnótica, um pouco na linha do que – com outra sofisticação ao nível da produção – pode ser escutado no 1º lado do genial “A Rainbow in Curved Air”, do mesmo músico.

REDOLFI: “Appel d’Air” – O CD inclui várias peças compostas em períodos diferentes, uma delas inspirada na pintura de um artista de que não me lembro agora o nome.
Já não ouço este disco há algum tempo, mas recordo uma música atmosférica – no sentido mais espiritual do termo – atravessada por brisas eletrónicas quentes e sons naturais. A espacialização sonora é sublime, obrigando-nos a emergir numa espécie de floresta virtual.
Suspeito que o Robert Rich ouviu bastante este compositor…

KLANKRIEG: É o projeto industrial do Felix Kubin. Escrevi há pouco tempo sobre este CD no “Y”. A distribuição é da Matéria Prima. Se pudesses ler a crítica, poupavas-me algumas palavras… 😀