Imagens de cabeçalho aleatórias... Recarregue a sua página para ver mais!

Electrónica Básica – Apontamentos

Apontamentos de Electrónica Básica, gentilmente cedidos pelo professor Eduardo Ramalhadeiro.

Corrente Eléctrica, Tensão Eléctrica, Multímetro, Utilização prática de aparelhos de medida electrónicos, Transformadores, etc.

Para quem gostar mais do Scribd:

Eletronica_basica.pdf by eddygrinder

Setembro 22, 2013   Não há comentários

Teste de Colunas Áudio

Teste de Colunas Áudio

Tipo de teste:

Continuidade do alto-falante;
Estado dos contactos/bornes/terminais/apertos;
continuidade do fio de ligação do amplificador à coluna.

1. Teste geral:

– Coloque o multímetro na escala mais baixa de resistência (Ohms x1 ou Ohms x10, se for analógico; 200 ou 2000 ohms, se for digital).
– Encoste as pontas de prova do multímetro nos extremos dos fios de ligação da coluna, que deve estar desligada do amplificador.

testecoluna2

–> Se a resistência for muito baixa (menor que 10 ohms), implica que há continuidade no sistema, pelo que a parte eléctrica está boa.
Neste caso, se a coluna provoca distorções de som, o problema poderá ser de natureza mecânica: um cone rasgado, insectos que fizeram ninho no interior da coluna, etc.

–> Se a resistência for infinita, significa que não há continuidade no sistema, pelo que o problema será eléctrico.
Neste caso, a interrupção de continuidade eléctrica pode ter várias origens: fio interrompido, bobina do alto-falante partida, mau aperto nos bornes.
É pois necessário fazer mais alguns testes

2. Teste do Alto-Falante

Ver se há continuidade, como em qualquer aparelho/componente.

3. Teste do Contacto/Borne/Terminal/Aperto

– Coloque o multímetro na escala mais baixa de resistência (Ohms x1 ou Ohms x10, se for analógico; 200 ou 2000 ohms, se for digital).
– Encoste as pontas de prova do multímetro nos extremos dos fios de ligação da coluna, que deve estar desligada do amplificador.

testecoluna1

–> Resistência nula, significa que os contactos estão bons
–> Resistência a variar de valor, muito alta ou infinita, significa que os contactos estão a provocar a perda de continuidade, o que pode estar a acontecer devido a problemas mecânicos (de aperto) ou de oxidação dos mesmos.
Se o problema for de oxidação deverá proceder a uma boa limpeza;
Se o problema for mecânico, recorde-se que os fios devem ser sempre soldados aos bornes, para um contacto mais perfeito do que o que acontece se apenas os enrolarmos à sua volta.

NOTA IMP: Uma coluna nunca deve ser ligada ou desligada de um amplificador caso esteja ligado.

Junho 17, 2009   Não há comentários

Dicas com Multímetro – Teste de Balastro

Teste de Balastros

Os balastros das lâmpadas fluorescentes não são mais do que bobinas com elevado número de espiras e destinados a proporcionarem uma elevada corrente quando fechamos o interruptor, de modo a que a lâmpada possa arrancar e, assim, acender.
Nessa conformidade, quando estão em bom estado, devem apresentar uma pequena resistência, de 1 a 100 ohm.
O teste deve efectuar-se com o balastro fora do circuito ou, quando muito, com um dos fios desligados, de modo a que o circuito fique interrompido/aberto e não interfira nos resultados.

Procedimento

– Coloque o multímetro na escala mais baixa de resistência: ohmsx1 ou ohmsx100 se for analógico e 200 ou 2000 ohms se for digital;
– Faça o teste de acordo com a figura abaixo.

testebalastro1

Interpretação dos resultados

– Se medir uma resistência baixa (1 a 100 ohms) o balastro está bom pois apresenta continuidade.
Na verdade este teste apenas lhe revela que o balastro não constitui um circuito aberto, isto é, que o fio da bobina não está partido.
– Se a resistência for “infinita” ou muito elevada, a bobina está interrompida e, consequentemente, o balastro está estragado.
Nota: nas lâmpadas de maior potência, como os balastros são constituídos por fios de maior secção, a sua resistência é um pouco mais baixa.

Um outro tipo de avaria que os balastros podem sofrer, e que não é revelada por este teste é o mesmo se encontrar em curto-circuito, ou seja, o isolamento entre os fios da bobina (proporcionado pelo verniz cobertor) rompeu-se e encontram-se fios encostados uns aos outros.
Este tipo de avaria, que impede também o uso do balastro nessas condições pode ser normalmente notado através de simples visualização pois os balastros nessas condições apresentam sinais de super aquecimento e, por isso, o seu invólucro enegrecido e com forte cheiro a queimado, sobretudo se o problema aconteceu há pouco tempo.
Normalmente a razão desta queima do balastro deve-se a corrente elevada que o percorreu e, assim, destruiu o isolamento permitindo o curto-circuito entre os seus fios. Quando acontece este curto-circuito a corrente ainda sobe mais e o isolamento ainda é mais destruído, soltando-se então muito fumo e um cheiro forte a queimado.
Muitas vezes, este acontecimento pode levar a incêndios, sobretudo quando o circuito não está bem protegido por disjuntores adequados.

Teste em tensão

Se pretender fazer o teste do balastro em tensão:
– Coloque o multímetro na escala apropriada de tensão alternada, normalmente os 750V;
– Ligue a lâmpada fluorescente e mesmo que ela não acenda, mantenha o interruptor fechado;
– Encoste as pontas de prova do multímetro como mostra a figura abaixo;

testebalastro2

– Faça a leitura da tensão.

Interpretação

– Se medir um valor próximo dos 230V o balastro está em boas condições, pelo menos no que se refere a circuito em aberto (fio partido). Este teste também não revela problemas de curto-circuito (balastro queimado): nesse caso a tensão medida também será aproximadamente 230V.
– Se medir uma tensão igual a zero V, a bobina está interrompida e, consequentemente, o balastro estragado.

Maio 18, 2009   2 Comentários